segunda-feira, 30 de junho de 2014

Dar sangue... salvar quem puder

Sempre quis dar sangue. Infelizmente, como sempre tive tendência para a anemia, com a hemoglobina e o ferro a roçarem ali os valores mínimos, nunca me foi possível concretizar esta vontade de ajudar o próximo, sob o risco de me prejudicar a mim própria.
Mas de há uns tempos para cá, a hemoglobina e o ferro andam bem, felizes e contentes, e o bichinho para dar sangue voltou. E quando vi esta campanha, percebi que tinha chegado o momento para o fazer. 


De 30 de junho a 12 de julho, das 13h às 20h, em vários centros comerciais da Mundicenter. Uma coisa tão simples, um gesto tão pequeno e que pode ter repercussões tão grandes! Pode salvar vidas.
Eu vou! E vocês?

Opinião: Looking for Alaska, de John Green

Looking for Alaska

John Green (leitura no Kindle)


Sinopse: "Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa." Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será o mesmo.


Opinião
Li o livro Looking for Alaska há cerca de dois meses e ainda não tenho uma opinião totalmente formada sobre ele. Creio que este é daqueles livros que leva o seu tempo a ser absorvido, que vai deixando restos de si, de forma a que, algum tempo depois, quando nos lembramos dele, lembramo-nos apenas daquilo que mais nos tocou.
Não foi de todo dos melhores livros que já li e o ritmo do livro, aliado ao facto de não me ter identificado em nada com as personagens, levou a que fosse mais difícil para mim entrar na história. Por outro lado, captei momentos de pura sensibilidade, momentos de nós, leitores, levarmos murros no estômago e momentos de realização em que nada volta a ser como foi. Um livro que lida de perto com a inconsciência e a parvoíce juvenis, a inocência da primeira amizade, do primeiro amor, a loucura e a invencibilidade aliada à dor do crescimento e às aprendizagens da vida.
Miles conta-nos a sua história: um jovem sem amigos e sem propósito que vai para um colégio interno onde estabelece uma estranha relação de amizade com o seu colega de quarto e com Alaska Young, por quem se apaixona perdidamente. Mas Alaska, linda, inteligente e muito perturbada, parece inalcançável e Miles tudo fará para a descobrir, para a compreender, para lhe sobreviver.
Para Miles, a história divide-se em Antes e Depois. Para mim, fica a mensagem essencial: há sempre um antes, há sempre um depois e há que aprender a viver com isso seja em que idade for. E é essa verdade, contada de forma brutal, contada de forma suave, que fica por entre as páginas do livro, que perdura meses depois de o ter lido. Há sempre um ponto de viragem nas nossas vidas. O que fazemos com isso é que determina quem nós somos e quem seremos no futuro, é que nos torna adultos.

domingo, 29 de junho de 2014

Ao domingo, publicidade! #17

Como amante de publicidade, dou muito valor às publicidades institucionais. Sinto sempre que são estas as que contêm mensagens mais fortes, mais duras, principalmente quando falamos nos anúncios que apelam à condução segura e à prevenção de acidentes rodoviários. Hoje trago-vos um desses, com duas pequenas grandes diferenças: 1. não se trata de publicidade institucional, mas sim de um vídeo criado pela Volkswagen; 2. trata-se de uma experiência real, o que leva a que o impacto seja muito maior.


Porque nunca é demais relembrar os perigos de utilizar o telemóvel e conduzir ao mesmo tempo. Well done, Volkswagen!

sábado, 28 de junho de 2014

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Sobre a pressão para ter (ou não ter) bebés

As minhas amigas são umas chatas do caraças! 
Posto isto, eu também sou uma chata do caraças com elas. Porquê? Porque passamos a vida a pressionar-nos umas às outras para ter bebés. Porque já estamos casadas, porque queremos muito ter sobrinhos, porque era tão giro ver aquela amiga de barriguinha, porque isto e porque aquilo... para as outras. Quando a pressão vira para nós: ah e tal ainda estou a pagar o carro, ah e tal as coisas ainda não são seguras lá no trabalho, ah e tal agora marquei as férias e não quero pensar nisso, ah e tal sou muito nova... E descartamos o assunto e passamos à vítima seguinte.
Mas por muito que brinquemos e nos chateemos umas às outras, todas temos a noção de que o fazemos num espírito de boa vontade, de camaradagem, de amizade, preparadas para aceitar qualquer que seja a decisão das outras: ter ou não ter bebés, tê-los agora ou daqui a uma década, conseguir engravidar em meses ou demorar anos a tentar. É esse o princípio da amizade, para o bem e para o mal, estar lá (e, pelo caminho, gozar muito umas com as outras, como só nas verdadeiras amizades!).
Neste momento com três recém-mamãs e uma grávida no círculo mais próximo, estou satisfeita. Isto porque os bebés também não podem vir todos ao mesmo tempo, senão não há tia que aguente. Mas, e depois, quem é que resiste a uma carinha laroca destas*? Amigas, venham de lá mais sobrinhos para esta tia babada!


*Quando não estão a chorar, ou a cheirar mal, ou a fazer birra. Porque aí, e isso é que é a maravilha de serem filhos dos outros, são logo recambiados para o colinho da mamã ou do papá!



Keep calm :)


quinta-feira, 26 de junho de 2014

90% de certeza... mas 10% de esperança!

Tenho 90% de certeza de que Portugal não passa aos oitavos de final do Campeonato do Mundo.



Mas depois sobram 10% de esperança que me dizem que talvez ainda seja possível um milagre...


Fã da série, fã do estilo, fã das roupas!

Que a série Scandal é muito boa, já ninguém tem dúvidas! E mesmo desesperando com esta última temporada, com a relação vai-não-vai entre a Olivia e o Fitz, com os planos utilizados para esconder a Kerry Washington e a sua gravidez (tirando imenso protagonismo à personagem principal), a verdade é que continuo a ser fiel e aguardo ansiosamente a quarta temporada.
Além da série, sou também completamente fã do guarda-roupa e do estilo inconfundível da Olivia Pope, um atestado de elegância e de bom gosto permanentes. E eis que agora surgem, fora do ecrã, notícias que dão conta de que as roupas da série vão ser colocadas à venda, para que todas nós possamos ser uma gladiator com a mesma elegância da Miss Pope, claro.

Para mim, a perdição são mesmo os casacos:






Pode ser um de cada aqui para a je, se faz favor :)



terça-feira, 24 de junho de 2014

Opinião: O pintor debaixo do lava-loiças, de Afonso Cruz

O pintor debaixo do lava-loiças

Afonso Cruz (Caminho)

Sinopse: A liberdade, muitas vezes, acaba por sobreviver graças a espaços tão apertados quanto o lava-loiças de um fotógrafo. Esta é a história, baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro-Húngaro, que emigrou para os Estados Unidos e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças.

Opinião
Há já muito tempo que andava curiosa com os livros de Afonso Cruz. Um autor que nos apresenta títulos tão criativos como "Jesus Cristo bebia cerveja", "Para onde vão os guarda-chuvas" ou "O pintor debaixo do lava-loiças", só pode ter conteúdos cheios de talento e inspiração. Tida a oportunidade de pegar neste livrinho, pude comprová-lo: Afonso Cruz é um autor para se ler com o coração e não com a cabeça. A poesia das suas palavras escorre-se nas páginas, a criação das personagens que não são bem reais (roçam ali o linear de estereótipo) mas que são belíssimas e profundas na sua complexa simplicidade, a harmonia de uma história contada em episódios, mais do que em narrativa corrida.
O conto acompanha a vida do artista Jozef Sors, uma alma atormentada desde a infância, em luta contra as tentações do mundo e que é apanhado pela vida e pelos turbulentos acontecimentos socio-políticos da primeira metade do século XX. Apesar de a personagem principal não me ter cativado, o mesmo não posso dizer do pequeno leque de personagens que a acompanham, com as suas idiossincrasias e as suas posições perante a vida (por exemplo, o pai de Jozef Sors, que não acredita e não percebe metáforas).
Não tenho por hábito riscar nem sublinhar livros e, neste caso, não podia mesmo uma vez que o livro não era meu, mas ficou-me a gigantesca vontade de guardar pedaços de frases, marcar parágrafos inteiros, dobrar páginas para mais tarde encontrar aquelas mesmas palavras que me falaram à alma. Entre elas, destaco esta descrição dos pais de Sors (sendo o pai muito alto e a mãe muito baixa): Quando se querem beijar demoram muitos dias, pois o meu pai tem de se baixar desde as nuvens até ao chão e isso demora muito, especialmente para quem sofre das costas. A chuva consegue fazê-lo com rapidez, mas não tem costas. Porém, quando eu olho para eles, são quase da mesma altura. Para mim é evidente: o amor aproxima as pessoas e ficamos todos do mesmo tamanho.
Um livro pequeno apenas em tamanho, uma leitura deliciosa. O meu primeiro livro de Afonso Cruz, mas seguramente não o último!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

A próxima caminhada já está escolhida!

Se é para ser, é para ser a sério! Depois dos 8 km da Marginal à Noite, 'bora lá fazer 10 km na Marginal do Rio Azul, em Setúbal. O objetivo é reduzir um pouco o tempo, mas se tal não for possível, não faz mal. Afinal, estou a competir unicamente comigo e o objetivo principal será, sempre e só, divertir-me muito!


Dia de baton vermelho!

Eu tenho tido a alegria como dom
Em cada canto eu vejo o lado bom!

domingo, 22 de junho de 2014

Ao domingo, publicidade! #16

Quem me conhece, sabe que tenho um fraquinho especial pela Coca-Cola. Não pelo produto, embora ache que, dentro do segmento, é único e inimitável, mas sim pela marca. Pela personalidade da marca, pela comunicação, pelos ideais que defendem e pela publicidade que fazem. Gosto de ver uma marca a defender a felicidade como modo de vida, ainda que, analiticamente, saiba que o faz apenas para criar nos consumidores a relação de empatia que os manterá fiéis à marca (ainda que não ao produto, como eu).
Mas por mais cínica que possa ser em relação aos objetivos finais da Coca-Cola, sou constantemente arrebatada pela marca. Adoro quase tudo o que eles fazem, sou fã das suas publicidades :)
Mas não consegui entrar nesta:


E porquê?, perguntam vocês. Porque há ali uma parte que diz assim: "Milhões de crianças costuraram o número 10...", com a imagem de um menino sentado a uma máquina de costura. E ao ver e ouvir isto, pensei imediatamente nos milhões de crianças que são forçadas ao trabalho infantil, em fábricas onde se costuram diariamente quantidades industriais de camisolas de futebol para serem vendidas em todo o mundo. Claro que não é essa a mensagem da Coca-Cola, mas agora nunca consigo ver o anúncio sem fazer esta associação. Acho que não era bem esta a ideia deles, pois não? Venha é de lá o próximo anúncio para eu voltar a ser fã incondicional, por favor!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Demasiado bom para esperar até domingo :)

Sim, eu sei que a publicidade está reservada para os domingos, mas isto é demasiado bom para poder esperar! Além de que é hilariante! E simplesmente irresistível!
Um dia, quero mesmo ser uma mãe assim!

How to get away with Murder


Shonda, you never stop surprising me!

Depois de Anatomia de Grey (que ainda sigo religiosamente e que continua a ser a minha série favorita), de Clínica Privada e de Scandal, eis que chega mais um vício para este outono! Como sempre, lá vou estar colada na cadeira, a acompanhar de perto esta nova série :)

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Não quero!

Não quero andar a pedir orçamentos de arranjo para o meu telemóvel!
Não quero andar a procurar preços de outros telemóveis e até mesmo do meu para fazer comparação de preços!
Não quero andar a fazer contas ao que tenho gasto para saber qual o melhor pacote, tudo para saber se posso adquirir um telemóvel igual ao meu!
Não quero nada disso. Quero apenas fazer rewind até àquele fatídico momento em que o telemóvel me escapou das mãos e caiu em câmara nada lenta ao chão de pedra. Queria conseguir agarrá-lo antes do embate, salvá-lo da queda, agarrá-lo com ambas as mãos e suspirar de alívio porque o pior não tinha acontecido... mas aconteceu. E agora, aqui ando de volta de orçamentos, preços e contas, com a lagriminha no canto do olho e o coração cheio de saudades daquela maquineta que, apesar de ser SÓ uma maquineta, é como se já fizesse parte de mim...

Maleficent


Mais importante do que o filme, foi o programa: um serão de manas, daqueles bons com muitas gargalhadas e conversas sem fim. Mas o facto de o filme ser muito giro, com uma produção brutal e uma atriz que continua a ser uma das minhas preferidas, claro que ajuda! Acho que a Angelina fez com que eu simpatizasse e até gostasse um bocadinho da Maléfica. Acho que daqui em diante vou-me ficar por esta versão da história ;)

O verão chegou mais cedo :)

Hoje de manhã quando saí de casa, tendo em conta os últimos dias nublados e o carro todo molhado da humidade da noite, pensei em escrever um post sobre a brincadeirinha que S. Pedro estava a fazer connosco - deu-nos meia dúzia de noites deliciosas, secas, quentes, de um verão como há muito não se vê por terras portuguesas e disse "É isto que querem? É? Ahh, mas não é isto que vão ter!", trazendo-nos novamente as nuvens, a humidade e o vento e até a chuva...
Claro que, depois de ter saído do ginásio, com um sol radioso e um calorzinho muito simpático para as 8h da manhã, tive de me render às evidências. O casaco ficou no carro e o post ficou em águas de bacalhau. Ainda preferia que S. Pedro nos desse mais noites como as da passada semana, daquelas que apetece andar na rua ou beber um copo numa esplanada, mas já me dou por satisfeita se vierem mais dias como o de hoje, onde o bom tempo é rei e senhor e o verão parece ter-nos vindo bater à porta dois dias antes do tempo. 
Agora só faltava mesmo a praia, a rede, um refresco e o meu livrinho para o dia ser perfeito!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Subscrevo

Há uns tempos, a Sónia, do blogue Cocó na Fralda, disse isto:
Eu sou uma pessoa de partilha. Gosto de estar feliz e triste devidamente acompanhada. Sozinha não festejo em condições, sozinha não me curo da dor decentemente.


Subscrevo na íntegra. 

Hoje é noite de cinema!


Hoje é noite de cinema com a mana! 
Vamos ver o filme Maleficent, o conto da bruxa má que amaldiçoa a princesa Aurora e a condena a dormir um sono eterno. Lembro-me de ser pequena e de ver o filme de animação da Disney, A Bela Adormecida, e de temer esta personagem. Tanto que acho que nem nunca revi o filme - ao contrário de outros clássicos cujas fitas das cassetes já estavam gastas de tanto rodar dentro do leitor de VHS.
Mas agora a Disney reinventou o clássico, deu-lhe como roupagem uma das minhas atrizes favoritas e promete-me que a Maléfica tem mais que se lhe diga do que ser apenas muito má. Deixa-me curiosa e, por isso, vamos lá dar uma segunda oportunidade a esta história e a esta vilã que, ainda hoje, me faz alguns arrepios ;) 

Uma bruxa que detesto!

Uma atriz que adoro!

Qual será o resultado final? Ainda não sei, mas as expectativas estão altas!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Opinião: Trilogia Os Pilares do Mundo, de Anne Bishop

Os Pilares do Mundo. Luz e Sombras. A Casa de Gaian

Anne Bishop (Saída de Emergência)

Ler Anne Bishop, mais do que um prazer, é uma experiência inebriante. Pelo mundo que ela inventa, pelas personagens que cria, pela história que conta. Por isso, não é de estranhar que eu tenha devorado estes três "pequenos" calhamaços todos de seguida. E, como quando leio sagas de uma só vez me custa depois separar as histórias, prefiro assim dar uma opinião geral sobre os três livros.
Esta é uma saga que nos transporta para um novo universo, onde os humanos convivem de perto com os Fae, criaturas míticas com poderes que vivem em Tir Alainn, terra de sonhos que está ligada ao mundo dos mortais por pontes resplandecentes. Entre estes dois povos, estão as bruxas, protetoras da natureza e guardiãs dos Lugares Antigos. Mas agora, algo ameaça a própria existência das bruxas e elas começam a ser perseguidas e executadas.
No primeiro livro da trilogia, ficamos a conhecer Ari, uma jovem bruxa cuja vida sofre uma reviravolta quando desperta o interesse de um senhor dos Fae. Ao longo do livro, vamos conhecendo outras personagens, a trama adensa-se e vamos dando os primeiros passos nesta história que se complexifica a cada livro. Bem ao estilo da autora, cada capítulo é contado de um ponto de vista diferente, permitindo-nos conhecer intimamente várias personagens diferentes e todas igualmente importantes para o desenrolar da narrativa. O mundo alarga-se a cada livro e todos os fios de história conduzem a um final épico e totalmente inesperado.
Não pude deixar de notar algumas semelhanças com os outros livros da autora, principalmente no que às personagens diz respeito: mulheres sempre muito fortes e homens que orbitam à volta delas, algumas cenas demasiado ligeiras, alguns clichés. Mas a verdade é que tudo isso se desvanece quando nos deixamos submergir pela história, que melhora e se aprofunda ao longo da trilogia. Tornamo-nos íntimos das personagens, tornamo-nos seus aliados ou seus juízes, ficamos a torcer pela sua felicidade ou pelo seu castigo e devoramos as páginas à espera de ver se o final corresponde às nossas expectativas. Para mim, correspondeu!

segunda-feira, 16 de junho de 2014

'Bora lá, Portugal!


Começa agora e eu bem que me apetecia estar a ver! Com este tempo fantástico de verão, sentar-me numa qualquer esplanada a curtir o sol de fim de tarde, beber uma bebida bem fresca e comer uns aperitivos enquanto vejo a bola, torço pela nossa Seleção e anseio por gritar "GOLOOOOO!".
Não vou poder ver o jogo, mas vou torcer na mesma! 'Bora lá, Portugal!

domingo, 15 de junho de 2014

Ao domingo, publicidade! #15

Ontem foi dia de caminhada na Marginal à Noite e amanhã é dia de voltar à vida normal, aos treinos e às aulas de hidro, ao exercício que tão bem sabe. Por isso, isto hoje adequa-se perfeitamente ;)


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Santos Populares

Hoje, o meu mural de Facebook está inundado de comentários e fotografias sobre os Santos e as Marchas. E eu confesso que tenho um bocadinho de pena por não ter lá estado. Sim, é verdade que os Santos são ruidosos, são confusos, são uma amálgama de gente concentrada em meia dúzia de bairros e em todas as ruas que os ligam. Para o final da noite, as pessoas são tantas que dar dois passos é uma aventura e disso, sinceramente, não sinto saudades. Mas o que eu gosto nos Santos é de ir cedinho, percorrer as ruas de Alfama e de outros bairros pelas oito da noite, quando ainda é de dia e os vizinhos montam as mesas nas ruas entre as casas e assam as bifanas e as sardinhas para partilharem uma refeição em conjunto.Quando ainda não há dezenas de copos de sangria espalhados pelo chão e as pessoas estão alegres sem estarem bêbedas. .
Depois da bifana da praxe com as amigas num dos largos onde a música anuncia o início do bailarico, descer até aos Restauradores e receber os marchantes que já percorrem a Avenida. Comprar um manjerico, ver as Marchas e depois, quando a confusão começar a apertar, regressar a casa. 
Este ano não deu para ir, mas fiquei com a vontade. Talvez para o ano :)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Futebol é muito mais do que um desporto...

...é diversão, é paixão, é liberdade, é euforia, são 15 milhões de portugueses com um desejo comum, todos a torcerem por Portugal.


Hoje começa o Mundial de Futebol. Apesar de já não estar tão ligada ao futebol como em anos anteriores, é certo e sabido que vou estar super atenta à nossa Seleção, vibrar a cada jogo e desejar e (des)esperar que ganhem todos, que arrecadem a Taça mais do que merecida, que façam a festa lá no Brasil, que nós nos encarregaremos de a fazer aqui em Portugal.
Porque a Seleção é unificadora e põe sportinguistas, benfiquistas e portistas a torcer pelo mesmo e a abraçarem-se a cada golo, a cada vitória e também a cada derrota. Mas acima de tudo, porque o futebol é muito mais do que um jogo com regras e jogadores e o exemplo disso sou eu, que não sei dar um passe certo ou fazer um remate de jeito, mas que sinto o futebol a correr-me nas veias e a fazer-me gritar, rir, pular de alegria com as vitórias ou sofrer com as derrotas. 
Por isso vamos lá, Seleção, lutem por esse título tão apetecido, arrisquem tudo, porque não há maior risco do que jogar pelo seguro:


E o Ronaldo pode marcar vários golos, exatamente assim como no vídeo ;)

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Entre o cá e o lá...

Regressada das férias e da viagem de sonho que tive oportunidade de fazer, voltei hoje ao trabalho (sim, porque os últimos dois dias passados em casa a fazer máquinas de roupa umas atrás das outras e a tentar passar tudo a ferro, sem sucesso, não contam para efeitos estatísticos de trabalho). 
E, apesar de o dia ter sido muito calmo, de haver pouca gente no escritório em semana de feriados, de o trabalho estar mais parado nesta fase, a verdade é que custou estar um dia inteiro fechada entre quatro paredes, sentada a uma secretária. A mente a divagar constantemente para as saudades que já se sentem dos lugares exóticos e míticos que visitei, da comida bonita e saborosa que experimentei, das aventuras fantásticas que vivi, das pessoas extraordinárias que conheci. 
Sinto-me entre o cá e o lá. É sempre assim quando termina alguma coisa de que gosto muito, demoro-me nas memórias, revivo tudo novamente em pensamento e levo algum tempo a fechar a porta e a avançar. No computador, ainda estão 1.400 fotografias para rever; na mesa da sala, contactos dos novos amigos para guardar e lembranças para entregar. Na minha cabeça, um post para escrever aqui no blogue, porque uma viagem destas merece destaque neste cantinho. Mas, de preferência, com imagens bonitas a acompanhar, das tais foto que ainda estão por selecionar. 
Mas isto vai lá, devagarinho, com calma, para que a vida se encaixe nos eixos e volte à sua normalidade (coisa que não existe por aqui desde meados de abril). Pelo meio, muitos suspiros saudosos da semana que passou e que eu não queria que acabasse... pelo menos não tão cedo!
Prometo que, muito em breve, partilho convosco esta aventura que vivi: um cruzeiro no Mediterrâneo com destinos como Veneza, Santorini, Atenas e Dubronik, da qual vos deixo uma imagem para babarem um bocadinho ;)




domingo, 8 de junho de 2014

Ao domingo, publicidade! #14

Na semana passada, falei do novo anúncio da NOS. Gostos à parte, é um anúncio que, em minha opinião, tem algumas fragilidades, a começar pela própria duração do anúncio (são dois minutos de gente a correr, pah!). Mas, para mim, o principal problema é a música. Eu adoro aquela música, mas faz-me sempre lembrar um outro anúncio que passou na televisão ainda não há muito tempo e que estava simplesmente perfeito.
Tanto, que merece mesmo ser revisitado:


quinta-feira, 5 de junho de 2014

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Da crueldade do mundo

O mundo não é uma redoma de vidro, não é um ambiente controlado, não é um jogo onde pomos os bonecos a fazer o que nós queremos... Não podemos evitar viver no mundo, não podemos evitar que os nossos filhos vivam no mundo: que corram, saltem, dancem, caiam, amem, se dececionem, se magoem...
Devemos deixá-los aventurarem-se na vida e darem uns trambolhões de vez em quando. Joelhos esfolados, lágrimas caídas, devemos ensiná-los a levantarem-se novamente e a encararem o mundo de frente. É assim a vida: não importa as vezes que caímos, o que importa é não ficar caído, não ficar parado, não ficar tolhido pelo medo da próxima queda. Parar é morrer, costuma dizer-se. Para mim, o truque é ter um coração de gelatina, daqueles que treme treme mas não quebra, é flexível como as árvores que se inclinam com o vento e que depois voltam à sua forma, é capaz de enfrentar todos os contratempos, de cair e de se esfolar muitas vezes, mas arranja sempre maneira de voltar ao caminho certo.
Não sou mãe, mas é isso que imagino para os meus filhos. Vê-los crescer livres para aprender que joelhos arranhados e lágrimas esquecidas são sinónimo de crescimento e de fortalecimento para a vida.
Mas depois, de vez em quando, leio histórias como a da Carolina e pergunto-me que futuro será este onde os meus filhos vão crescer, quando a maldade e a crueldade do mundo está ao virar de cada esquina. Já não bastam as doenças, as guerras, as mortes injustificadas em nome de um conceito maior... Já não basta a vil obsessão dos homens pelo controlo e pelo poder (sobre a terra, sobre o dinheiro, sobre os outros homens)... Já não basta temermos os ladrões, os delinquentes, os arruaceiros... Como explicar a uma criança que o seu colega de escola lhe possa fazer tanto mal, que os professores e funcionários que a deveriam proteger olham para o lado como se nada fosse? Como explicar que nós, pais, que temos o dever e a obrigação de os proteger de qualquer mal, nem sempre conseguimos fazê-lo e que às vezes as nódoas negras da vida são mais do que simples quedas de bicicleta e algumas são mesmo invisíveis aos olhos?


É com estes pensamentos negros que penso: a que mundo vou trazer os meus filhos?
Mas depois lembro-me deste momento, entre duas personagens fictícias de uma série de televisão:


...e penso que encontrei a resposta para a minha pergunta. Não posso proteger os meus filhos do mundo, da crueldade, da dor... mas posso criar os meus filhos para que não façam parte da maldade que grassa o mundo. Posso educá-los para que sejam melhores do que eu fui e para que eduquem os seus filhos para serem ainda melhores. 
Para podermos criar um mundo melhor.

domingo, 1 de junho de 2014

Ao domingo, publicidade! #13

Durante três semanas, não houve publicidade ao domingo por aqui. Mas houve muita publicidade nova por aí fora, coisas giras, coisas menos giras, coisas impossíveis de contornar, como, é claro, a nova marca NOS (fusão entre a Zon e a Optimus).

Aqui fica o anúncio de apresentação da marca:


E para compensar a falha das últimas semanas, hoje temos publicidade a dobrar, já que é impossível mostrar o vídeo da NOS e não mostrar, logo de seguida, a reação da sua principal rival, a MEO (que, convenhamos, é feita num anúncio perfeitamente estúpido, mas com um toque final simplesmente delicioso para quem segue estas novelas das marcas):