quinta-feira, 29 de maio de 2014

De malas feitas... outra vez!


Depois de cinco semanas a percorrer os caminhos de Portugal, ao ritmo de uma cidade diferente por dia, com curtas paragens em casa ao fim de semana, para desfazer e refazer as malas e arrancar novamente na semana seguinte, eis que me encontro novamente de malas feitas.
Desta vez, a viagem é rumo às férias há tanto desejadas, em jeito de segunda lua-de-mel e com um destino que povoou os meus sonhos durante anos e que está agora a escassas horas de se tornar realidade. Mas que esteve em risco de ficar apenas em sonhos, quando ontem nos informaram em cima da hora do cancelamento do nosso voo de amanhã por culpa da greve dos controladores aéreos no país de destino! Muito stress e algumas decisões rápidas e preciosas depois, lá nos decidimos pela melhor alternativa: antecipar a ida. E, assim, embarcamos daqui a pouco.
Com direito a uma primeira paragem no país pelo qual partilhamos a paixão e que foi cenário da primeira lua-de-mel, a bela Itália, seguindo depois para águas mais quentes no Mediterrâneo em direção à ancestral Grécia, onde me vou perder e submergir, viajar no tempo para outras eras, onde deuses caminhavam entre nós e heróis se encontravam a cada esquina. 
Uma viagem que significa muito para mim, uma semana que vai ser mágica, por tudo, por nada, porque sim. Mais uma coisa que posso riscar na minha bucket list. Mais um sonho tornado realidade!

E depois deste passeio, qual será o próximo destino? 
É que eu ainda não visitei todos os sítios, mas estão na minha lista :)

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Parabéns, Jardim Zoológico!



Hoje, o Jardim Zoológico de Lisboa faz 130 anos! 

Foi o primeiro a ser construído na Península Ibérica, já teve outras duas moradas antes de assentar arraiais ali em Sete Rios e já mudou muito ao longo do último século. Ainda me lembro de ir ao zoo e de os animais estarem em jaulas, mais ou menos grandes, mais ou menos vazias: as famílias dos primatas todas lado a lado, as aves exóticas em coloridos chilreios de penas e bicos, os tigres andando para a frente e para trás na sua casa quadrada e de paredes brancas... Felizmente, a evolução do Zoo tem sido sempre no sentido de melhorar a vida dos animais que nele habitam e as mudanças têm sido muito positivas: hoje os gorilas, os tigres e afins têm casas de madeira, em campos relvados e com muitas árvores e água em redor, há mais espaço, os animais vivem em céu aberto, em ambiente controlado mas semelhante ao seu habitat natural.
Vieram os espetáculos dos golfinhos, da alimentação dos leões marinhos, das aves de rapina... Vieram espaços diferentes, mas sempre com muita diversão para toda a família. 
Iguais, permaneceram desde sempre o fosso dos leões, a aldeia dos macacos e o cercado das girafas e dos elefantes (embora há muito tempo que se deixou de dar uma moedinha para ouvir o elefante tocar o sino...).
Já não vou ao Zoo há seis anos e já tenho saudades. A última vez que lá fui dei de caras com o Becas, o Egas e o Gualter da Rua Sésamo (que por aqui andavam a promover o seu espetáculo de teatro, ao qual não pude faltar claro!!) - personagens da minha infância e que continuo a acarinhar, da mesma forma que acarinho este Jardim Zoológico que hoje está de parabéns :)



Frases nos livros #7

A citação de ontem, embora verdadeira, trazia consigo todo o peso das emoções fortes e incontornáveis. Trazia o peso da dor, essa que exige ser sentida e que, quando escondida e ignorada, nos corrói por dentro e por fora. Cada qual sente a dor à sua maneira e nunca sabemos verdadeiramente quais são as dores dos outros. Sabemos apenas das nossas, das que admitimos e das que ocultamos, mas que, apenas na solidão da nossa própria companhia, sentimos sempre.

Mas se a verdade é que o livro A Culpa é das Estrelas, de John Green, nos fala da dor, também é verdade que nos fala do amor e de tudo o que ele traz consigo. E por isso, para aliviar os ares aqui do blogue, hoje deixo-vos com esta citação, da mesma personagem, da mesma obra, do mesmo autor:


“I’m in love with you, and I’m not in the business of denying myself the simple pleasure of saying true things. I’m in love with you, and I know that love is just a shout into the void, and that oblivion is inevitable, and that we’re all doomed and that there will come a day when all our labour has been returned to dust, and I know the sun will swallow the only earth we’ll ever have, and I am in love with you.”
in The Fault in Our Stars, de John Green

terça-feira, 27 de maio de 2014

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Não morri...

Há 22 dias que não publico nada no blogue. Há 22 dias que este espaço se tornou estéril de escrita, de imagens, de imaginação. Mas não de vida. Só que... há 22 dias que vivo fora do mundo digital.
Compromissos e muitas viagens profissionais, compromissos e muito pouco tempo para aproveitar a vida pessoal, aliados a uma fadiga física e mental e a uma falta de inspiração alarmante, forçaram-me a fazer uma paragem por aqui, para que pudesse não parar lá, na vida real onde era precisa.
Claro que, por entre o horário apertado e as centenas de coisas por fazer, houve momentos calmos, de lazer, de tranquilidade, de diversão. Podia ter escrito nessas alturas, é verdade, mas a inspiração não era muita e as prioridades foram outras - o facto de não ter um computador decente ao qual pudesse aceder ajudou à festa (por muito mobile que o mundo esteja hoje em dia, ainda me custa escrever textos decentes em telemóveis, sinto falta de um ecrã em condições, de um teclado onde o matraquear das teclas é música para os meus ouvidos, de configurações mais completas, mais complexas para ajeitar o meu texto às minhas necessidades estéticas). Estava, assim, limitada e mantive-me ausente.
Sexta-feira regressei à vida normal e passei o fim de semana inteiro a pensar em escrever. Com vontade de escrever. De dar sinais de vida por aqui. De dizer: não morri! Estou aqui e o blogue está aqui e vamos lá trazer vida a este deserto. Ou pelo menos tentar. Será que ainda há alguém desse lado?


domingo, 4 de maio de 2014

Mood do dia

Em véspera de uma semana de seis dias intensos, longe de casa e com horários loucos de trabalho, é mesmo este o sentimento:

Ao domingo, publicidade! #12

World's toughest job:



Feliz dia da mãe, 

a todas as mães do mundo e em especial à melhor de todas elas: a minha!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Praia de 15 minutos

Feriado. Bom tempo, sol e calor de acordo com a meteorologia. Podíamos ir à praia, pensei eu. Boa ideia, disse o marido.
E assim foi. Às 8 horas tocou o despertador e uma hora depois estávamos equipados e prontos para arrancar. O que a meteorologia não nos disse, ou nós não reparámos, foi no vento. Uma ligeira brisa na nossa varanda, uma ventania descomunal na praia. Vinda de todos os lados só para nos brindar com um ou dois banhos de areia. Ainda aguardámos um bocado, convictos de que iria abrandar e transformar-se num lindo dia de verão. Mas não. O chapéu de sol ficou por abrir, as toalhas ficaram meio estendidas meio enterradas na areia (e a minha a tapar-me do vento) e as roupas ficaram por despir.
Tivemos praia por quinze minutos e depois desistimos. Foi muito bom este bocadinho, mas já chega, para a próxima será melhor!
Nem foi preciso arrumar nada, apenas pegar nas tralhas e abalar. Voltámos a casa e fomos gozar o sol na nossa varanda, onde o vento era apenas uma brisa agradável!
Mas praia é praia e espero bem que este verão seja de muita praia. Sem vento. Assim: