quinta-feira, 19 de outubro de 2017

IN BEAUTY 2017: Guess who's going?



Ah pois é, bebé! Estou excitada como uma criança em vésperas de Natal. Ando a fazer a minha wishlist e já me avisaram para levar a carteira recheada que aquilo é a perdição. E eu estou curiosíssima.
Este blogue, vocês já perceberam bem, não é um blogue de moda nem de beleza, mas que as mesmas fazem parte da minha vida (cada vez de forma mais presente) é um facto ao qual não consigo fugir. E nem quero. Por isso, vamos lá abraçar este lado fútil e mimado, de menina de primeiro mundo, e ir deliciar-me com a In Beauty 2017, no próximo fim de semana!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Hoje tinha um texto para publicar...

Hoje tinha um texto para publicar. Falava de coisas fúteis e de problemas de primeiro mundo, coisas cá minhas que verto neste cantinho da blogosfera. Mas depois acordei com as notícias de chamas a lavrarem pelo país fora, de políticos que mais não fazem do que dizerem asneiras boca fora, de números de vítimas mortais que não param de crescer... e não fui capaz. Não, a vida não para, mas é impossível ficarmos indiferentes à tragédia que grassa no nosso país. Não quero escrever sobre isso, até porque outros o terão feito com muito mas eloquência do que aquela que sinto neste momento (aqui, aqui, aqui e aqui). Mas não consigo não o fazer, não consigo, enquanto vejo as notícias esta noite (e eu que nem gosto de ver notícias). É muito triste, chocante, terrível, o que se quiser chamar. É tudo isso. Mas é também uma grande falta de noção desta gente que nos lidera. E que nem assumir responsabilidades sabe. Nem pedir desculpa pelo indesculpável. Não mudava nada, mas se calhar ficava bem. O que ficava melhor ainda era agir desde já para os próximos anos, em vez de reagir (e mal) de cada vez que a tragédia se abate.
Seja como for, já chove. Finalmente, a chuva chegou. Esperemos que para ajudar aqueles que combatem as chamas lá fora! 

domingo, 15 de outubro de 2017

Ao domingo, publicidade! #189

Confiar em nós próprios, sem medos do que nos torna únicos e especiais. É assim que atraímos as coisas boas da vida. E se o trabalho é tão "sério" que não aceita as nossas pequenas excentricidades, então se calhar não é o trabalho certo para nós. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Yellow love

Sabem aquelas coisas mesmo, mesmo imprescindíveis que uma mulher deve ter no armário? O little black dress, a camisa branca, o par de calças preto... Não tenho nenhuma dessas coisas. O mesmo se passa com as malas - desde que reformei a minha última mala preta, já lá vai quase um ano, nunca mais tive uma mala da mesma cor. E se antes pensava que ter uma mala preta e neutra era quase obrigatório, volvido um ano a minha opinião mudou. Não preciso de uma mala preta. Preciso apenas de coordenar as várias (poucas) malas que tenho com a roupa que uso. De repente, abriu-se todo um novo universo de conjugações felizes!
No meio disto tudo, há uma clara predominância para o amarelo e para uma mala que me foi oferecida no natal passado e que eu, simplesmente, adoro! E fora algumas combinações de roupa muito específicas, esta mala dá-me com quase tudo, é boa de transportar e tem o tamanho ideal para levar o meu livro no verão e o chapéu de chuva no inverno. Tornou-se literalmente companheira de ano inteiro. É quase a minha nova mala preta.... só que em amarelo!


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

É só uma sestinha?

Este fim de semana, findo o almoço, dissemos ao Tiago, como sempre fazemos: "Vamos lavar os dentes e depois vamos fazer..."
E ele completou, como sempre: "Óó." Mas nisto, eis que abana veementemente a cabeça: "Eu não quero fazer óó! É de dia, não é de noite! É só uma sestinha?"  
E eu juro que fico de boca aberta com estas saídas do meu filho!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Mighty Thor salutes you!

Que eu sou um bocadinho geek já vocês sabem! Que tenho uma ligeira pancada pelo Thor, também! Então agora que ando a ver os filmes da MCU (Marvel Cinematic Universe) todos por ordem cronológica, ando um bocadinho obcecada com isto, com as personagens, com a sua ligação, com as suas histórias... Alguém por aí igualmente geek que queira perder algumas horas a conversar comigo sobre isto?! É que deste lado os meus companheiros de aventuras cinematográficas (e que já estão "reservados" para ir ver o Thor Ragnarok comigo ao cinema) até gostam, mas não ao ponto de andarem a reparar em minudências ou easter eggs em cada filme. Enfim...
Bem, isto tudo para dizer que, juntando a minha pequena obsessão com a Marvel e o meu lado mais geek do momento, mandei vir um porta-chaves do Thor em miniatura do Aliexpress. E estou deliciada com o que me chegou a casa. É o Mighty Thor em versão mini. É só a coisa mais fofa! Digam lá se não... 


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O milagre que são os nossos filhos

Quando uma mulher decide (ou a vida decide por ela) ser mãe, pode pensar muito, ler muito, informar-se muito e, ainda assim, nunca está preparada para o que vem com a maternidade. Não falo das questões práticas, embora essas também tenham as suas dificuldades, mas sim do milagre que são os nossos filhos. A perfeição que existe naqueles seres que nós criámos, que transportámos em nós, que nutrimos e acarinhámos e carregámos e que, agora, são criaturas independentes e que estão a fazer o seu caminho nesta vida. 
Há-os mais dependentes ou independentes dos seus pais; mais desenvolvidos para a idade ou com algum marco ainda por atingir; mas audazes ou mais amedrontados desta aventura que é o mundo cá fora... Mas o milagre não está na quantidade de palavas que dizem com um ano ou na data em que começaram a andar pela primeira vez. O milagre está na mão que nos agarra com força o dedo no dia em que nasceram, na linha perfeita do perfil enquanto dormem, na força do abraço que nos dão quando os vamos buscar à escola. O milagre quando nos dizem em segredo "Adoro-te!" ou quando nos cantam uma canção do princípio ao fim. Quando procuram o nosso colo e se aninham em nós ou quando fogem como enguias dos nossos braços porque querem andar só mais uma vez no escorrega. 
É incrível vê-los crescer, evoluir, transformarem-se de uma coisa pequenina que cabia dentro de nós em pequenas pessoinhas com vontades e personalidades próprias. Até quando nos desafiam, com os seus raciocínios simples e diretos, até quando nos fazem perguntas às quais nem nós sabemos responder. 
Testam-nos a paciência diariamente, inundam-nos de um amor maior a cada segundo, fazem-nos pensar no sentido da vida e que, antes deles, a vida não tinha sentido nenhum. Eu era uma mulher realizada e feliz antes de ser mãe. Mas é tão melhor ser uma mulher realizada e feliz depois de ser mãe. E sou tão incrivelmente grata por, todos os dias, poder ver o milagre que é o meu filho crescer, fazer-se gente e ser, também ele, tão feliz.


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Dicionário de Tiaguês V

Continua a ser delicioso ver e ouvir o meu filho crescer e falar todos os dias um pouco mais e um pouco melhor. Finalmente, estamos a conseguir evoluir com a questão verbal e em 80% das vezes o Tiago já diz "bebi" em vez de "bebeu", por exemplo.
No entanto, continua a ter expressões que nos fazem dar gargalhadas, ainda que as tentemos essconder ao ensiná-lo a dizer bem as coisas:

Fumoesa
(framboesa)

Garagia
(garagem)

Ficofico
(frigorífico)

Desquecido
(esquecido - não me perguntem de onde vem aquele 'd' a mais)

Valar
(lavar - entrámos no campo da dislexia. É valar, valado, valei os dentes, etc.)

Delisgado
(desligado - eu disse que era dislexia, mas não consigo evitar rir-me um pouco quando o oiço dizer "mamã, 'tás a delisgar a luz?")

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Poluição visual

Exmos. Srs. dos vários partidos políticos e listas independentes: já acabou a campanha eleitoral. Já se foi votar, já se sabem os resultados, já há vencedores e vencidos. Agora, por favor, toca a retirar todos os cartazes e outdoors e folhetos que andaram a colocar e a colar em todo o lado. Neste momento, é lixo e poluição visual. Agradece-se que sejam tão breves a retirá-los como foram a colocá-los, por favor.
(isto no seguimento deste post)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Agradecer

Posso queixar-me de muita coisa. Posso queixar-me do trabalho, da falta de tempo, do pouco dinheiro, de (algumas) noites mal dormidas, do peso a mais e do exercício a menos, dos planos que não se acertam e dos que demoram a chegar, das tarefas que não gosto mas que têm de ser feitas, dos maus livros que se editam e que só nos fazem perder tempo, dos transportes que se atrasam, dos problemas que vão surgindo... Enfim, posso queixar-me de tudo e de nada. 
Mas no fim do dia, quando olho para o céu coroado pela lua, quando penso no que dizer, quando falo baixinho para mim... Apenas me ocorre agradecer. Agradecer por tudo. Pela família maravilhosa, pelo marido e pelo filho, pelos amigos que são família do coração mesmo que nunca consigamos marcar um encontro entre todos, pela estabilidade no trabalho que me paga as contas ao fim do mês, pela casa que é o nosso lar, pela saúde, pela alegria, pelos sorrisos, pelas pequenas bênçãos diárias. E pelas bênçãos maiores.
Agradecer por esta vida que é a minha e que é tão feliz. E desejar apenas que assim continue.

domingo, 1 de outubro de 2017

Ao domingo, publicidade! #187

Hoje é dia de eleições. É dia de ir votar, para um futuro melhor, para uma freguesia, um concelho melhores. É dia de agir para podermos exigir. É dia de votar. Digo eu e diz a Comissão Nacional de Eleições com esta sua fantástica publicidade institucional:


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Rentrée: o regresso das minhas séries de eleição

O verão, com todas as suas coisas boas (e muito boas), é sempre um deserto no que diz respeito a séries televisivas. Com exceção deste ano, claro, que tivemos direito a sete intensos episódios de A Guerra dos Tronos. Mas, de resto, é sempre setembro que traz consigo a rentrée e as minhas séries de eleição. O primeiro regresso foi ontem, com o início da segunda temporada de This is us. 
Tanta foi a promoção à volta desta série no ano passado que lá convenci o marido a vermos o primeiro episódio, só para ver se valia a pena. E foi logo nesse primeiro episódio que ficámos completamente rendidos. Até o marido, que não aprecia por aí além séries familiares deste género, destaca esta série pela sua qualidade. Eu destaco-a também pela sua realidade, pela sua proximidade às vidas de todos nós. É como o próprio título indica This is us: Isto somos nós, nós personagens desta história, vocês, para lá do ecrã, personagens das vossas histórias.
É uma história sobre a família, sobre o amor, sobre as relações que criamos ao longo da vida. Sobre as mentiras que contamos e as verdades que escondemos e com as quais temos de viver. É sobre a ausência de entes queridos, sobre seguir em frente, sobre enfrentar o passado. Sobre descobrir o que a vida tem para nos oferecer. Sobre a vida. Tão simples e tão complexa no seu dia a dia.
E acho que é essa proximidade que a transforma no que é: uma série de todos nós. 
Começou ontem a segunda temporada e eu já tenho lugar marcado em frente da televisão todas as quintas-feiras às 22h20!



E para a semana é a vez da minha Anatomia de Grey, essa que é a minha série desde há quase 13 anos!