quinta-feira, 31 de março de 2016

Há um ano!


Há um ano que somos três. Há um ano que somos ainda mais felizes!
Parabéns filhote!!


segunda-feira, 28 de março de 2016

Panquecas para o pequeno-almoço!

Este fim de semana, decidi fazer panquecas para o pequeno-almoço. O marido alinhou porque a receita era toda saudável, sem açúcares nem farinhas - descobri-a através do Casal Mistério e parecia a receita ideal: fácil e deliciosa. Levava banana, ovos e canela. Até o filho podia comer (desde que eu não abusasse na canela)!
Preparei tudo, pus um nadinha de margarina na frigideira e toca de fazer a primeira panqueca. Que se partiu ao meio. Ah e tal, isto foi só a primeira tentativa! Segunda volta, segunda panqueca partida. À terceira também. Pronto, isto assim não dá, vamos lá mudar para a máquina de fazer waffles. Resultado: mais panquecas/waffles partidos e máquina toda suja.
Acredito que o facto de não ter a melhor frigideira para este fim aliado à minha falta de jeitinho tenha contribuído para as panquecas desfeitas. Mas depois a máquina veio provar que afinal a culpa não estava (toda) em mim e sim, possivelmente, na massa demasiado fina.
Já ando aqui com ideias de modificar ligeiramente a receita para um resultado mais compostinho. É que as panquecas, mesmo aos bocados, eram deveras saborosas! Então barradas com Nutella, nem vos digo! É mesmo obrigatório fazer uma nova tentativa, só para voltar a provar aquele pedacinho de céu!

Como devem calcular, não houve fotografias dos pedacinhos de panqueca, por isso deixo-vos aqui a imagem original, do blogue do Casal Mistério:


domingo, 27 de março de 2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Caiu-me hoje a ficha!

De hoje a uma semana, o meu bebé pequenino faz um ano. Um ano que passou a voar! Parece que foi ontem que estava a gozar os dias de sol do final da gravidez, a partilhar festinhas e pontapés na barriga, a sonhar e a imaginar como iria ser o Tiago. E já passou um ano!
O meu bebé já não é um bebé pequenino, cresceu neste ano que passou, começou a brincar, a comer, a gatinhar, a andar, a rir, a dizer adeus, mandar beijinhos, apontar para os pés e para as mãos e para a barriguinha... Aprendeu a dizer não, a fazer birra e a mostrar a sua irritação quando é contrariado. Já aponta para as coisas que quer, quando não consegue chegar a elas para as ir buscar. Já quer subir as escadas sozinho (mesmo que não consiga e a gente não o deixe). Já dança ao som da Deolinda e ri ao ver a sua foto no ecrã do telemóvel.
Está aqui, está um adolescente... Ou então ainda não, por favor, tempo, sê misericordioso com esta mãe que quer beber cada segundo com o seu filho, cada pedacinho dele desde que ele tinha apenas 47 cm e cabia no antebraço do pai até aos dez quilos que hoje transporto ao colo (mas não muitas vezes que ele é muito independente!).
De hoje a uma semana faz um ano. E neste ano, descobri que todos os clichês são verdadeiros. A vida muda totalmente. Ele é a melhor coisa do meu mundo. O tempo passa a voar. Mas eu espero que no futuro, como hoje, ele procure sempre a minha mão para o amparar no caminho! O meu bebé pequenino está um homenzinho!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Dramas na vida de uma mãe #16

Por muitos brinquedos e bonecos que tenham, as crianças sentem-se sempre atraídas pelas coisas dos adultos. Mesmo que sejam coisas tão chatas e enfadonhas para os adultos como molas da roupa e caixas de plástico. Ou talheres, tachos, panos de cozinha.... Vá, na verdade, tudo aquilo a que o Tiago consegue deitar a mão ao abrir os armários e as gavetas da cozinha lá de casa. 
Há dois armários que ele está proibido de abrir: os dos detergentes. Os restantes, tento sinceramente optar pelo menor dos males e entre ele andar a mexer nos botões da máquina da roupa ou da loiça ou espalhar-me as caixas plásticas pelo chão da cozinha, venha de lá o segundo que depois arruma-se tudo num instantinho. Exceto quando o instantinho só se consegue arranjar dali a uns bons minutos ou horas e durante algum tempo fico com a cozinha virada de pantanas e o caos instalado. Mais ou menos assim:

Gato escondido com o rabo de fora.

Afinal, aquilo tinha sido apenas o início...

terça-feira, 22 de março de 2016

Bom dia!!

Haja mais manhãs de sol, de calma e de doce de abóbora feito pela sogra (o melhor do mundo!)

sábado, 19 de março de 2016

Quem tem uns sogros assim...

...tem tudo!
Porque o meu sogrinho apanhou e a minha sogrinha descascou estas ervilhas fresquíssimas e deliciosas para o meu lanche!
E fizeram de mim uma nora muitoooo feliz! :)

Feliz dia papá!

Feliz dia a todos os papás desse lado.
Especialmente ao meu. E ao do meu filho. Os melhores do mundo!*



*Para mim e para o Tiago, claro está!

quinta-feira, 17 de março de 2016

Dias assim

Chegar tarde ao trabalho (porque fui fazer um exame) e sair cedo do trabalho! Cedo é como quem diz que, pelo menos durante as próximas duas semanas, este ainda é o meu horário de saída! E hoje cumpri-o rigorosamente, sem culpas, sem pensar duas vezes. Porque já falta tão pouco para acabar. E porque está sol. E porque ontem estive tão pouco com o filhote que hoje estou a morrer de saudades!
Apetece-me pegar nele e ir passear, andar nos cavalinhos ou no carrossel do parque, descobrir pedras e folhas como verdadeiros tesouros, olhar para cima para as copas das árvores e apontar com o dedo todos os carros que passam. Apetece-me pegar nele e enchê-lo de mimos e de beijos e de abraços muito apertados! E aproveitar. Aproveitar ao máximo enquanto ainda posso!

quarta-feira, 16 de março de 2016

Notícias que nos fazem chorar

Há coisa de um ano, por esta altura, recebi uma daquelas notícias que nos fazem chorar. De tão inesperadas, de tão importantes, daquelas que abrem mil raios de sol sobre um céu cinzento. A minha avó estava a andar! Depois de uma grave queda, de uma operação delicada e de uma recuperação perto de inexistente numa clínica privada e caríssima, eu já não tinha quaisquer esperanças. Para mim era assunto arrumado, a minha avó tinha ido para um lar e iria definhar, presa a uma cama ou a uma cadeira...
Não que hoje o destino da minha avó seja diferente. Infelizmente, dar uns passinhos no andarilho não é sinónimo de estar curada e apta para voltar para casa. Mas é sinónimo de alguma independência. É sinónimo de poder ir à casa de banho sozinha, de poder levantar-se da mesa quando terminou a refeição, de decidir onde se quer sentar, sem que tenham de ser outras pessoas a fazer tudo por ela.
Acima de tudo, é sinónimo de uma mente mais sã e mais ativa (fundamental para quem sofre de princípio de demência).
A minha avó, infelizmente, tem de estar num lar, onde é acompanhada 24 horas por dia e onde é muito bem tratada (nas palavras da própria!). Mas o pouco que anda e o muito que não esquece (ainda) permitem que a sua vida seja um pouco melhor. E a nossa também. Permite que lhe leve o Tiago e que ela o possa ver crescer. Permite que de vez em quando a levemos a passear só para estarmos juntos em família. Permite que continuemos a ter esperança.
A minha estava morta e ressuscitou com um simples telefonema: "Mana, a avó hoje levantou-se para nos cumprimentar!" E o muro de certezas negativas que me rodeava o coração desabou ao mesmo tempo que as lágrimas me corriam pela cara. Foi a melhor notícia que eu podia ter tido naquele dia. Apanhou-me desprevenida e tornou-me mais leve. Mais feliz (dentro desta realidade que é a da minha família). Mais crente. A vida lá sabe o que faz e como se deve resolver!
Nos entretantos, vamos mimando a minha avó como podemos! E que é pouco para o muito que ela sempre nos deu!

Ironia é...

Sair dez minutos mais cedo do trabalho para apanhar o autocarro. Chegar à paragem e perceber que só tenho autocarro daí da 15 minutos...
Enfim...

domingo, 13 de março de 2016

Ao domingo, publicidade! #106

Ainda a propósito do Dia Internacional da Mulher, deixo-vos aqui a nova campanha da UNICEF, a relembrar que ainda há muitas coisas a melhorar nisto de ser-se menina e mulher neste mundo. Mesmo em pleno século XXI. 

quinta-feira, 10 de março de 2016

Há dias em que nos sentimos giras!

Há dias em que nos sentimos giras. E outros em que nos sentimos muito giras. Mas o melhor mesmo é quando esses dias se sucedem e se transformam numa semana inteira em que nos sentimos super bem connosco!
Bem sei que estar mais magra (sim, agora até a balança já o confirma!) também ajuda. Mas acredito que a principal mudança foi mesmo o tal curso que fiz e de que já vos falei, com a Anita do Look a Day. Ainda não pus os ensinamentos todos em prática, nem reduzi o meu armário como deveria fazer  - antes pelo contrário, já comprei mais umas três ou quatro peças de roupa (mas também me desfiz de outras tantas) - mas sinto que as pequenas alterações que introduzi já estão a fazer efeito. Sinto-me mais elegante e com um estilo mais atual. Pelo menos na minha cabeça, que neste momento é tudo o que preciso. Porque é a minha cabeça que me transmite mais confiança e mais orgulho em mim. Sou eu que caminho mais direita e mais alta, contente com aquilo que vejo e sinto. OK, a parte do mais alta talvez se deva aos saltos altos que resolvi tirar do armário - que saudades que eu já tinha de andar de saltos, espero mesmo que o joelho e o filhote me permitam continuar a usá-los, ainda que em doses mais moderadas do que antigamente!
Mas tudo isto para partilhar convosco este momento de plena confiança e bem estar que estou a atravessar! Porque há dias, algumas vezes semanas, em que nos sentimos muito giras. E devemos tirar o maior partido possível deles!

Bom dia!



E para quem não gosta de café, existe sempre o chocolate!

quarta-feira, 9 de março de 2016

Adivinhem!!

O post anterior foi escrito ontem e agendado para hoje (sim, cometo esse terrível pecado que é escrever algumas coisas para publicar depois!). E entretanto já deixou de ser verdade. Não pelas minhas nódoas negras, que essas continuam cá a dar o ar de sua graça nos meus joelhos, mas sim porque... tchan tchan tchan tchan... adivinhem lá quem é que começou a andar sozinho ontem à noite?!
É verdade, sua excelência o pequeno Tiago finalmente largou os medos e os dedos da mãe e lançou-se à aventura. Primeiro dois ou três passos, depois ganhou-lhe o gosto e ficou eufórico com o nosso entusiasmo e toca de arriscar. Uma hora depois já quase andava a fazer piscinas, a andar na sala de um lado para o outro e até a mudar de rumo a meio da viagem. Com muitos risos e gritinhos à mistura, muitas quedas e uma birra descomunal a fermentar com tanta excitação. Mas isso são histórias à parte, vamos lá focar-nos no positivo! E tentar não pensar em todos os obstáculos e esquinas e paredes que, antes tão inócuas, são de repente perigos gigantescos aos olhos desta mãe. Mais um drama para acrescentar à lista, diria eu!

Dramas na vida de uma mãe #15

As nódoas negras...
As nódoas negras nos joelhos são um verdadeiro drama na vida desta mãe. Resultado de inúmeras brincadeiras com um filho pequenino que ainda não anda sozinho mas que delira com os jogos que fazemos juntos. Ele é jogar à apanhada de gatas (e sim, o Tiago percebe o conceito de fugir quando eu vou atrás dele, bem como de vir atrás de mim quando gatinho para longe), é jogar à bola e ao balão, é puxar e empurrar os carrinhos... Ele é guerras de cócegas - com vantagem e vitória sempre para a mãe! -, ele é rebolar no chão, dar saltos e rodopios, dançar até me sentir tonta de tantas voltas. E ouvir aquelas gargalhadas de pura felicidade, ver aqueles olhos grandes brilharem de prazer, aqueles bracinhos estendidos para mim, a pedir mais, mais e mais... Mais atenção, mais brincadeira, mais diversão, mais amor! Um amor que nunca me canso de dar, mais e mais e mais!
E como é que este texto tão lamechas pode ser um drama, perguntam vocês. E eu respondo: são as nódoas negras, senhores! As dores (principalmente no joelho direito que nunca mais voltou ao normal) ao andar de gatas no soalho do quarto, os estalos das articulações com tanto baixa-levanta e, principalmente, as nódoas negras nos joelhos. Que ainda consigo tapar com as meias opacas, agora que ainda é inverno. E quando vier o verão, como vai ser? É bom que aprendas a andar sozinho depressa, filhote, para a mamã não andar na rua com os joelhos nus e às manchas negras!

terça-feira, 8 de março de 2016

Estou numa fase da minha vida...

...em que o único exercício que faço é aquele que me leva, à hora do almoço, ao supermercado mais próximo para ir comprar um chocolate.

E depois, consumida pela culpa, toca de subir até ao segundo andar de escadas, para abater as calorias do chocolate que ainda não comi!

Dia da mulher...

Não me apetece escrever sobre o Dia da Mulher...
Ah e tal, é um dia importante, interessante, giro, engraçado... blá, blá, blá. Mas faz-nos sentir especiais e únicas. Ou então lembra as desigualdades e a luta que ainda se trava. Blá, blá, blá.
Blá, blá, blá...
Muita coisa pode ser dita. Mas não me apetece. O que me apetecia mesmo, hoje, era que este dia não existisse. Não fosse preciso existir. E pronto, é isso que me apraz dizer do Dia da Mulher, em 2016.

segunda-feira, 7 de março de 2016

A sério, S. Pedro??

A sério, S. Pedro?? A serio?!
Então eu falo em meia estação, em dias mais longos, mais calor e mais sol e tu respondes-me assim? Com mais frio e mais chuva? A sério?
Opah, mete lá o teu amigo inverno na gaveta que a malta quer é primavera! Sê um querido e faz o que pedi, sim? Não quero ter de ir buscar novamente as mantas e as lãs que já arrumei...

domingo, 6 de março de 2016

Diversão de domingo à noite

Preparar os almoços da semana do príncipe! Só coisinhas saudáveis para um bebé feliz :)

Ao domingo, publicidade! #105

Descobri este anúncio há pouco tempo na televisão. E conquistou-me imediatamente. Pela naturalidade, pela graça, pelo exagero engraçado de uma situação que até se aproxima da normalidade. E pelo casal que o protagoniza: adoro a parte do "eu não lhe chamaria um problema..." (quem de nós não pensa assim das nossas caras metades!) :)


quinta-feira, 3 de março de 2016

Peculiaridades das mulheres

Pomos base para esconder a coloração natural da pele. A seguir pomos blush para dar alguma coloração saudável à pele.
Hei de lá eu entender isto!*


*Sim, eu sei que a arte da maquilhagem é muito mais subtil e complexa do que isto, mas hoje de manhã não pude deixar de pensar assim...

quarta-feira, 2 de março de 2016

Meia estação

O meu marido ri-se com o conceito de meia estação e diz que as mulheres só o inventaram para poderem ter mais roupa. Não que eu goste de dar o braço a torcer mas tenho de concordar ligeiramente com ele. A verdade é que a meia estação é ali aquela época estranha em que se vê gente ainda de casacos de lã e outras já de mangas curtas, sandálias a conviverem lado a lado com botas, algumas pernas despidas e outros pescoços aconchegados por cachecóis.
Eu faço parte da trupe dos friorentos. Podem estar quase 20° mas se levanta uma pontinha de vento sinto-me logo mais próxima do inverno do que do verão e usar as pernas nuas só lá para maio e com sorte...
Mas este ano... Este ano, influência do tempo ameno que tem acompanhado o inverno e, principalmente, do curso que fiz sobre moda e estilo no final de janeiro, estou com muita vontade de largar as vestes de inverno e avançar a passos largos para a meia estação! Já me imagino a usar as minhas blusas, os blazers, os sapatos e as sabrinas... Roupa demasiado fresca para o inverno e demasiado quente para o verão. Roupa de meia estação. Conjuntinhos lindos que habitam na minha cabeça e que eu estou ansiosa de pôr no corpinho!
Ainda não me sinto preparada para pôr os casacos mais quentes de lado, mas estou em crer que vou arrumar as camisolas de lã!
Venha de lá essa meia estação! Estou preparada!

terça-feira, 1 de março de 2016

Olá, março!

Hoje começa um dos meus meses preferidos do ano!
Sim, é verdade que os meus meses preferidos compreendem-se ali entre maio e setembro, com mais duas semaninhas entre o Natal e os meus anos, mas também é verdade que março é um mês que me é querido por diversas razões.
Para começar, março traz consigo a primavera, as flores, os dias a crescer e o calor a aumentar. Março traz a mudança para a hora de verão e as tardes que são cada vez mais longas. A mudança dos casacos de abafar para os blusões de cabedal e dos cachecóis de lã para os lenços de seda. Das luvas para os óculos de sol. Do caminho vagaroso que vamos fazendo para o verão e as férias.
Março traz consigo imensos motivos para celebrar: ele é dia da mulher, dia do pai, dia da árvore e da poesia e da água e do estudante...
Março trouxe-me, já bem pertinho do seu fim, o meu filhote! Que está quase quase a fazer um ano! Um ano a alegrar a minha vida e a tornar-me uma pessoa melhor, mais completa, mais feliz.
Querem mais motivos para gostar do mês de março?
Que sejas muito bem-vindo! E que sejas ainda melhor (tarefa difícil) do que foste no ano passado. Acredito que sim!

O cúmulo do esquecimento

De manhã, já prestes a sair de casa e quase me esquecer de levar o lixo. Meter o saco do lixo no carro (há vários contentores a caminho da estação dos comboios) e arrancar. Só me lembrar que tenho o lixo no carro quando estaciono na estação, a minutos de apanhar o comboio...

Resultado: tive de deixar um saco de lixo doméstico dentro de um balde de lixo daqueles de rua. Era isso ou ficar o dia todo no carro... Em minha defesa, o saco estava bem fechado e não era muito grande. Ainda assim... Que vergonha!