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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Já gastei 100€ na Feira do Livro

Tempos houve em que eu, jovem despreocupada e sem contas para pagar, juntava mesadas, ordenados e trocos para ir gastá-los na Feira do Livro de Lisboa. Nesses tempos áureos, não havia e-books nem falta de espaço nas estantes, cheguei a gastar mais de 100€ em livros de uma assentada e, depois de cada visita à feira, ia de braços pesados, pés cansados e sacos cheios para casa.
Os tempos passaram e mudaram. Continuo viciada em livros e não me imagino sem a minha biblioteca em casa. Continuo a devorar leituras e a aumentar a minha lista de livros por ler. Mas entretanto desceu em mim uma onda mais conscienciosa no que à aquisição de livros diz respeito e já não compro compulsivamente (na maior parte das vezes). O Kindle e o acesso aos  e-books também ajudam a refrear a vontade louca de novas leituras, conto muitos livros emprestados e penso duas vezes antes de investir dinheiro. 
O fascínio pela Feira, contudo, não passou e sinto-me verdadeiramente feliz a cada visita que faço, ainda que saia de lá de mãos vazias. 
Embora continue a suspirar por alguns livros e a custar-me separar de outros, sei que não preciso de ser apressada, nem comprar coleções inteiras sem antes ler o primeiro para ver se gosto (já gastei muito dinheiro assim, com livros que acabei por não ler ou ler e nem gostar por aí além). Assim, suspiro, penso na pilha de livros por ler que habitam as minhas estantes e sigo caminho. Se valerem a pena, eu volto para os comprar e ler, eles não hão de desaparecer do mapa (vá durante uns sete/oito anos pelo menos). Seremos felizes juntos, ou então felizes na mesma. Enquanto isso, vou só fazer mais uma visita à Feira, que tem muito mais a oferecer e que me deixa feliz só por poder lá ir!

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Mood do dia

Enquanto recebo encomendas de livros tão fixes e acrescento mais uns quantos à lista de desejos de Natal. Não há volta a dar, livros são a minha perdição!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Quando tens umas unhas a condizer com a tua leitura do momento

É uma leitura leve e divertida (ao contrário do peso das 600 páginas que o livro tem), continuação deste outro que li antes das férias, e tem uma das capas mais bonitas de sempre. Nota-se que adoro esta cor, certo?


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Always

Eu, Alexx M., aqui me assumo: sou um bocadinho geek. Principalmente no que às minhas histórias favoritas diz respeito (e falo em histórias porque tanto podem ser livros, como filmes ou séries). Sou a miúda que teve por amigos imaginários as Tartarugas Ninja, saltava de um sofá para o outro a fingir que era a Rogue do X-Men, tem uma tatuagem da Disney no pulso, pediu à avó a edição de colecionador d'O Senhor dos Anéis como prenda de anos, escreveu uma fanfiction sobre o Final Fantasy X... enfim, e isto é apenas uma pequena amostra do rol de momentos que influenciam a pessoa que sou.
Tenho a sorte, ou não, de ter crescido numa altura em que ainda não havia montanhas de merchandising à venda e nunca fui nenhuma die hard fan de coisa alguma. No entanto, quando saiu o primeiro filme do Harry Potter, exultei de entusiasmo e entrei em delírio com as prendas de Natal desse ano: uma Snitch e uma Hedwig em peluche! Para além dos livros (e dos filmes, que adquiri mais tarde), a Hedwig é a única coisa que ainda tenho do Harry Potter. Até me ter deparado com este fio lindíssimo a que não resisti. 


Todos os fãs de Harry Potter sabem reconhecer neste fio 1) o símbolo dos Talismãs da Morte e 2) o momento em que todos deixámos de odiar o Snape para o passar a adorar (vá, eu não consigo adorá-lo, acho que um momento não apaga sete anos - SETE ANOS! - de feitiozinho horrível, mas admito que esta frase, esta palavrinha, é um dos marcos mais importantes para a comunidade de fãs). E fica ali tão linda! 
Não me parece que vá agora abrir uma caixa de Pandora e começar a adquirir tudo o que é material referente a filmes e livros e afins (vamos fazer de conta que não mandei vir também um mini porta-chaves do Thor), mas acho que posso abrir algumas exceções de vez em quando. Por exemplo, se me deparar com três ovos de dragão ou com uma lâmina valiriana!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Vício de mãe

Sou, por norma, uma mãe descontraída que acha que o seu filho não precisa de ter este mundo e o outro para ser feliz. Aceitei (e aceito) toda a roupa em segunda mão que família e amigos quiseram dar, usei imensa coisa emprestada, compro coisas na Primark e na H&M e na Zippy, não gasto dinheiro à toa em brinquedos, não ofereço prendas dispendiosas... No entanto, tenho um vício. Daqueles que não me consigo livrar dele, assola-me, invade-me, obriga-me a ceder aos meus desejos consumistas: livros! Volta e meia, lá estou a comprar mais um livro para o Tiago. 
Os motivo são vários. Primeiro, porque ele gosta efetivamente de livros e não dispensa a história antes de ir dormir; segundo, porque acredito mesmo que as histórias são uma boa forma de explicar certas coisas, de fazer compreender certas situações. E por isso, sempre que me deparo com um livro que sei que ele vai gostar, tenho sempre imensa dificuldade em resistir ao impulso da compra. Se cedesse à tentação, acredito que ele já não teria espaço para tanta leitura!
Ainda assim, de todos os vícios que lhe podia passar, acho que este é dos mais saudáveis e é mesmo daqueles em que pouco me importo de gastar dinheiro. E é uma daquelas coisas que dá um prazer tremendo. A ele e a mim!


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Regressar

De regresso ao trabalho, às rotinas, às viagens de comboio, aos momentos de leitura e à minha autora favorita!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Um mês para ler 135 páginas?

Um mês para ler 135 páginas?! Nem parece meu, que vergonha! 
Em meados de julho, sabendo que faltava pouco para as férias, comecei a ler o livro Crónica de una muerte anunciada, de Gabriel García Marquéz. Era um livro pequenino e, mesmo estando a ler no castelhano original, achei que dava mais do que tempo para o ler até chegarem as benditas férias. E teria dado, só que entretanto comecei a ir de carro para o trabalho, acabando assim com o meu momento dedicado à leitura durante a viagem de comboio. Ah e tal, mas como estou sem filho (a passar férias com os avós) dou conta do recado em casa. Pois teria dado, se não me pusesse a adiantar outras coisas e a terminar um curso online e a ver uns filmes em atraso e sei lá mais o quê. Resultado, foram duas semanas inteiras sem ler uma única página. Toca de levar o livro para as férias e, na passada semana, ainda consegui adiantar alguma coisa, mas mesmo assim não terminei o dito. Está quase a fazer um mês desde que comecei a ler este livro e nunca um livro tão pequeno me demorou tanto tempo a terminar. E estou a gostar da obra, fará se não gostasse!
De qualquer forma, as férias estão quase a terminar e com o regresso ao trabalho regressam também as viagens de comboio e as minhas rotinas de leitura - até porque já tenho o próximo livro, que comprei pouco antes de ir de férias, a querer saltar da prateleira!


terça-feira, 15 de agosto de 2017

Às terças-feiras

Vocês já sabem que, volta e meia, dou uma perninha ali na Revista Fábulas, a falar de livros e seus assuntos. Pois que, desde a semana passada, que há nova rubrica no estaminé, intitulada Uma história por dia, nem sabe o bem que lhe fazia e que fala dos livros que eu e o Tiago lemos antes de adormecer. Por isso, se estiverem interessados em algumas sugestões literárias para os mais pequeninos, apareçam por lá e vejam as minhas opniões e - mais importante - as do Tiago.
A primeira começou logo com o pé direito e com a coleção do Bolinha. Qual será o livro escolhido para hoje? Vão lá descobrir!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

As minhas primeiras leituras

“Há quem leia porque aos dez anos teve uma pneumonia e para matar as horas de aborrecimento não lhe ocorreu melhor coisa do que ler Stevenson. Até hoje. O curioso é que todas as pessoas, sejam ou não leitoras, podem falar da sua genealogia como leitores ou não-leitores, sempre com referência a uma contingência ou um mero acaso. Ou seja, o ato de ler não nasceu quase nunca de um ato puro de vontade ou da falta dessa vontade. Foi sempre a resposta a uma situação. Convém então repeti-lo: chega-se à leitura graças a um golpe de dados, quer dizer, a encontros e desencontros ocasionais”, explica Álvaro Magalhães.
Por causa desta citação deste artigo, hoje dei por mim a pensar nas circunstâncias da vida que me puseram neste trilho de leituras, nesta paixão gigante que são os livros. E sei que começou com os meus pais e com a minha avó. Lembro-me de ser muito pequenina e de a minha avó inventar histórias para eu comer a sopa - não eram livros, mas eram histórias, eram aventuras inventadas no momento, que alimentavam o bichinho da minha imaginação. À noite, sempre, a história antes de ir dormir e aqui o melhor contador era o pai, que nunca foi leitor assíduo (em toda a minha vida, lembro-me de o meu pai ler de fio a pavio apenas dois ou três livros). E as histórias e os livros faziam parte da infância.
Depois, aos sete anos, foi quando se acendeu "o fogo interior", a minha "caixa de fósforos imaginária", como diz o artigo. Estava no segundo ano do ensino primário e, numa sexta-feira, a professora, a querida D. Olinda que nos tratava mais como netos do que como alunos, anunciou-nos que, agora que já sabíamos ler, podíamos e devíamos ir escolher um livro da pequena estante ao fundo da sala para levar para casa e ler, e que o devíamos devolver na semana seguinte. Uma espécie de biblioteca improvisada ali na sala de aula, um contrato de leitura antes de o mesmo ser normal nas escolas portuguesas. Havia vários livros à disposição, mas lembro-me de ter pegado num exemplar velhinho d'Os Sete, da Enid Blyton. Já nem me lembro qual o título, mas lembro-me muito bem de ser o meu primeiro livro sem bonecos, sem imagens, o primeiro livro "a sério" - era um desafio, mas eu estava pronta. E adorei cada momento! Ficou ali traçado o meu percurso literário; nunca mais parei!
Claro que, para isso, muito contribuiu a minha mãe, já que quando cheguei a casa com o livro dos Sete, toda excitada com a nova aventura que ia viver, a minha mãe lembrou-se da sua coleção completa d'Os Cinco - "Se gostares desse, então vais gostar destes de certeza!". Li os 21 livros originais todos uns a seguir aos outros. E depois juntaram-se novas coleções: Uma Aventura, O Clube das Chaves, o Triângulo Jota, O Bando dos Quatro, os clássicos da Verbo, a coleção Profissão Adolescente, entre tantos outros. Ainda os tenho a todos guardados em casa dos meus pais, pode ser que um dia o fósforo do meu filho se acenda e ele queira imitar os passos de sua mãe. 
Pelo menos, já o começou a fazer com a coleção da Rua Sésamo que, mesmo ao fim de 30 anos, continua pronta para as curvas e para muitas leituras entre mamã e filhote.



quarta-feira, 5 de julho de 2017

Problema resolvido

Resolvi-o da seguinte forma: fui à estante e escolhi um dos maiores livros que por lá andavam em lista de espera! Vamos lá ver o que sai daqui...


terça-feira, 4 de julho de 2017

Dúvidas existenciais

Estou com uma dúvida existencial, quase de vida ou de morte, um dilema que tenho de ver resolvido para parar de pensar nele. O problema é que não é de fácil decisão, antes pelo contrário, as respostas são muitas e variadas, nenhuma está errada e eu não sei qual me vai fazer mais feliz. Então congelo, não consigo decidir levianamente, mas se pensar mais no assunto também não chego a conclusão nenhuma. Pego nas várias alternativas, analiso-as e volto a fechá-las. Até vos podia pedir opinião, mas as opções de cada um são tão diferentes que não íamos conseguir chegar a consenso. O meu problema, admito, é que quero muita coisa. E quero tudo agora, não sei o que querer primeiro. Mantenho-me no mesmo registo, mudo completamente de estilo? Escolho algo para passar o tempo ou quero ver-me embrenhada a fundo? Acima de tudo, quero escolher algo que me agarre, que me faça querer mais e mais, que me leve em aventuras e me fique para sempre na memória.
Posto isto tudo, uma vez que acabei hoje o meu livro, o que é que eu leio a seguir?


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Mais uma voltinha, mais uma viagem

Desta vez, rumo ao sul (sul é como quem diz, que é mais centro mas ainda assim a sul do Porto de onde parto hoje).
Bem acompanhada pela minha leitura atual, que mete demónios que se erguem do núcleo, guerreiros e curandeiras e mulheres que leem o destino em dados... Enfim, um festim para a imaginação! Bem como eu gosto, fantasia entretecida com as melhores histórias de intriga e poder e relações humanas.
Nos transportes e em carrinhas grandes e altas consigo ler bem (ontem vim para o Porto a ler tranquila), mas hoje estamos com um carro normal e cá para mim não vou conseguir ler sem enjoar, o que é uma pena porque era uma excelente maneira de passar as horas da viagem!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Nova leitura no pedaço

E um momento de lazer em várias semanas atribuladas. É pensar que já está quase, só faltam quatro semanas para o sossego e seis para as tão desejadas férias!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

quinta-feira, 30 de março de 2017

Chegar ao fim de um ciclo

Nas ultimas semanas, andei a reler os livros do Harry Potter. Os primeiros quatro, já os tinha lido muitas vezes antes, mas A Ordem da Fénix, O Príncipe Misterioso e Os Talismãs da Morte só tinham passado pelos meus olhos uma vez. Agora li-os a todos de seguida, com o mesmo entusiasmo, a mesma alegria de quando era miúda e descobria as maravilhas do mundo mágico de Hogwarts. E a magia estava lá, no universo criado pela J. K. Rowling mas também nas palavras postas no papel. É um dom raro conseguir escrever tão bem, contar a história de forma a encantar miúdos e graúdos de forma igual. E melhor ainda: fazer a história evoluir, acompanhando as aventuras e os pensamentos de um pequeno feiticeiro de 11 anos até ele se tornar um homem com todas as suas qualidades e defeitos.
O ultimo volume da saga, então, está a ser demasiado frenético, impossível de largar, quando dou por mim estou já toda curvada sobre o livro como se me pudesse aproximar mais e tombar para dentro do mundo contido naquelas páginas. Está a ser fantástico! E ainda me reserva surpresas apesar de já o ter lido e visto os filmes. É muito interessante lê-lo à luz de quem já sabe o final e descobre pistas ao longo do caminho. Está a ser viciante e já estou com pena de estar a chegar ao fim... Mas muito contente por ter regressado a estes livros que cresceram comigo. São, sem dúvida, um clássico incontornável da literatura infanto-juvenil.
E agora que estou quase a fechar esta saga, bem, acho que a seguir vou fazer maratona dos filmes do Harry Potter, só para permanecer um pouquinho mais neste mundo tão mágico!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

You will soon learn that mummy is a nerd


E sobre tantos outros, alguns que ainda não conheço mas que vou conhecer e vou partilhar contigo. Pegando-te, ou não, este bichinho que é viajar para outros mundos nas páginas de um livro ou nos frames de um filme. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Persepolis

Este livro foi-me emprestado há cerca de dois anos. Contudo, não era a altura para lhe pegar, não estava com a disposição certa, não tinha grande vontade de ler banda desenhada na época. E foi ficando, na estante lá de casa, não propriamente esquecido mas sempre ultrapassado por leituras mais prementes, que me apeteciam mais. 
Neste início de 2017, e graças a um desafio de leitura do blogue Efeito dos Livros na sua página de Facebook, lá lhe peguei, sem quaisquer expectativas. E que surpresa brutal que tive!
Sim, é banda desenhada. Sim é a preto e branco. Sim, li-o em inglês. Sim, conta a história de uma jovem iraniana, numa época e numa cultura que me são bastante desconhecidas. E foi a narrativa pessoal e despretensiosa da autora, enquanto nos relata a sua vida, a sua história, o seu mundo, que me cativaram por completo. Marjane Satrapi tem um traço e uma escrita cativantes, um humor fino e uma visão pessoal bastante objetiva. Dá-nos a conhecer o Irão antes da revolução islâmica de 1979 - um país de pensamento livre, moderno, culturalmente abrangente - e todas as mudanças que sucederam e que o transformaram naquilo que hoje é. Mostra-nos a resistência das pessoas, a repressão das autoridades, o medo, os castigos, as execuções, o desespero dos pais que preferiam enviar os filhos para longe do que permanecerem num país que transformava as suas crianças em soldados e, posteriormente, em mártires. Mostra-nos a vida ocidentalizada dos que fugiam e a perda de identidade da própria Marjane, sozinha num país europeu, onde não era nem ocidental nem oriental, onde era vista como uma estrangeira estranha, mas sem o ser na verdade.
Um livro que teve momentos de riso, momentos de reflexão, momentos em que cheguei às lágrimas, sem nunca ter olhado para a autora e protagonista da história com pena ou com outro qualquer sentimento que não fosse compreensão e solidariedade. Tal a forma como ela nos conta a sua vida. Os erros que cometeu, as vezes em que se sentiu culpada, perdida, sozinha, os disparates que fez e que quase puseram em risco a sua vida. E a mim tudo me pareceu normal, atos consequentes das circunstâncias da vida que lhe calhou. 
Gostei muito. Principalmente pela sua componente histórica, ainda que contemporânea, por me ter dado vislumbres de um país que tanto mudou mas de cuja mudança tão pouco se fala. No século XXI, é como se o Irão fosse assim desde sempre. E não o é. Mas, como a mãe da Marjane diz quase no final do livro, eles retrocederam décadas com a revolução islâmica e serão precisas gerações até conseguirem chegar novamente ao ponto onde estavam em 1979. 
Não sei se lerei mais obras da autora. Não é o meu estilo favorito. Mas valeu (muito) a pena ter conhecido esta história, valeu muito a pena terem-me emprestado este livro. Porque sei que será daqueles livros que não será esquecido. Obrigada.





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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Voltar a Hogwarts duas décadas depois

E se ontem vos contei que estou a reler Harry Potter (e a ideia é mesmo ler a saga completa de uma assentada), hoje continuo por Hogwarts, desta vez aqui:



«Eleito pelos utilizadores do Goodreads como o melhor livro de Fantasia de 2016, Harry Potter and the cursed child – Parts I & II* parte de uma boa premissa: voltar a Hogwarts 19 anos depois e contar a história do segundo filho de Harry Potter, enquanto nos mostra as vidas adultas das nossas personagens favoritas.
Albus Severus Potter é o segundo filho de Harry Potter e Ginny Weasley e cresceu à sombra da fama do seu pai. Um miúdo introvertido e calado que, por infortúnio, sorte ou destino, no seu primeiro ano em Hogwarts, é selecionado para os Slytherin e torna-se no melhor amigo de Scorpius Malfoy, filho do grande rival do seu pai. Como se isso não bastasse, tem ainda de lidar com os problemas típicos da adolescência e com um relacionamento cada vez mais tenso com o seu progenitor: duas personagens tão parecidas em tantos aspetos, mas que são incapazes de se compreender mutuamente. Isto leva Albus a querer destacar-se do seu pai, acabando por, em conjunto com Scorpius, criar uma série de confusões perigosas para o universo mágico numa altura em que Lorde Voldemort está novamente à espreita. No final, Albus precisará de toda a sua coragem, a par dos laços fortes da amizade e da família, para poder evitar que um grande mal seja feito.
Esta obra trata-se, na verdade, do guião da peça de teatro homónima (...)»
Continuem a ler a minha opinião, aqui.




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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Magia a caminho de casa

Ou como regressar à minha infância nas páginas de um livro. Um livro que está comigo há 17 anos e que já foi lido e relido várias vezes.
Hoje apeteceu-me pegar-lhe mais uma vez!






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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Em jeito de lista de desejos...

Há já algum tempo (meses) que não compro livros novos. Entre a pilha que tenho por ler lá em casa e os mil e um e-books que me aguardam no Kindle, gastar dinheiro em livros físicos torna-se um bocadinho fútil. E se há aqueles livros que eu tenho de ter na estante, outros há que fico muito satisfeita com empréstimos ou leituras mais digitais. 
Mas andava no outro dia a passar os olhos pelas montras das livrarias online e deparei-me com alguns livros que gostava de ler e que ainda não tenho (nem ninguém do meu círculo próximo). Deixo aqui alguns que nem são de ficção (e nem é porque estou quase a fazer anos nem nada *wink wink*):








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