E que vídeo arrepiante:
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Porque o desporto não se resume ao futebol :)
E que vídeo arrepiante:
domingo, 28 de setembro de 2014
Ao domingo, publicidade! #30
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
A caminho!
Aí vou eu a caminho do ginásio! Uau, quanta motivação, dirão vocês. Bem, uma vez que o cansaço ainda se faz sentir, eu direi que é mesmo a motivação que me faz ir hoje. A força de vontade faz toda a diferença. Até pode ser um treino curto, não muito puxado, mas pelo menos vou fazê-lo com vontade, porque hoje me apetece um bocadinho mais que ontem. Afinal tenho de compensar a preguiça de ontem!
Desejos
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Ir ou não ir, eis a questão
Há dias que são produtivos, enérgicos, cheios de vida. Há outros que não o são. Hoje é daqueles dias em que o cansaço pesa, as últimas noites mal dormidas cobram o seu preço e a energia esvai-se em meia dúzia de bocejos e de pálpebras teimosas.
Hoje queria ir ao ginásio. Preparei tudo ontem, com carinho e cuidado, as toalhas, a água, os ténis. Só que agora não me apetece. Vou a caminho e só penso: "e se hoje fosse para casa descansar?"
Sei que não devo ceder à preguiça e se fosse fazer alguma aula até me animava mais. Mas só vou fazer máquinas e já estou mesmo a ver o cenário: eu a arrastar-me na passadeira e a maldizer a hora em que decidi que ia treinar. E o treino, em vez de animado e produtivo, vai ser um martírio e um sacrifício, acabo por não me sentir melhor e não render nada. Mais vale arrumar o saco hoje e tirá-lo novamente amanhã. Pode ser que o espírito seja outro...
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
Ao domingo, publicidade! #29
Porque o romance não tem idade. E, pelos vistos, o McDonald's também não!
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
A pensar no natal...
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Se me saísse o Euromilhões, até casava! #2
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
So many clothes, nothing to wear!
Opinião: A Voz, de Juliet Marillier
A Voz
Sinopse: A surpreendente conclusão da trilogia que começou com Shadowfell, cheia de romance, intriga e magia.
Há um ano, Neryn nada tinha a não ser um Dom Iluminado que mal compreendia e o sonho vago de que a mítica base rebelde de Shadowfell pudesse ser real. Agora, é a arma secreta dos Rebeldes e a sua grande esperança de fazerem vingar essa revolta secreta contra o rei Keldec, que terá lugar no dia do Solstício de Verão.
No entanto, para se preparar, Neryn terá de procurar primeiro o ensinamento de mais dois Guardiães. Entretanto, Flint, o homem por quem se apaixonou, está no limite das suas forças enquanto espião na corte do rei e acumulam-se as suspeitas da sua traição.
A confiança dissipa-se de dia para dia quando a notícia da existência de uma outra Voz chega aos ouvidos dos Rebeldes: uma Voz leal a Keldec. Nas vésperas da insurreição, Neryn terá de descobrir uma forma de reconhecer - e explorar - a fragilidade do seu adversário. Em jogo, está a liberdade do povo de Alban.
Opinião
terça-feira, 16 de setembro de 2014
The dancing traffic light
Mas também confesso que sou fã de campanhas pela segurança rodoviária. E esta está demais! Neste sinal, até eu parava ;)
It's raining outside...
Ninguém diria que estamos em meados de setembro... antes se diria que o verão fugiu para outras paragens e que já não volta, de tal forma o céu cinzento e carregado pesa sobre nós. Não posso dizer que não gosto deste tempo. Não sou fã de chuva e vento, mas é a conjugação destes dois elementos com o frio que me deixa verdadeiramente chateada. Só que ainda não está frio. E embora o temporal que se faz sentir me dê vontade de tardes no sofá com bons livros ou bons filmes, enquanto vejo a chuva cair, também é verdade que ainda não estou totalmente com espírito de inverno. Por enquanto. Mais uns dias disto e sou bem capaz de me começar a queixar... Para já, limito-me a apreciar o som da chuva e a beleza da trovoada. segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Parabéns princesa!
Ela foi a melhor prenda que os meus pais me ofereceram, foi o meu primeiro amor maior. Ao longo dos últimos 23 anos, ela foi parte integrante de mim. Podia dizer muitas coisas, mas a verdade é que é inexplicável o nosso laço, é mais do que sangue, é mais do que amizade, é mais profundo do que tudo isso. Tem um feitiozinho do caraças e irrita-me como ninguém, mas é também aquela que me ama incondicionalmente e que por mim faria tudo. E é recíproco.
É a minha maninha, tão desejada, sempre amada e muito mimada. Somos diferentes como o mar e a terra, mas partilhamos a linha da costa que nos une sempre e para sempre. É essa a magia de sermos irmãs!
Parabéns pucanina! Adoro-te infinitos*****
10 minutos por dia podem fazer a diferença!
Raramente temos tempo. Porque, quando finalmente nos sentamos, só pensamos em descansar o cérebro por cinco minutos. Olhar sem ver a televisão, navegar sem interesse pelas páginas da internet ou pelo mural do facebook. Fechar os olhos e não pensar em nada.
domingo, 14 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Histórias de terror em 5 palavras
A minha escolha de história de terror para hoje: a número 18 ;)
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Bom dia, mundo!
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Opinião: O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez
O Guarda da Praia
«Sentada no terraço, coloquei a folha na máquina de escrever e... fechei os olhos, inspirando a brisa salgada. De repente, uma sombra arrefeceu-me a cara e, quando abri os olhos, ali estava de novo o invasor de propriedade alheia, descontraído como sempre.
Que é que vais escrever ali? - perguntou - me, apontando para a máquina.
- A história de uma mulher que vivia sozinha num prédio alto de uma cidade escura.
Torceu o nariz em total desaprovação.
- Porque é que não escreves antes sobre o mar ou sobre uma viagem?»
E é sobre o mar, e sobre uma viagem, e sobre tudo sobre ele, o Dunas, que a escritora solitária, em férias na praia, escreveu este livro surpreendente.
Opinião
E a surpresa foi grande. Se, enquanto criança, a vida livre e desregrada do Dunas, as suas palavras sempre assertivas, a sua ousadia e atrevimento me pareciam um exemplo de coragem, a criação de uma personagem forte, intensa e muito interessante; agora enquanto adulta não podia ter uma opinião mais diferente. Embora tudo o que disse antes se continue a aplicar, a verdade é que aos olhos de um adulto o Dunas me parece menos um herói e mais um menino irreverente e até malcriado às vezes. E a relação dele com a narradora, forte, profunda e poderosa, pareceu-me agora demasiado irreal e até um pouco forçada. E acima de tudo, foi isto o mais interessante que tirei desta segunda leitura deste livro: a forma como o livro se transformou nas minhas mãos por os meus olhos já não verem o mundo da mesma maneira.
Ainda assim, continua a ser um excelente livro infanto-juvenil, abordando temas fulcrais como o respeito pela natureza, os laços familiares e a cumplicidade que nasce nas amizades mais bonitas. Tudo pela voz de uma escritora que passa a ver o mundo com outros olhos, os olhos de um menino cheio de perguntas e de sonhos para a praia que é o seu mundo!
domingo, 7 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Opinião: Wicked Lovely - Amores Rebeldes, de Melissa Marr
Wicked Lovely - Amores Rebeldes
REGRAS: Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas, poderosas e perigosas, que caminham ocultas entre os mortais.
Não falar com fadas invisíveis.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas do século vinte e um.
Opinião
Seth e Keenan não podem ser mais diferentes um do outro - bem como o mundo dos mortais e o mundo das fadas, para onde Aislinn começa aos poucos a pender ainda que lute com todas as suas forças contra o seu destino. Mas será que uma rapariga inteligente como ela não consegue arranjar uma solução para o seu problema e ter o melhor dos dois mundos?
Ainda que o livro tenha uma aura escura e perigosa a cada página, é uma leitura rápida e divertida. É diferente dos restantes livros do género e, embora isso possa reduzir-lhe o número de fãs (não é a típica história feliz), permite chegar a outro público que prefere este tipo de leitura mais sombria em vez dos expectáveis romances cor de rosa. Não foi uma leitura que me tivesse apaixonado totalmente, mas foi o suficiente para me deixar curiosa com os volumes seguintes, que farei questão de ler também!













