quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Ser mulher
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Feliz como uma criança de cinco anos
Comentei há uns tempos que gostaria de ter uma daquelas maquinetas de cozinha com várias lâminas e que corta tudo aos palitos, às rodelas e aos cubos. O marido ouviu e, no sapatinho, lá estava a tal maquineta! (Calma, calma a quem já brada pelo sangue do homem que ofereceu à sua mulher um utensílio de cozinha! Dentro da maquineta também estavam dois bilhetes para irmos ver o espetáculo Mamma mia, esse sim o verdadeiro presente romântico!!)
Mas voltando à dita máquina: fiquei tão contente como uma criança de cinco anos com um brinquedo novo e ansiosa por usá-la! Aliás, prometi a mim mesma (e ao marido) que não a ia arrumar na prateleira como aqueles pequenos eletrodonésticos que às vezes compramos ou nos oferecem e depois nunca são usados porque dão mais trabalho do que outra coisa.
Meu dito e meu feito! Já a utilizei para cortar cogumelos aos cubos e, ontem, a pensar no almoço de hoje, toca de cortar batatas às rodelas para "fritar" no forno. Saíram perfeitas e uniformes, coisa que eu nunca conseguiria só com uma faca, e eu não fiquei com as mãos frias nem molhadas nem magoadas da faca. Adoro a minha nova maquineta! Já disse que a adoro? Pois, adoro!
Claro que também ajuda o facto de as batatas, depois de cozinhadas, terem ficado com um aspeto delicioso e irresistível. Quase que desejo que já seja hora de almoço para as poder comer todinhas, sem peso na consciência porque nem sequer são fritas!
Já vos disse que estou contente como uma criança de cinco anos? Ah, já... Ok. É que estou mesmo!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Gosto de livros...
domingo, 27 de dezembro de 2015
O Pai Natal existe mesmo!
Há muitos anos, pedi ao Pai Natal, com muita força e vontade, uma mana. No sapatinho, na noite de Natal, não havia bebé nenhum, mas, nove meses mais tarde, eis que chegou a mana tão esperada e desejada!
Este Natal, só pedi uma coisa ao Pai Natal: sol no dia 25. E depois de uma semana inteira de intenso nevoeiro e humidade, a manhã de Natal amanheceu solarenga e bem disposta. O dia perfeito para sair e ir gozar as prendas que se haviam recebido na noite anterior, o dia mais que perfeito para trocar as voltas à tradição e rumar a um restaurante em Moscavide para um almoço especial em família, com a avó, os tios e a prima, os pais, a mana, o marido e o filhote. Este lado da família não é muito grande (do lado do pai somos muitos mais, entre sete irmãos e quinze primos, mais mulheres e maridos, filhos e filhas), mas é o suficiente para fazer a minha avó ficar de coração cheio, de olhos brilhantes e de sorriso nos lábios. Pudéssemos nós tê-la sempre assim! Mas as pernas ainda fraquejam e a saúde ainda está precária, por isso um almoço e muito amor foi tudo o que lhe pudemos dar por agora. E muitos mimos e umas prendinhas e a foto da praxe com as netas e agora com um pimpolho pequenino lá no meio!
Soube a pouco. Mas soube a tanto!
E eu só tenho de agradecer ao Pai Natal que, nas prendas verdadeiramente importantes, nunca me falha!
Obrigada!
Ao domingo, publicidade! #95
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
É Natal! É Natal!
Para mim, o Natal celebra-se a 24 de dezembro, com o cair da noite, a família a chegar aos poucos e a juntar-se à mesa, o jantar nada tradicional sem bacalhau com couves, nem polvo, nem peru, mas com acepipes deliciosos, muita festa e diversão! A consoada do Pai Natal e dos presentes, dos risos e das memórias felizes! Da árvore enfeitada e das canções natalícias! Este ano com dois pequenos pimpolhos a alegrarem os nossos dias!
Falta-me apenas a minha avó, como vocês sabem, mas amanhã estaremos com ela e será um multiplicar de miminhos e beijinhos e amor! Porque a vida dá voltas e voltas e nós temos de nos adaptar às circunstâncias e tirar o melhor partido das mesmas. A felicidade, às vezes, é mesmo uma opção! E eu escolho sempre, sempre, ser feliz com o que a vida me dá!
E mais logo é Natal, já estamos a ultimar os preparativos e a encher a mesa, a fazer os últimos doces e a preparar as últimas decorações. É quase Natal! E eu gosto tanto desta época!!
Feliz Natal!
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Dar continuidade à tradição!
Todos os anos, em jeito de tradição familiar, as mulheres da minha família (a minha avó, a minha mãe, eu e a minha irmã) se reúnem na cozinha para fazer as filhoses de Natal.
No ano passado, com a avó no hospital a recuperar de uma queda e eu grávida de seis meses, optámos por pôr a tradição em stand by e comprar meia dúzia de filhoses apenas para não dizer que não havia filhoses no Natal... Mas não foi de todo a mesma coisa!
Este ano, no dia 21 de dezembro, precisamente dois anos depois (obrigada Facebook por me lembrares destas coisas), voltámos à cozinha. Ainda sem avó, com grande pena nossa, mas com muita vontade de não deixar morrer esta tradição que nos une durante uma manhã ou uma tarde inteira, que nos deixa os músculos todos doridos de bater e estender a massa, a garganta rouca da conversa e das gargalhadas, a roupa suja da farinha e a casa toda a cheirar a filhoses, a cheirar a Natal. Natal não é Natal sem as filhoses da avó Dina, agora feitas pelas netas com muito amor e carinho! Com o amor de quem carrega milhentas doces memórias polvilhadas com açúcar e canela, com o carinho de quem anseia que essas memórias perdurem para sempre, para nós e para as futuras gerações! Para deixar a avó (e a mãe) orgulhosas!
domingo, 20 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
O fado não é mau...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Sabes que precisas de férias quando...
...dizem na rádio "o Primeiro Ministo assegurou às famílias (...). Costa chamou (...)" e durante duas milésimas de segundo tu pensas "Oi? Costa? Então e o Passos Coelho?". E depois faz-se luz e percebes que estás mesmo a precisar de descanso!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Dramas na vida de uma mãe #13
Perco a conta ao número de vezes que arrumo os brinquedos do Tiago. Então ao fim de semana parece sempre que estou a apanhar bolas e cubos e peluches do chão de hora a hora. Vá, que exagero, é apenas SEMPRE que ele vai dormir uma sesta. O que acontece umas três vezes ao dia, mais a vez em que vai para a cama à noite.
Porque apanhas tu os brinquedos se daí a meia dúzia de minutos ele vai brincar outra vez com eles?, perguntam vocês. E eu respondo: Porque sim! Porque detesto ver a sala toda desarrumada e brinquedos espalhados pela casa toda. Sim, eu sei, com um filho pequeno a nossa casa nunca mais volta a estar impecavelmente arrumada. Mas uma coisa é ter cinco cadeiras pretas e uma cadeira de bebé azul à mesa, ou um cesto com os brinquedos num canto da sala, outra totalmente diferente é ter de andar a fazer equilibrismo por entre o labirinto de bonecos no chão. Não senhora, assim que o Tiago sai de cena, também saem os brinquedos dele, todos para dentro da caixa ou, aqueles que não cabem, arrumadinhos ao lado. Para voltar a ter uma sala de gente. Arrumada. Durante uma hora, vá!
Faltam dez dias para o Natal
É engraçado que, hoje de manhã, perguntavam na rádio qual tinha sido o melhor presente de sempre e eu não consigo lembrar-me de nenhum. Sim, tive Barbies e Nenucos e Polly Pockets e Legos... Mas isso não era o mais importante. Do que me lembro é das brincadeiras em família, de vibrar com a chegada do Pai Natal que nunca cheguei a ver (era esquivo, o malandro), mas que deixava sempre um saco de presentes junto da chaminé. Eu fazia uma lista com várias coisas que queria e depois cabia ao Pai Natal decidir o que me havia de dar. Nunca me dava tudo o que estava na lista, mas eu também nunca estava à espera de receber tudo; o que viesse era surpresa e era o melhor de sempre, todos os anos.
Hoje em dia ainda faço lista de Natal e nunca sei o que vou receber. Mas apercebo-me de que, nos últimos anos, a lista vai ficando mais pequena, menos importante. Este ano, por exemplo, são só coisas de que preciso; coisas fúteis, mas úteis (um cinto, uma mala, uma carteira...). Porque as prendas que quero mesmo, já as tenho: a minha família toda reunida à volta da mesa (até tu, avó, achas que nos esquecíamos de ti? Claro que não, dia 25 lá estaremos!), as crianças a crescerem saudáveis e a fazerem barulho e a brincarem uma com a outra; o meu marido; os meus amigos e os muitos almoços e jantares e até brunch de Natal; enfim, todas as coisas boas que a vida tem. Acho que a única prenda extra que pedia este ano era sol no dia 25 - o Pai Natal sabe porque é que seria tão importante para mim haver sol nesse dia. Fazes-me isso, Pai Natal? Em memória dos bons velhos tempos em que fugias antes de eu ter tempo de te ver? Obrigada! E um Feliz Natal também para ti... e para vocês!






