quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Ser mulher

Ser mulher no século XXI é ser dona de si própria, é vestir saias acima do joelho, camisolas acima do umbigo e biquinis que pouco ou nada tapam. É usar saltos altos, maquilhagem perfeita e unhas pintadas de tons fortes. É caminhar de cabelos ao vento, rir em voz alta enquanto se atira a cabeça para trás, usar as mesmas palavras e palavrões que os homens, sem vergonha de que uma senhora não se veste, nem anda, nem ri, nem fala assim. 
Ser mulher no século XXI é lutar pelo que queremos com unhas e dentes, não nos resignarmos com os preconceitos estabelecidos e sermos aquilo que queremos ser (advogadas, médicas, camionistas, presidentes da república!, filhas, amigas, esposas, mães!). É sermos donas de casa e também do trabalho e da maternidade e dos amigos e até das saídas à noite, porque somos capazes de (quase) tudo!
Mas... ser mulher no século XXI também é evitar ruas escuras e solitárias à noite quando estamos sozinhas; quando entramos num comboio escolhermos o banco ao lado do rapaz que vai a dormir em vez do do rapaz que vai acordado; nunca ter a certeza se aquele toque fortuito foi assim tão fortuito quanto isso. É também evitar contactos visuais diretos com homens que olham descaradamente para nós para evitar "dar ideias", morder a língua para não responder torto aos chamados "piropos" porque nunca se sabe que louco temos do outro lado e o que é que ele pode fazer. É viver com estes pequenos gestos, estas pequenas atitudes que, pensamos nós, nos protegem. Mas que nos limitam. Que nos tornam mancas e necessitadas destas pequenas muletas criadas a partir do medo. Não é receio, é medo. E revolta. E desonra. E vergonha. E medo, que nos inibe e limita.
E que limita também os homens, porque nos deixa, logo à partida, de pé atrás. Desconfiadas. Capazes de ler segundas intenções no mais inocente dos gestos. Porque já houve um dia em que um simples roçar de pernas no metro levou um maluco a perseguir-nos durante 20 minutos, em plena luz do dia, até o nosso coração saltar pela boca e nós entrarmos em pânico e afinal o tipo só nos tinha seguido para nos dizer como éramos bonitas. Só. Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o que para nós foi uma experiência angustiante.
Porque ser mulher no século XXI é bom, é ótimo, é fantástico. Mas ainda há vezes em que não o é. 
E tudo o que contribuir para erradicar essas "vezes", esse "medo inerente", para mim é bem vindo. Mesmo que seja algo tão controverso, tão simples, tão ridículo como legislar o "piropo". Ridículo mesmo é haver necessidade de o fazer, em pleno século XXI!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Feliz como uma criança de cinco anos

Comentei há uns tempos que gostaria de ter uma daquelas maquinetas de cozinha com várias lâminas e que corta tudo aos palitos, às rodelas e aos cubos. O marido ouviu e, no sapatinho, lá estava a tal maquineta! (Calma, calma a quem já brada pelo sangue do homem que ofereceu à sua mulher um utensílio de cozinha! Dentro da maquineta também estavam dois bilhetes para irmos ver o espetáculo Mamma mia, esse sim o verdadeiro presente romântico!!)
Mas voltando à dita máquina: fiquei tão contente como uma criança de cinco anos com um brinquedo novo e ansiosa por usá-la! Aliás, prometi a mim mesma (e ao marido) que não a ia arrumar na prateleira como aqueles pequenos eletrodonésticos que às vezes compramos ou nos oferecem e depois nunca são usados porque dão mais trabalho do que outra coisa.
Meu dito e meu feito! Já a utilizei para cortar cogumelos aos cubos e, ontem, a pensar no almoço de hoje, toca de cortar batatas às rodelas para "fritar" no forno. Saíram perfeitas e uniformes, coisa que eu nunca conseguiria só com uma faca, e eu não fiquei com as mãos frias nem molhadas nem magoadas da faca. Adoro a minha nova maquineta! Já disse que a adoro? Pois, adoro!
Claro que também ajuda o facto de as batatas, depois de cozinhadas, terem ficado com um aspeto delicioso e irresistível. Quase que desejo que já seja hora de almoço para as poder comer todinhas, sem peso na consciência porque nem sequer são fritas!
Já vos disse que estou contente como uma criança de cinco anos? Ah, já... Ok. É que estou mesmo!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Gosto de livros...

Gosto de livros que nos façam mergulhar nas suas páginas e nas suas histórias. Gosto de livros que nos arrebatem e nos transportem para fora daqui. Gosto de livros que me façam esquecer de onde estou. É por isso que estou a gostar tanto do livro que estou a ler. Porque hoje de manhã, em plena estação de comboios de Campolide, o meu comboio chegou e quase partiu sem mim tal era a minha concentração na leitura em mãos. Valeu-me o nanossegundo em que olhei para cima, portas abertas à minha frente e buzina sonora a avisar que se iam fechar, o salto que o coração e as pernas deram e já estava dentro do comboio a caminho do trabalho. E com muita pena de ter de interromper o momento mágico de leitura, pelo menos até à hora de saída...


domingo, 27 de dezembro de 2015

O Pai Natal existe mesmo!

Há muitos anos, pedi ao Pai Natal, com muita força e vontade, uma mana. No sapatinho, na noite de Natal, não havia bebé nenhum, mas, nove meses mais tarde, eis que chegou a mana tão esperada e desejada!
Este Natal, só pedi uma coisa ao Pai Natal: sol no dia 25. E depois de uma semana inteira de intenso nevoeiro e humidade, a manhã de Natal amanheceu solarenga e bem disposta. O dia perfeito para sair e ir gozar as prendas que se haviam recebido na noite anterior, o dia mais que perfeito para trocar as voltas à tradição e rumar a um restaurante em Moscavide para um almoço especial em família, com a avó, os tios e a prima, os pais, a mana, o marido e o filhote. Este lado da família não é muito grande (do lado do pai somos muitos mais, entre sete irmãos e quinze primos, mais mulheres e maridos, filhos e filhas), mas é o suficiente para fazer a minha avó ficar de coração cheio, de olhos brilhantes e de sorriso nos lábios. Pudéssemos nós tê-la sempre assim! Mas as pernas ainda fraquejam e a saúde ainda está precária, por isso um almoço e muito amor foi tudo o que lhe pudemos dar por agora. E muitos mimos e umas prendinhas e a foto da praxe com as netas e agora com um pimpolho pequenino lá no meio!
Soube a pouco. Mas soube a tanto!
E eu só tenho de agradecer ao Pai Natal que, nas prendas verdadeiramente importantes, nunca me falha!
Obrigada!

Ao domingo, publicidade! #95

Com a minha avó longe de casa há um ano, e tão perto de fazer 83 anos, este anúncio tocou-me especialmente. "Este Natal, mostra a alguém que é amado." Eu diria mais: durante todo o ano, sê delicado e gentil com as pessoas, principalmente com quem está só e longe dos seus. 
Espero que tenham feito a minha avó sentir-se amada neste Natal, no sítio onde ela está. Da minha parque, tento fazê-la sentir-se amada sempre que posso, sempre que o tempo e a distância o permitem. Porque ela é amada e, nesta fase do campeonato, é a única coisa que lhe posso mesmo dar: amor, carinho, muitos beijinhos e abraços e muito mimo. Tempo com o bisneto. Fotografias e lembrancinhas e telefonemas e recados pela mãe, que lá vai com mais frequência. Sabendo que ela está sempre no meu coração. E que ela nunca tenha de se sentir assim sozinha, embora eu saiba que às vezes se sente...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Última mensagem para o Pai Natal :)

É Natal! É Natal!

Para mim, o Natal celebra-se a 24 de dezembro, com o cair da noite, a família a chegar aos poucos e a juntar-se à mesa, o jantar nada tradicional sem bacalhau com couves, nem polvo, nem peru, mas com acepipes deliciosos, muita festa e diversão! A consoada do Pai Natal e dos presentes, dos risos e das memórias felizes! Da árvore enfeitada e das canções natalícias! Este ano com dois pequenos pimpolhos a alegrarem os nossos dias!
Falta-me apenas a minha avó, como vocês sabem, mas amanhã estaremos com ela e será um multiplicar de miminhos e beijinhos e amor! Porque a vida dá voltas e voltas e nós temos de nos adaptar às circunstâncias e tirar o melhor partido das mesmas. A felicidade, às vezes, é mesmo uma opção! E eu escolho sempre, sempre, ser feliz com o que a vida me dá!
E mais logo é Natal, já estamos a ultimar os preparativos e a encher a mesa, a fazer os últimos doces e a preparar as últimas decorações. É quase Natal! E eu gosto tanto desta época!!

Feliz Natal!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Dar continuidade à tradição!

Todos os anos, em jeito de tradição familiar, as mulheres da minha família (a minha avó, a minha mãe, eu e a minha irmã) se reúnem na cozinha para fazer as filhoses de Natal.
No ano passado, com a avó no hospital a recuperar de uma queda e eu grávida de seis meses, optámos por pôr a tradição em stand by e comprar meia dúzia de filhoses apenas para não dizer que não havia filhoses no Natal... Mas não foi de todo a mesma coisa!
Este ano, no dia 21 de dezembro, precisamente dois anos depois (obrigada Facebook por me lembrares destas coisas), voltámos à cozinha. Ainda sem avó, com grande pena nossa, mas com muita vontade de não deixar morrer esta tradição que nos une durante uma manhã ou uma tarde inteira, que nos deixa os músculos todos doridos de bater e estender a massa, a garganta rouca da conversa e das gargalhadas, a roupa suja da farinha e a casa toda a cheirar a filhoses, a cheirar a Natal. Natal não é Natal sem as filhoses da avó Dina, agora feitas pelas netas com muito amor e carinho! Com o amor de quem carrega milhentas doces memórias polvilhadas com açúcar e canela, com o carinho de quem anseia que essas memórias perdurem para sempre, para nós e para as futuras gerações! Para deixar a avó (e a mãe) orgulhosas!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O fado não é mau...

... já dizia a Deolinda. E eu concordo. 
Durante os meus anos de infância, os meus gostos musicais andavam noutras paragens, com os Onda Choc e os Starkids, depois com os Back Street Boys e a Britney Spears - era uma rapariga muito pop! - tal como nos restaurantes acabava sempre por pedir o bitoque porque já sabia que gostava e que não me ia desiludir. Mas à medida que fui crescendo, tal como fui experimentando novas comidas (algumas com grande prazer, outras nem tanto), também fui abrindo o meu leque musical a outros estilos. Passei pelo rock, pelo pop rock, pelo hip hop, por vários... E pelo fado. E aqueles acordes que tanto me incomodavam quando o meu pai punha fado a tocar nas viagens de carro começaram a fazer-me sentido, a tocar em mim. 
Hoje em dia, gosto muito de fado. Se gosto de todos? Não, claro que não. É como em todos os outros estilos musicais, não tem de se gostar de todas as músicas do mesmo estilo. Mas gosto de muitos fados. Principalmente os mais alegres, mais cantados, mais felizes.
Como este Dia de Folga da Ana Moura que não me sai da cabeça :)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Sabes que precisas de férias quando...

...dizem na rádio "o Primeiro Ministo assegurou às famílias (...). Costa chamou (...)" e durante duas milésimas de segundo tu pensas "Oi? Costa? Então e o Passos Coelho?". E depois faz-se luz e percebes que estás mesmo a precisar de descanso!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Dramas na vida de uma mãe #13

Perco a conta ao número de vezes que arrumo os brinquedos do Tiago. Então ao fim de semana parece sempre que estou a apanhar bolas e cubos e peluches do chão de hora a hora. Vá, que exagero, é apenas SEMPRE que ele vai dormir uma sesta. O que acontece umas três vezes ao dia, mais a vez em que vai para a cama à noite.
Porque apanhas tu os brinquedos se daí a meia dúzia de minutos ele vai brincar outra vez com eles?, perguntam vocês. E eu respondo: Porque sim! Porque detesto ver a sala toda desarrumada e brinquedos espalhados pela casa toda. Sim, eu sei, com um filho pequeno a nossa casa nunca mais volta a estar impecavelmente arrumada. Mas uma coisa é ter cinco cadeiras pretas e uma cadeira de bebé azul à mesa, ou um cesto com os brinquedos num canto da sala, outra totalmente diferente é ter de andar a fazer equilibrismo por entre o labirinto de bonecos no chão. Não senhora, assim que o Tiago sai de cena, também saem os brinquedos dele, todos para dentro da caixa ou, aqueles que não cabem, arrumadinhos ao lado. Para voltar a ter uma sala de gente. Arrumada. Durante uma hora, vá!

Faltam dez dias para o Natal

Faltam dez dias para o Natal e, a mim, parece-me ainda tanto tempo. Este ano, ao contrário do ano passado, com a queda da minha avó, já entrei no espírito: temos a árvore, temos os presentes, temos as músicas de Natal... Temos a consoada e o dia de Natal organizados e os presentes escondidos para serem trazidos pelo Pai Natal na noite de 24. O Tiago é demasiado pequenino e a minha sobrinha também, mas é desde cedo que se começam a criar tradições e a minha infância foi tão, mas tão feliz, que a quero replicar e ver a felicidade e a magia estampadas nos olhos do meu filho também, mesmo que ele ainda não perceba o que se está a passar nem como desembrulhar as prendas.
É engraçado que, hoje de manhã, perguntavam na rádio qual tinha sido o melhor presente de sempre e eu não consigo lembrar-me de nenhum. Sim, tive Barbies e Nenucos e Polly Pockets e Legos... Mas isso não era o mais importante. Do que me lembro é das brincadeiras em família, de vibrar com a chegada do Pai Natal que nunca cheguei a ver (era esquivo, o malandro), mas que deixava sempre um saco de presentes junto da chaminé. Eu fazia uma lista com várias coisas que queria e depois cabia ao Pai Natal decidir o que me havia de dar. Nunca me dava tudo o que estava na lista, mas eu também nunca estava à espera de receber tudo; o que viesse era surpresa e era o melhor de sempre, todos os anos.
Hoje em dia ainda faço lista de Natal e nunca sei o que vou receber. Mas apercebo-me de que, nos últimos anos, a lista vai ficando mais pequena, menos importante. Este ano, por exemplo, são só coisas de que preciso; coisas fúteis, mas úteis (um cinto, uma mala, uma carteira...). Porque as prendas que quero mesmo, já as tenho: a minha família toda reunida à volta da mesa (até tu, avó, achas que nos esquecíamos de ti? Claro que não, dia 25 lá estaremos!), as crianças a crescerem saudáveis e a fazerem barulho e a brincarem uma com a outra; o meu marido; os meus amigos e os muitos almoços e jantares e até brunch de Natal; enfim, todas as coisas boas que a vida tem. Acho que a única prenda extra que pedia este ano era sol no dia 25 - o Pai Natal sabe porque é que seria tão importante para mim haver sol nesse dia. Fazes-me isso, Pai Natal? Em memória dos bons velhos tempos em que fugias antes de eu ter tempo de te ver? Obrigada! E um Feliz Natal também para ti... e para vocês!

domingo, 13 de dezembro de 2015

Ao domingo, publicidade! #92

Este Natal, meti na cabeça que queria dar à minha sobrinha um "bebé". Ela tem muitos bonecos, brinquedos interativos, peluches, mas eu queria dar-lhe o seu primeiro boneco bebé, para ela brincar e tomar conta. E, relembrando os Nenuco do meu tempo, foi exatamente isso que fui procurar. Não queria nada muito sofisticado, com banheiras e berços que se pegam à cama da criança, nem nenucos que comem e que estão doentes e etc. Queria apenas um bebé. E encontrei este Nenuco Abracinhos, um bonequinho delicioso! Foi amor à primeira vista. Mas chiu, não contem a ninguém que é esta a prenda de Natal :)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Mood do dia

Hoje é segunda-feira, de chuva e frio, mas amanhã já é novamente dia de ficar em casa com os meus dois amores! E que bem que vai saber!


domingo, 6 de dezembro de 2015

Ao domingo, publicidade! #91

Este anúncio tem mais de 20 anos. E ainda passa na televisão, exatamente igual ao que era quando eu e a minha irmã éramos miúdas. 
Eu não tive uma Rosinha, mas a minha irmã, sim. Foi a boneca que o meu pai lhe comprou quando ela, aos quatro anos, esteve umas semanas internada na Estefânia com uma pneumonia chata. A minha irmã voltou para casa pouco antes do Natal, mas a verdade é que nem me lembro das prendas que recebemos nesse ano. Só me lembro da Rosinha e do que significou para a minha irmã (e para todos nós).
Fico feliz por, vinte anos depois, ainda haver Rosinhas para alegrarem a vida de tantas crianças!

sábado, 5 de dezembro de 2015

It's beginning to look a lot like Christmas!

Cá por casa fizemos hoje a árvore de Natal. As prendas já estão quase todas compradas. Já andamos a planear a consoada e o dia de Natal. Amanhã temos o primeiro encontro de Natal entre amigos.
E, por isso, declaro oficialmente aberta aqui no estaminé a época das músicas de Natal (que, como vocês sabem, eu a-d-o-r-o!).
Seja bem aparecido, Mr. Bublé. Já tinha saudades de o ouvir cantar assim:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

De ontem

O poder que uma saia nova tem: sentia-me gira, elegante, bonita. E isso transparece. As pessoas à minha volta elogiaram, repararam na saia, gostaram. Claro que para isso contribuiu o facto de a saia ser mesmo linda!
Prenda da mana, originária da C&A, tem agora a sua casa no meu armário, pronta para alegrar os meus dias :)


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Mãe Natureza

Vi este anúncio ontem à noite na televisão e fiquei de olhar preso ao ecrã, à espera da próxima frase, da próxima palavra. Uma sensação de admiração avassaladora. Um pequeno filme que não chega nem aos dois minutos e que contém tanto em si. A Mãe Natureza a falar e a dar-nos a todos uma lição. É mesmo obrigatório ver, ouvir e sentir:


Claro que, para além das belíssimas imagens e da edição fantástica que este filme teve, eu diria que grande parte do seu sucesso em ser um pequeno murro no estômago passa mesmo pela extraordinária Julia Roberts, que dá voz à Natureza num texto lido de forma simplesmente genial. Não tenho palavras para enaltecer o suficiente este anúncio. Posso apenas dizer que o mesmo me deixou encantada. Ao ponto de nem querer esperar por domingo para o partilhar aqui convosco! 

Ninguém merece!

Estar na rua a esta hora e com este tempo! :(