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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Se há uns anos me dissessem

Se há uns anos me dissessem que eu iria virar a mulher dos brilhantes nas unhas, rir-me-ia. Mas os tempos mudam, a moda muda e as pessoas mudam. E eu também. Felizmente. Gosto do meu eu atual. E gosto dos meus brilhantes nas unhas!

Verniz gel da Andreia Professional (Cf4 e C5)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

New nails of the week

Já não é surpresa para ninguém que me rendi ao verniz gel. Mantém as minhas unhas fortes (ao contrário do que acontece a muita gente), mantém o brilho intenso durante duas ou três semanas, não lasca, não se estraga, não se parte por dá cá aquela palha. Enfim, uma miríade de coisas boas. Demorei a acertar com a remoção, mas até isso agora já é fácil (ainda não é rápido eheheh) e é um tempo que eu uso para mim, enquanto vejo séries ou filmes.
E se, na maior parte das vezes mantenho uma manicura simples e elegante, de vez em quando dá-me para aventuras e testes e, agora que se aproxima a época das festas, decidi sair da zona de conforto e arriscar um pouco mais. Ao início, estranhei, depois entranhei e agora gosto imenso do resultado final!

Verniz Gel 240 e Pó Pink Chrome da Andreia Professional.

domingo, 12 de novembro de 2017

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

IN BEAUTY 2017: Guess who's going?



Ah pois é, bebé! Estou excitada como uma criança em vésperas de Natal. Ando a fazer a minha wishlist e já me avisaram para levar a carteira recheada que aquilo é a perdição. E eu estou curiosíssima.
Este blogue, vocês já perceberam bem, não é um blogue de moda nem de beleza, mas que as mesmas fazem parte da minha vida (cada vez de forma mais presente) é um facto ao qual não consigo fugir. E nem quero. Por isso, vamos lá abraçar este lado fútil e mimado, de menina de primeiro mundo, e ir deliciar-me com a In Beauty 2017, no próximo fim de semana!

domingo, 15 de outubro de 2017

Ao domingo, publicidade! #189

Confiar em nós próprios, sem medos do que nos torna únicos e especiais. É assim que atraímos as coisas boas da vida. E se o trabalho é tão "sério" que não aceita as nossas pequenas excentricidades, então se calhar não é o trabalho certo para nós. 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Até se pode ser o cúmulo da elegância

Até se pode ser o cúmulo da elegância e do bem vestir, não sair do salto alto e ter sempre um brilho de sofisticação à nossa volta. Mas garanto que ninguém, absolutamente ninguém!, mantém o ar sublime de diva quando vai a correr pela calçada portuguesa, cabelos desgrenhados ao vento, malas a baloiçar, "a deitar os bofes pela boca", como se diria em bom português, em correria desenfreada para ver se consegue chegar a tempo de apanhar o comboio!*

*E só para que conste, consegui mesmo, ainda que tenha sido à conta da dignidade da minha imagem! 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Fazer pendant

A minha irmã já me chamou parola, que as modas mudaram e agora são muito mais democráticas. A Anita, do Look-a-day, já explicou imensas vezes (ide lá ver o blogue dela, tem imensos textos nesse sentido) que as coisas todas a condizer são coisa do passado e hoje em dia dá para misturar tudo e um pormenor diferenciador, além de moderno, é chique e fica bem. 
Ainda assim, e por muito que já seja mais audaz no que há roupa e acessórios diz respeito, há uma coisa que ainda gosto de ver a condizer: as unhas das mãos e dos pés. Chamem-me antiquada, mas a verdade é que ter unhas verdes nas mãos e vermelhas nos pés faz-me uma certa confusão. Antes, tentava sempre pintar de igual, ou em tons muitos parecidos, mas desde que estou a usar o verniz gel nas mãos, essa tarefa torna-se mais difícil, uma vez que nem sempre tenho vernizes iguais. Ainda assim, tento ao máximo que haja uma certa harmonia cromática. Bom, bom, é quando consigo ter cores quase iguais!


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Da culpa

Diz-se que quando nasce uma mãe, nasce também a culpa. A culpa que nos passa a acompanhar para sempre: se o nosso filho cai, lá está a culpa porque o devíamos ter apanhado antes da queda; se ele se constipa, a culpa de não o termos agasalhado melhor; se ele tem uma noite menos tranquila porque fomos à festa com ele e o deitámos mais tarde, a culpa de o termos levado connosco; se fica com os avós, a culpa de nos irmos divertir sozinhos sem ele. Enfim, façamos o que fizermos, a culpa, sempre lá, sempre a chatear-nos e a moer-nos o juízo. E não nos resta mais do que aprender a ignorá-la, a viver com ela.
No entanto, tenho cá para mim que a culpa antecede os filhos. Pelo menos, no meu caso, tenho a certeza disso. A culpa porque não visito a minha avó as vezes suficientes, a culpa porque não telefono tantas vezes como devia aos meus pais e à minha irmã, a culpa porque não consigo estar sempre presente quando as amigas precisam de mim...
E a culpa mesmo nas situações mais normais e corriqueiras da vida: fui ao cinema com a minha irmã. O Tiago estava de férias com os avós, o marido foi para casa sozinho e eu fui jantar e ao cinema com a minha irmã. E passei a tarde a debater-me com o facto de ir deixar o meu marido sozinho em casa. Mesmo sabendo que ele não queria ir ver aquele filme. Mesmo sabendo que ele arranja mil e uma coisas para fazer que não requerem a minha presença nem a minha companhia. Que quando vai correr eu também fico em casa e está tudo bem. Mesmo assim, tive de convencer-me a mim mesma. Lembrar-me que estava tudo bem. Tudo por causa da culpa, que não é bem vinda mas que vem mesmo assim.
É um processo. É uma luta constante mas que travo com toda a energia. A culpa pode vir, mas eu não pretendo deixar-me influenciar por ela. Nem deixar de fazer a minha vida. Nem que seja preciso racionalizar cada opção tomada e repetir vezes sem conta: está tudo bem. Ninguém me julga. Ninguém exige mais de mim. Estamos todos bem. Vai-te embora culpa. Não tens razão de existir.


domingo, 9 de julho de 2017

Ao domingo, publicidade! #175


O que é isto? O que é isto exatamente? Depois de um excelente anúncio sobre a divisão das tarefas domésticas para ambos os sexos, eis que descubro esta pérola na Internet. Uma pérola carregadinha de preconceitos, ideias sexistas e conselhos de trazer por casa. Não, obrigada, mas não queremos pequenos gestos (como um iogurte líquido sem açúcar e gorduras e sei lá que mais), queremos apenas e tão só igualdade nas responsabilidades, nas tarefas, nas coisas da casa, dos filhos e da vida em geral.
E se, de vez em quando vier o tal gesto - na forma de um iogurte de que muito gostamos e que o marido comprou para nós - então melhor ainda. Iremos retribuir também!

domingo, 2 de julho de 2017

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Gosto muito, muito de mim

Tenho dúvidas e inseguranças, como toda a gente. Há dias que me sinto mais confortável na minha pele do que noutros, dias em que sou dona do mundo com umas calças de ganga e um par de ténis e outros em que "poderosa" é a última coisa que me sinto, muito atrás de outras coisas como "cansada", "desmotivada", "culpada". Há dias em que tudo coopera para me sentir linda, outros em que o cabelo não tem ponta por onde se lhe pegue, a roupa não assenta na perfeição, a barriga incha sem permissão, a maquilhagem esborrata porque sim. Há dias em que me sinto senhora de mim mesma, controlo tudo e tudo corre de feição, depois de repente ando a esquecer-me de compromissos, tudo acontece ao mesmo tempo e eu sinto que falho em todas as frentes. Nuns dias sou gaiata, sorriso fácil de quem tem a vida toda pela frente. Noutros sou mulher, mãe de família, mais responsável do que a própria idade me pede. E se achei que já tinha passado a fase em que já não me sentia miúda mas ainda não era mulher (foi lá para os meus 15 ou 16 anos, quando a Britney Spears lançou esta canção), nunca pensei que volvidos 15 anos ainda iria sentir mais ou menos o mesmo, ainda iria andar a procurar o meu caminho, descobrindo à medida que avanço nesta vida que nunca é em linha reta. Com a vantagem de que agora já sou mulher - posso sentir-me uma mulher muito miúda, mas sou mulher, capaz de tudo, mesmo que haja dias em que não me sinto capaz de nada. Felizmente, esses dias são pequenos e poucos. Muitas vezes esquecidos entre os dias grandes e muitos que me dizem que a coisa vai no bom caminho. Que faço um bom trabalho com a minha vida. Que as minhas decisões levam a trilhos felizes (não posso dizer finais, como é óbvio!, que esta viagem ainda nem a meio vai). E que, apesar da bipolaridade com que enfrento os dias, nesta magia única de ser mulher, procuro em cada pequena coisa a felicidade, a alegria, o brilho que o amor nos dá. Gosto de rir, gosto de amar, gosto de cuidar, gosto de viver ao sol. Gosto de criar a minha família e lutar sempre por ela. Gosto dos amigos que vou fazendo ao longo da estrada e que me acompanham pela vida. Gosto de me cuidar, de fazer por me sentir bem, de tratar de mim, alma e corpo. Acima de tudo, gosto muito, muito de mim!



domingo, 23 de abril de 2017

sexta-feira, 7 de abril de 2017

De 1 a 7, quantos dias da semana se sentem mesmo giras?

Começo eu: esta semana, 7!
E antes que pensem que estou armada em convencida, deixem-me dizer-vos que não, antes pelo contrário, até sou bastante realista: nunca serei uma beleza extraordinária, nem capa de revista, nem uma top model ou uma sex bomb. Sou perfeitamente normal, tenho umas ancas largas, um rabo grande, um nariz um tudo nada grande demais, um dente torto, uma barriguinha que teima em não desaparecer, estrias e celulite e um peito minúsculo.
Mas tenho uma autoestima que me acompanha na maior parte dos dias, uma consciência pessoal de que sou bonita à minha maneira, de que sou feliz e isso é a melhor beleza que se pode ter.
E depois há a roupa, os acessórios, a maquilhagem. E para isso muito contribuiu o curso de estilo pessoal que fiz com a Anita do Look-a-day. Não foi nenhuma revelação enorme, mas mudou algumas pequenas coisas para ser o suficiente para me começar a sentir cada vez melhor comigo e com a minha imagem. Tenho dias, claro, nem todas as semanas a resposta à pergunta do título é sete, mas pelo menos cinco. E cinco em sete é muito bom!
Comprar os tamanhos certos, optar por roupa que nos favorece, alargar a nossa cultura visual e sair da nossa zona de conforto, às vezes pode ser muito compensador! Quanto à parte de reduzir o armário e viver com menos peças de roupa, bem, ainda não cheguei a esse nível, mas já comecei a perceber a necessidade das peças do nosso armário serem diferentes entre si, serem originais e contribuírem para o nosso estilo. Não quer dizer que às vezes não atire com as regras todas para o galheto e não faça uma (ou várias) compras por impulso. Mas os ensinamentos ficaram cá e ajudam-me a sentir-me bem, cada vez melhor, com a imagem que se reflete no espelho. Ajudam-me a ser mais (e atenção ao mais) feliz.
Há pessoas para quem a roupa é só isso mesmo: roupa. Para mim, faz parte do meu estilo, da minha identidade. Realçam aquela beleza pessoal de que falava lá atrás. E, conjugadas com os restantes cuidados com a imagem (cabelo, unhas, acessórios, pele...) contribuem em muito para que me sinta gira (quase) TODOS os dias. E, no final de contas, é isso que se quer, certo?!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Compras

Ir às compras à procura de umas calças de ganga. Andar de roda da loja a ver todos os modelos para ver quais é que gosta (é que ainda por cima é esquisitinha!). Pôr de lado as skinny que não servem para um joelho que já foi operado duas vezes, pôr de lado as bootcut porque fazem lembrar a adolescência, mas já não encantam. Pôr de lado estas porque têm uma cintura descaída, aquelas porque têm rasgões, as outras porque a cor não agrada. Pegar em três ou quatro pares e ir experimentar.
Sair da loja com umas calças de verão, de um tecido leve e estampado, azul e branco, mesmo à medida!
Pois, ainda não foi desta que comprei as ditas calças de ganga! 

domingo, 8 de janeiro de 2017

domingo, 25 de dezembro de 2016

Ao domingo, publicidade! #148

E quando o Natal está em risco, a Mãe Natal está cá ara o salvar :)
A todos, um feliz, feliz Natal!





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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Verniz gel

Sou o tipo de pessoa que anda sempre de unhas pintadas. Por gosto e quase por necessidade, caso contrário passaria a vida a meter as mãos na boca e a roer os cantinhos das unhas. Com elas pintadas, andam sempre bonitas e airosas. Pelo menos durante três ou quatro dias, altura em que começam a mostrar pequenas lascas no verniz ou pequenas falhas.
De há uns tempos para cá, farta de ter de andar sempre de verniz atrás para dar retoques, farta de ter de arranjar tempo ao fim de semana (obrigatoriamente todos os fins de semana) para pintar as unhas - e nunca depois das quatro da tarde senão no dia seguinte tenho as unhas todas marcadas do calor da cama - comecei seriamente a pensar em investir em verniz gel. Experimentei uma vez há uns anos e a coisa não correu nada bem; ao fim de uma semana o verniz tinha saltado todo. Mas depois de ter feito algumas pesquisas, de ter conhecido várias pessoas que fazem em casa, de ver vários truques e dicas para uma maior durabilidade e eficácia... bem, a vontade foi crescendo. 
Antes de me lançar feita maluca a comprar o material todo para ter em casa, fui fazê-las a uma profissional, a Cristina, no salão Dina Nunes Cabeleireiros. E só posso dizer bem! Para começar, a Cristina é uma pessoa em quem tenho a máxima confiança, é uma excelente profissional e só trabalha com os melhores produtos. Depois, porque já vamos na terceira semana e o verniz continua aqui, lindo, brilhante e fantástico (não fosse pelo crescimento da unha e pareceria que as tinha feito ontem!).
Confesso que não sou nada in e que ir fazer as unhas ao salão me parece um total desperdício de tempo e de dinheiro quando as posso fazer em casa a ver a minha Anatomia de Grey ou a ler um livro no Kindle. Além de que não gosto que me mexam nas mãos, gosto de ser eu a tratar das minhas unhas e, felizmente, tenho jeito para isso. Se esta experiência com o verniz gel correr bem, estou mesmo tentada a comprar o material para fazer tudo em casa. 
Mas, por enquanto, vou continuar a fazer assim. Amanhã vou fazer a manutenção, tirar este verniz e pôr um novo. Depois digo-vos como correu!

PS: Não tirei foto das minhas unhas e agora, que já têm um crescimento de três semanas (e que eu detesto) também não vos vou mostrar! Mas, para não ficarem sem conhecer o trabalho da Cristina, aqui vos deixo as unhas da minha irmã (em gel):

Sim, tem um unicórnio pintado!




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domingo, 13 de novembro de 2016

Ao domingo, publicidade! #141

E, seguindo a publicidade da semana passada, ainda da Dove, ainda sobre a beleza real, sobre a nossa autoestima e quem pode fazer-nos sentir melhor ou pior...

domingo, 6 de novembro de 2016

Ao domingo, publicidade! #140

A Dove continua a apostar em mostrar ao mundo o que é a "Beleza Real". Desta vez, com um anúncio feito cá em Portugal, com homens portugueses. O que é para eles a beleza real, a beleza verdadeira? É aquela que toca o coração!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Equilíbrio e bem estar

Ontem comentei aqui que estou de dieta. Bem, não é bem verdade, é só mais ou menos. Depois de um verão totalmente desregrado em termos de alimentação, com muitos disparates, muitos doces, muitas festas, muita comidinha da boa, achei que estava na altura de voltar a meter limites na minha alimentação. Não entrei em dietas, não estou a passar fome nem a contar calorias, estou apenas a portar-me melhor e a fazer escolhas mais inteligentes. Desisti dos cereais de chocolate e caramelo ao pequeno-almoço, dos iogurtes gregos a meio da manhã e das bolachas a meio da tarde. Venci a preguiça de beber água (que é sempre uma luta constante, porque muitas vezes esqueço-me simplesmente, principalmente quando está mais frio) e, já que voltar ao ginásio não faz mesmo parte dos planos num futuro próximo, voltei a virar a minha atenção para as escadas, em vez dos elevadores e escadas rolantes.
Manter-me sempre muito hidratada ajuda a reduzir a retenção de líquidos, o inchaço e a vontade de comer (que muitas vezes é só vontade e não fome). Os lanches mais equilibrados, mais proteicos e menos açucarados, os rolinhos de fiambre de frango, os iogurtes magros, o leite com café e sem açúcar, as panquecas de banana e aveia, as delícias do mar e até as salsichas de aves, tudo coisas que me estão a dar prazer, sem carregarem o peso da obrigação. Estamos assim há duas semanas e estamos bem. 
Continuo gulosa como sempre, mas só na cabeça, porque o corpo não anda a pedir nada que não deva. Claro que, no sábado passado, fui almoçar com o marido e permiti-me alguns excessos na forma de umas sobremesas divinais. Mas se servir de consolo, na véspera tinha ido à Padaria Portuguesa, onde comi um pão escuro com fiambre de peru e bebi um sumo natural. Ir à Padaria e não comer qualquer coisa doce foi sem dúvida um esforço que foi compensado pelo almoço de sábado. E que me deixou contente. E equilibrada. Equilíbrio, é isso que procuro neste momento, não dietas, não emagrecimento forçado (embora a balança já esteja a refletir este novo cuidado), apenas equilíbrio e bem estar. Estou a chegar lá!