Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Do silêncio

Este fim de semana, tive direito a uma escapadinha romântica com o marido, um momento para recarregar baterias depois de termos andado todos doentes na semana passada. O puto ficou com os avós, no meio de muito mimo e brincadeira e os pais lá foram. Não fomos para longe, nem o objetivo era essa, queríamos apenas passar umas horas a dois, com calma, com tempo, com um fantástico spa à nossa disposição! E mesmo que no sábado tenhamos de ter partilhado a piscina interior e o jacuzzi, enquanto lá fora chovia a potes, com outras famílias, algumas com miúdos pequenos, a sensação de liberdade que se sente ao passar a tarde a ler ou a ouvir música ou a nadar sem termos de pensar em dar atenção a uma criança pequena é só assim maravilhosa. E no domingo, manhã cedo, spa só para nós, água quente, uma janela enorme e o silêncio. Só silêncio e água e paisagem. Só quem tem filhos pequenos que nos bombardeiam a cada segundo se pode tornar verdadeiro apreciador do silêncio. Porque sabemos que dura pouco. E aproveitamos ao máximo enquanto dura. Para regressarmos do fim de semana retemperados.


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Do amor

Almoço de mãe e filho, nos poucos dias de férias antes dos desafios do novo ano. Pequeno Tiago a comer uvas à sobremesa:
- Mãe, esta é do pai.
- Está bem, filho.
- Mas não comas, mãe. Esta uva é do pai, para eu lhe dar logo à noite (o pai está a trabalhar). Porque já não há mais uvas (mentira, mas se eu as ponho todas na mesa ele nunca mais para de as comer) e eu vou guardar esta para o pai.
- Está bem, meu amor. Vamos guardar essa uva para o pai.
- Sim, no ficofico.

Tenho neste momento uma taça com uma única uva lá dentro, guardada dentro do frigorífico, à espera que o pai chegue. Isto é amor.  

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Embrulhos de Natal

Há uns bons anos, trabalhei numa empresa de grande consumo e, nos dias que antecederam o Natal, para auxiliar os colegas das lojas, fomos "convidados" pela Administração a ir fazer voluntariado para as lojas. No primeiro dia, fui colocada a fazer embrulhos de Natal. Foi uma experiência desastrosa - eu não tenho o menor jeito e acho que as pessoas que vieram ter comigo para eu lhes embrulhar as prendas só não desistiram a meio do processo porque tiveram pena de mim e do meu esforço patético, mas estou certa de que, quando chegaram a casa, refizeram os embrulhos todos. Foi tão embaraçoso para mim que, no dia seguinte, pedi por tudo para que me pusessem noutra área qualquer, nem que fosse na peixaria!
Isto foi há sensivelmente nove anos. Entretanto casei, mudei de casa e, nos últimos dois a três anos, tenho sido a responsável por fazer os embrulhos de Natal cá de casa. O que faço com o maior gosto e prazer, ainda que admita que continuam a ter um aspeto bastante amador. Prendas quadradas ou retangulares (abençoados livros e caixas de bombons) são fáceis, até que ficam mesmo bem. Prendas com formatos mais estranhos, levam umas camadas de fita-cola a mais, para garantir que ficam minimamente aceitáveis. Mas também sei que, independemente do aspeto da prenda, o que importa é a alegria de quem a vai abrir, rasgando o papel com satisfação e propósito.
Hoje, dia 25 de dezembro, estou a embrulhar a última prenda de todas, nunca a menos importante, mas aquela que estava ali direitinha à espera que eu tratasse dela. Para mim o Natal é na consoada, como vocês sabem, mas quando há famílias pelas quais nos temos de dividir, o Natal passa a ter mais dias, todos aqueles que quisermos e precisarmos. E, por isso, hoje continua a ser Natal e ainda havia uma única prenda por embrulhar. Já está, embrulhada por mim com muito orgulho, amor e carinho. Porque mais do que um embrulho bonito, o que conta mesmo é um embrulho com amor.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Eu fiz um chá...

Ontem cheguei a casa já em cima das oito da noite: tirar sapatos, tirar casacos, lavar as mãos, fechar persianas, vestir a bata do Tiago para que ele pudesse pintar com canetas de feltro, ir aquecer o jantar, pôr a mesa, ir várias vezes ao quarto do Tiago responder às suas mil solicitações, chamá-lo para a mesa e começar a comer. Estando ele já despachado, pus um chá a fazer e ia começar a arrumar a lancheira e as coisas do ginásio quando o Tiago me disse que também me queria ajudar a fazer aquilo. Eu acedi e acabei por me sentar à mesa com ele (se há coisa que me faz confusão é deixá-lo a comer sozinho, não gosto, não consigo, paro tudo o que tenho para fazer para ficar com ele, na mesma divisão que ele, pelo menos).
Entretanto, o marido chegou. O Tiago acabou de comer e eu, que tinha de fazer um telefonema inadiável, deixei-os aos dois. Enquanto eu estive indisponível, o marido fez almoço para hoje, lavou a loiça, arrumou as lancheiras e as coisas do ginásio, respondeu às mil solicitações do filho, pôs roupa a lavar, estendeu a roupa, lavou os dentes, deu banho e deitou o Tiago, acordou quando o filho acordou com fome, deu-lhe comida e voltou a deitá-lo. E ainda me deu atenção. 
E eu? Eu fiz um chá. Porque sei que tenho o melhor marido do mundo, que me dá todo o apoio e com o qual posso sempre contar quando preciso. Ontem precisei de não ser mãe nem dona de casa durante algum tempo e ele esteve lá para garantir que eu não precisava de me preocupar. Ele está lá todos os dias. Todos. E eu, que fiz um chá a pensar nele, valorizo muito, mesmo muito, esta excelente equipa que nós somos!

sábado, 23 de setembro de 2017

Sabes que é um amor maior quando...

Sabes que é um amor maior quando, entre um grande desejo teu ou um grande desejo dessa pessoa, tu pedes ao universo que concretize o dela. Porque a felicidade dela é assim tão importante para ti. Porque o teu desejo pode esperar um bocadinho mais apenas para veres o sorriso de felicidade e o brilho nos olhos da pessoa em questão. Porque isso te fará também a ti feliz. Porque isso é amor!


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Filho de férias com os avós

Filho de férias com os avós é sinónimo de tempo a dois, de muito namoro, de muitas conversas nunca interrompidas, de companhia constante ou de planos de "crescidos" que não passam por contar mil vezes a mesma história ou cantar outras tantas a mesma música. É altura de matar saudades da vida a dois e acumular saudades da vida a três. É ainda melhor porque é temporário e não tarda temos o filhote de novo ao pé de nós!

domingo, 20 de agosto de 2017

Ao domingo, publicidade! #181

Um vídeo que devemos ver duas vezes, com dupla atenção. A história por detrás da história. Porque os nossos sucessos só o são com a ajuda dos outros. Sempre.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Desculpe, Sr. Rui Veloso

Desculpe, Sr. Rui Veloso, mas não posso concordar consigo. Eu bem que adoro esta sua canção, acho que foi das primeiras que aprendi de fio a pavio, ainda hoje a sei de cor e salteado. Mas ela encerra uma grande, tremenda mentira e eu não posso ficar impune.

Não se ama alguém que não ouve a mesma canção.

Ama-se. Ama-se sim, Sr. Rui Veloso. Ama-se porque o amor é muito mais do que apenas isso. Se me disser que não se ama alguém que não ouve a mesma canção e não vê os mesmos filmes, não come as mesmas comidas, não aprecia as mesmas viagens, não gosta das mesmas pessoas, não tem os mesmos objetivos de vida... Admito que a relação fica com muito pouco por onde sobreviver. Mas, como filha de pais com mais de trinta anos de casamento, cujos gostos musicais não podiam ser mais diferentes, tenho em mim e à minha volta exemplos verdadeiros que demonstram a falácia que é esta frase.
O amor é muito mais que a soma (ou subtração) das partes. E quando há mais partes a somar que a subtrair, então o amor é ainda maior, encontra o seu equilíbrio entre o eu e o tu e o nós, deixa-nos ser unos sem perdemos a individualidade que é nossa e que nos permite gostar muito daquela canção que o outro não suporta nem um bocadinho, reveste o outro de respeito e aceitação pelas nossas escolhas que são tão diferentes das dele. Sim, eu acho que o meu marido gostar de correr quilómetros e quilómetros faz dele um maluquinho, mas amo-o mesmo assim. Já ele acha que eu sou masoquista ao ver continuamente 13 temporadas de Anatomia de Grey e continuar a chorar baba e ranho com aquelas personagens, mas não me chateia com isso. Nem nos chateamos quando gostamos da música que o outro não gosta.
E, sim, já fomos a concertos apenas pela companhia e não pela música. Quer eu, quer ele. Mas nunca o fizemos por uma imposição - nem nunca quisemos fazer o outro sentir-se obrigado a ir. Isso já entra na área da manipulação, mais ou menos como tentar mudar o outro, empenhar um anel para ir a um concerto que já sabemos de antemão que o outro não vai gostar sem que ele queira ir. Será que se pensarmos a música ao contrário não vamos sentir alguma solidariedade com a moça que se viu quase aprisionada tipo lebre a ser perseguida: mas por que raio é que ela tinha de gostar daquela música?! Se calhar eu também fugia...
Ainda assim, continua a ser uma das minhas músicas preferidas de sempre :) 


A Paixão (segundo Nicolau da Viola)
Rui Veloso

Tu eras aquela que eu mais queria
P'ra me dar algum conforto e companhia
Era só contigo que eu sonhava andar
P'ra todo o lado e, até quem sabe, talvez casar

Ai o que eu passei só por te amar
A saliva que eu gastei para te mudar
Mas esse teu mundo era mais forte do que eu
E nem com a força da música ele se moveu

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no Rivoli

E era só a ti que eu mais queria
Ao meu lado no concerto nesse dia
Juntos no escuro de mão dada a ouvir
Aquela música maluca sempre a subir

Mas tu não ficaste nem meia hora
Não fizeste um esforço p'ra gostar e foste embora
Contigo aprendi uma grande lição
Não se ama alguém que não ouve a mesma canção

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no Rivoli

Foi nesse dia que percebi
Nada mais por nós havia a fazer
A minha paixão por ti era um lume
Que não tinha mais lenha por onde arder

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no Rivoli


domingo, 16 de julho de 2017

sábado, 10 de junho de 2017

Há seis anos

Há precisamente seis anos, teve início uma nova etapa de uma bonita história de amor. Como acham que tudo aconteceu naquele dia? 

a) Ele pôs-se de joelhos, pediu-a em casamento, ela aceitou e, depois de uma grande festa com toda a família e amigos, foram viver juntos e viveram felizes para sempre?

b) Decidiram unanimemente juntar os trapinhos, fugiram de tudo e de todos, tiveram um dia maravilhoso, foram viver juntos e viveram felizes para sempre?

c) Ele pegou num saco cheio de courgettes, foi a casa dela, deixou as courgettes aos sogros e levou-a a ela e às malas dela, passaram o dia a limpar e a arrumar, à noite sentaram-se exaustos no sofá, brindaram com um cálice de licor e viveram felizes para sempre?


Acertaram, é a resposta c)

É verdade que há casamentos que começam de formas mais românticas e cheias de glamour, mas o nosso sonho não era o casamento, a festa, o marco da relação. O nosso sonho éramos nós, a nossa casa, o brinde com licor de amora e de pijamas vestidos, o beijo de boas noites e de bons dias na manhã seguinte. Todas as manhãs seguintes, ao longo dos últimos seis anos. E assim continuamos a viver o nosso sonho, um ano de cada vez! Parabéns a nós!




segunda-feira, 15 de maio de 2017

Em semana de ir outra vez para fora

Esta semana vou estar longe de casa a semana toda. O trabalho assim o exige. E, em semana de ir outra vez para fora, deixo esta dedicatória ao marido, que fica a segurar as pontas - sozinhos, somos sempre capazes, mas juntos somos imbatíveis!

Sabe isto, é contigo a minha vida toda! É convosco a minha vida toda!
Até já, meus amores****

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sempre


Diz que hoje é dia de dizer coisas fofinhas à cara metade. 
Palavras para quê, se tudo o que te quero dizer é que te amo. 
Que te adoro. 
Que gosto muitooooo de ti. 
Sempre.
<3 span="">


domingo, 25 de dezembro de 2016

Ao domingo, publicidade! #149

E porque é Natal, não podia deixar de lado esta publicidade da Vodafone, que continua a apostar nas famílias e no mais importante desta época festiva: o amor!





Sigam-me no Facebook aqui.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Natal com a Avó!

Shhhh.... Quero contar-vos um segredo. Por isso, cheguem aqui que vou falar muito baixinho, como que para não tentar o destino: a minha avó vem passar o Natal a casa. 
A minha avó, que depois da queda de há dois anos nunca mais regressou a casa, que esteve internada, que teve de ir para um lar para ter acompanhamento permanente, que tem uma ligeira demência e que se baralha toda na cabeça, que é uma sombra da mulher que era há dois anos, que é a minha avózinha querida e uma segunda mãe, que tem o sorriso mais doce do mundo, que é parte de mim, a minha avó vem passar o Natal a casa! A minha avó, que caiu quando eu estava grávida e que nunca viu o Tiago recém-nascido, que nunca pôde correr atrás dele pela casa fora, que nunca fará parte das memórias dele como alguém tão especial como ela é; a minha avó que tanto esquece mas que pergunta sempre pelo bisneto, que fica de sorriso gigante e olhos brilhantes com cada fotografia e cada vídeo que lhe mostramos do Tiago, que contém as lágrimas de alegria quando o bisneto lhe dá beijinhos e as lágrimas de tristeza quando temos de vir embora, a minha avó vem passar o Natal a casa!
A minha avó vem passar o Natal a casa. Repito baixinho em género de mantra, como que para me convencer a mim mesma desta realidade que nunca esperei que pudesse acontecer. Não quero falar alto, não quero criar expectativas nem agarrar-me a falsas certezas. A situação é frágil, é delicada, e tem, por isso, de ser encarada com calma. Ao mesmo tempo que o meu coração se aperta perante a possibilidade de ter a minha avó e o meu filho juntos nesta época que para mim tanto significa. 
A minha avó vem passar o Natal a casa. E, Pai Natal, este ano eu só peço um bocadinho de saúde, dois dias de tranquilidade e alegria, muito amor, muitos mimos e muitos beijos - para que, quando ela tiver de regressar ao lar no domingo, vá de coração cheio. Não preciso de mais nada, apenas de ver que a minha família é feliz. 
A minha avó vem passar o Natal a casa. Que seja um Feliz Natal!




Sigam-me no Facebook aqui

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Sabes que tens

Sabes que tens:
  1. O melhor marido do mundo quando, a uma quinta-feira à noite, recebes mensagem de uma amiga a perguntar "Então, o jantar de amanhã mantém-se?" e te apercebes em pânico de que nunca mais te lembraste do dito jantar, os teus sogros estão ausentes, não tens ninguém que te vá buscar o miúdo e que, por isso, vais ter de cancelar e o teu marido diz-te que talvez consiga sair mais cedo, mas sem garantias. Na sexta-feira, à hora de almoço, diz-te que está a ter um dia ligeiramente caótico. Às cinco e meia da tarde, confirma-te que lhe vai ser impossível sair mais cedo e tu lá informas as tuas amigas que não vais poder ir ao jantar e, nem meia hora depois, recebes nova mensagem do marido a dizer "Já saí, consegui despachar tudo!". Só para que a sua querida mulher pudesse ir sair!
  2. O melhor filho do mundo quando, a meio do jantar, recebes um vídeo do marido com o filho a dar um beijinho de até amanhã, porque vai para a caminha e já não vai ver a mamã nesse dia.
  3. As melhores amigas do mundo quando, depois do jantar, lhes pedes para te deixarem na estação de comboios, porque ainda tens de ir de transportes públicos para casa e elas, em vez de te levarem à estação mais próxima, atravessam o Tejo para te ir deixar a casa.

Isto aconteceu-me na semana passada. Às vezes, o universo conspira para que tenhas um dia fantástico, outras vezes conspira para pôr na tua vida pessoas que façam tudo para que tenhas um dia fantástico. E eu só posso estar grata pelas pessoas espetaculares que eu tenho na minha vida e que me fazem tão feliz!


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Ser madrinha do amor

Foi há quatro anos que fui madrinha de casamento de uma das minhas melhores amigas, daquelas que são família. A acompanhar-me no papel de madrinha, estava outra amiga-irmã. Foi um momento muito feliz!
Passaram quatro anos e, daqui a dois dias, vou ser novamente madrinha de casamento. De outra amiga que é família. E a acompanhar-me, duas amigas-irmãs, uma do meu lado da noiva, a outra do lado do noivo. 
E eu só posso sentir o coração explodir de orgulho destas mulheres todas que fazem a minha vida tão melhor (não esquecendo as que não casaram e não são madrinhas, mas são também tão especiais).
Aos noivos de há quatro anos, parabéns! Por tudo, pela família linda que criaram, pelo amor que perdura, pela felicidade que há e que ainda está por vir.
Aos noivos que vão casar daqui a dois dias, tudo de bom! Hoje e sempre! Mesmo com os momentos mais difíceis, em que o amor mostra que realmente tudo consegue e tudo suporta e tudo vence. Vai ser um dia especial. E feliz. Porque vocês merecem!
A mim, não te esqueças de usar o teu vestido de madrinha cheia de honra, orgulho, alegria e amor! E de fazer este dia inesquecível para os noivos!

domingo, 24 de julho de 2016

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Amor é

Amor é o marido ir comprar frutas e legumes e, lá pelo meio, lembrar-se que eu já não tinha cereais e comprar também. Para eu hoje ter pequeno-almoço.
O amor está mesmo nas coisas mais pequenas!