sexta-feira, 30 de junho de 2017

Gosto muito, muito de mim

Tenho dúvidas e inseguranças, como toda a gente. Há dias que me sinto mais confortável na minha pele do que noutros, dias em que sou dona do mundo com umas calças de ganga e um par de ténis e outros em que "poderosa" é a última coisa que me sinto, muito atrás de outras coisas como "cansada", "desmotivada", "culpada". Há dias em que tudo coopera para me sentir linda, outros em que o cabelo não tem ponta por onde se lhe pegue, a roupa não assenta na perfeição, a barriga incha sem permissão, a maquilhagem esborrata porque sim. Há dias em que me sinto senhora de mim mesma, controlo tudo e tudo corre de feição, depois de repente ando a esquecer-me de compromissos, tudo acontece ao mesmo tempo e eu sinto que falho em todas as frentes. Nuns dias sou gaiata, sorriso fácil de quem tem a vida toda pela frente. Noutros sou mulher, mãe de família, mais responsável do que a própria idade me pede. E se achei que já tinha passado a fase em que já não me sentia miúda mas ainda não era mulher (foi lá para os meus 15 ou 16 anos, quando a Britney Spears lançou esta canção), nunca pensei que volvidos 15 anos ainda iria sentir mais ou menos o mesmo, ainda iria andar a procurar o meu caminho, descobrindo à medida que avanço nesta vida que nunca é em linha reta. Com a vantagem de que agora já sou mulher - posso sentir-me uma mulher muito miúda, mas sou mulher, capaz de tudo, mesmo que haja dias em que não me sinto capaz de nada. Felizmente, esses dias são pequenos e poucos. Muitas vezes esquecidos entre os dias grandes e muitos que me dizem que a coisa vai no bom caminho. Que faço um bom trabalho com a minha vida. Que as minhas decisões levam a trilhos felizes (não posso dizer finais, como é óbvio!, que esta viagem ainda nem a meio vai). E que, apesar da bipolaridade com que enfrento os dias, nesta magia única de ser mulher, procuro em cada pequena coisa a felicidade, a alegria, o brilho que o amor nos dá. Gosto de rir, gosto de amar, gosto de cuidar, gosto de viver ao sol. Gosto de criar a minha família e lutar sempre por ela. Gosto dos amigos que vou fazendo ao longo da estrada e que me acompanham pela vida. Gosto de me cuidar, de fazer por me sentir bem, de tratar de mim, alma e corpo. Acima de tudo, gosto muito, muito de mim!



quarta-feira, 28 de junho de 2017

O tipo de pessoa que sou

Aqui há dias, fui comprar uma caixa de chocolates para uma amiga e ela deu-me um. Guardei-no na gaveta do trabalho, pensando salvá-lo para um daqueles dias mesmo maus em que me apetecesse qualquer coisa doce. Ainda não tive dias maus, mas adivinhem lá o que aconteceu ao chocolate no segundo dia? Pois. Nenhum chocolate (fora o chocolate preto) está a salvo comigo. É esse o tipo de pessoa que eu sou... 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Muffins de ovo e legumes

A pedido de várias famílias, aqui fica uma receita rápida, fácil, económica e, o mais importante, deliciosa que fiz no outro dia para um brunch com amigos.



Ingredientes

Confeção
  • Bater os ovos até ficarem fofos e homogéneos, juntar um pouco de leite e temperá-los com noz-moscada, sal, salsa, tominho e uma colher de chá bem cheia de Knorr Tempero 100% natural - legumes.
  • Cozer os legumes, congelados, em água fervente e temperados com um pouco de Knorr, sal e alho em pó sem deixar que fiquem demasiado moles.
  • Retirar os legumes da água e dividi-los em pequenas formas de silicone, ocupando mais ou menos metade da forma.
  • Deitar por cima o ovo, tendo o cuidado de encher apenas dois terços da forma (os ovos vão crescer ao cozinhar). 
  • Colocar as formas no formo pré-aquecido a 200º C e deixar cozinhar durante cerca de 15-20 minutos ou até espetar um palito e o mesmo sair seco.
  • Retirar do forno, deixar arrefecer e desenformar.

Como podem ver, é uma receita facílima, que se faz num instante.
Não vos dou medidas certas, porque depende muito da quantidade que querem fazer e do tamanho das formas que vão utilizar (para 16 muffins, eu usei 7 ovos, meia chávena de leite e meio pacote dos legumes congelados). As minhas formas não eram de silicone e tive algumas dificuldades na remoção dos muffins - as de silicone devem ser mais fáceis por serem maleáveis.
Espero que gostem! 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O fio

Ele sabia que não era intencional. Apesar de terem passado as últimas semanas a namoriscar incessantemente, apesar de este ser um "encontro oficial" e de ela se ter produzido um bocadinho mais do que de costume, ele sabia no seu íntimo que não era intenção dela provocá-lo. Não daquela maneira. Não de forma a que todo o corpo dele ansiasse por tocar-lhe exatamente naquele ponto mesmo abaixo do pescoço, onde os dedos dela passavam inconscientemente. Agarrando o fio, segurando-o, ajustando-o acima do decote da camisola. Em vão. Nem um minuto depois, bastava que ela abanasse levemente a cabeça, e o fio escorria-lhe pelo peito para se esconder naquele lugar secreto, que ele apenas podia imaginar. E ele, incapaz de tirar os olhos das mãos dela, do fio, do decote...
- Estás a ouvir-me?
- Hã? Sim, claro!
Focou-se nos seus olhos, pequenos, brilhantes e risonhos. No seu sorriso amoroso, meio tímido. Na conversa por  sobre um café e um pastel de nata. Gostava dela, gostava muito dela. Acima de tudo, da sua honestidade, do quão verdadeira e real ela era. Por isso é que ele sabia que não era intencional. Porque ela não era do tipo sedutora nata, porque se atrapalhava de cada vez que acertava o fio, baixava os olhos e os ombros, exalava como num suspiro, como quem quer corrigir uma coisa que, aos olhos dele, era já tão perfeita: o fio caído no decote da sua camisola, escondido no seu peito, tocando-a, roubando-lhe a atenção. A ela e a ele. Que queria de uma vez por todas tirar-lhe aquele fio e tudo o resto e reclamá-la como sua. E ela que nem fazia ideia.
Sorriu-lhe docemente e ele devolveu-lhe o sorriso. Ela levantou a mão mas ele foi mais rápido e, tocando-lhe o pescoço (e o maldito fio), olhou-a intensamente e disse-lhe - És deslumbrante! 
Ela pareceu iluminar-se. Engraçado como, às vezes, os nossos gestos menos conscientes são os que maior efeito provocam nos outros.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Das férias

Já passou quase uma semana desde que vim de férias e ainda estou de ressaca das mesmas, de tão boas que foram. Foi só uma semana e, ainda que eu bem gostasse, não foi só descanso e preguiça. Isso é impossível com um filho de dois anos que é uma pulga elétrica e que está naquela bonita fase de testar limites. Pode ser que daqui a um ano ou dois eu já me consiga deitar na espreguiçadeira ou à beira-mar tranquilamente a ler um livro, mas, por enquanto, isso ainda é uma miragem.
Aproveito estes dias para viver mais o Tiago, para ver como ele cresceu, como já domina o parque infantil e tudo o que é escorregas e baloiços e afins; como adora água, mas tem algum receio da mesma; como apesar de ser tão independente do alto dos seus dois anos, ainda precisa tanto de nós, nem que seja para trocar as fraldas já que o desfralde ainda está longe de acontecer.
Aproveito estes dias para lhe proporcionar novas experiências: apanhar fruta das árvores, procurar pinhões, parti-los à pedrada e comê-los; ver vacas e ovelhas e burros ao vivo e de perto; correr na relva, apanhar flores silvestres, soprar dentes-de-leão e pedir desejos. Coisas simples, pequenas, mas que são novas aventuras e que fazem memórias boas e felizes. Para ele e para nós!


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Destas coisas da alimentação

Desde que me lembro de ser gente, lembro-me de a minha avó e a minha mãe cozinharem com os cubos de caldo Knorr. É algo que está enraizado na minha memória e também no meu paladar. Ainda hoje, em minha casa, a Knorr é companhia constante na cozinha - nos seus eternos caldos em cubos, nos molhos, nas sopas, nas massas... é salvadora de jantares rápidos quando não há grandes opções no frigorífico; até o Tiago já provou a fantástica sopa de cogumelos selvagens e, logo ele que não gosta de cogumelos, adorou e comeu a sopa toda do pai.
Por isso, quando fui selecionada para participar numa campanha e experimentar os novos temperos em pó com ingredientes 100% naturais, fiquei super contente. Os produtos chegaram a minha casa, numa caixinha toda bonita e com um livrinho de receitas bem catita a acompanhar (já tenho os lombos de pescada com crosta de aveia debaixo de olho). 





São dois novos temperos em pó - de carne e de legumes - feitos com ingredientes de origem natural. Eu, que sempre cozinhei com Knorr, mas que tento sempre apostar numa alimentação cuidada e equilibrada (ainda mais com o Tiago), fiquei satisfeita por ver uma marca que me é querida acompanhar as preocupações alimentares desta nova geração, apostando em opções mais saudáveis mas mantendo todo o sabor nos seus temperos. 
E já pude comprovar que o sabor é realmente delicioso. Ainda só experimentei o de legumes: fiz uma massa cozida com manteiga e caldo Knorr (a maneira tradicional de cozinhar massa cá em casa), para testar numa receita já conhecida e nota-se efetivamente um sabor muito agradável. 
Depois, dei largas à imaginação e com o mesmo tempero de legumes, fiz um salteado de camarão com espinafres acompanhado de batata doce e abóbora manteiga no forno, bem temperadas com Knorr, pois claro. Estava para lá de bom! A repetir, sem dúvida!





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Até ao verão

Venho das férias com um quilinho extra (ai as panquecas e os croissants ao pequeno-almoço, ai as batatas fritas às refeições, ai as sobremesas do buffet e os gelados a meio da tarde). Mas não faz mal, porque agora vou retomar a minha alimentação normal e ter alguns cuidados extra. Como diz uma das bloggers mais famosas do pedaço, #atéaoverãoficoboazona! Ai o verão chega hoje? Então... então, mas... e agora?


terça-feira, 20 de junho de 2017

O corpo regressou, mas o coração ainda não


O meu corpo já regressou das férias, mas o meu coração ainda não...

O espírito ainda é este: roupa fresca, colorida e ténis. A vontade ainda é esta.


domingo, 18 de junho de 2017

Coração pequenino

Acabei de chegar a casa, vinda de uma excelente semana de férias. Cheguei à minha casa onde o imenso calor que se sente é só o do dia, a escuridão é só dos estores fechados, as coisas estão todas seguras e nos sítios, as pessoas estão todas bem e de saúde.
Acabei de chegar a casa e deixar para trás, numa terra onde não está tanto calor, onde há praia e mar e piscina e avós fantásticos para tomar contar, o filho. Fica de férias mais uma semana, que as férias com os avós são das melhores coisas que lhe posso dar como tantas vezes refiro por aqui. Mas hoje deixei-o de coração pequenino. Custou-me vir embora e não o trazer comigo, junto ao peito, embalado nestes braços protetores de mãe.
Ele ficou bem, eu sei que sim. Mas as notícias com que me deitei ontem e hoje acordei, a tragédia que se abateu sobre tantas pessoas (entre mortos, feridos e todos os que não sabem nada dos que amam), o drama que se vive atualmente em Pedrógão Grande, deixa-me sem ar e de lágrimas nos olhos. Saber que uma amiga passou a noite toda sem ter notícias do marido que está lá numa aldeia, saber que uns pais foram em lua-de-mel e de repente perdem um filho, saber que há famílias inteiras que morreram juntas, em desespero, a tentar fugir pelas suas vidas. Não parece real. Mas é. E isso é o que custa mais. E é por isso que, nas tragédias da vida, só queremos ter os nossos por perto, apertá-los bem, dar a mão ao marido durante a viagem para casa, segurar o filho no colo e dar-lhe muitos beijinhos. E protegê-los de tudo.
Mas não posso proteger os meus do mundo lá fora. Por isso, refreio o coração pequenino, dou espaço à razão e deixo-os voar. O filho ficou com os avós. Já acordou da sesta, está a lanchar iogurte e melancia fresquinha, a seguir vai para a piscina rir e brincar e ser feliz. E é na felicidade dele que eu encontro a minha paz. Mesmo que continue de coração apertado por todas as pessoas que hoje não terão descanso, nem risos, nem paz. O meu coração pequenino está com elas.

Ao domingo, publicidade! #172

terça-feira, 13 de junho de 2017

Alentejo do meu coração

Há qualquer coisa de mágico no entardecer alentejano. Sabe sempre a casa, a infância, a família!
De férias a três, nuns diazinhos longe de tudo, mas perto do local a que chamo terra (embora nunca tenha chamado terra à Mina - de S. Domingos -, terra dos meus avós e do meu pai). Até o ar cheira a casa! Um retiro para recarregar baterias. E aproveitar estas paisagens de encantar!

sábado, 10 de junho de 2017

Há seis anos

Há precisamente seis anos, teve início uma nova etapa de uma bonita história de amor. Como acham que tudo aconteceu naquele dia? 

a) Ele pôs-se de joelhos, pediu-a em casamento, ela aceitou e, depois de uma grande festa com toda a família e amigos, foram viver juntos e viveram felizes para sempre?

b) Decidiram unanimemente juntar os trapinhos, fugiram de tudo e de todos, tiveram um dia maravilhoso, foram viver juntos e viveram felizes para sempre?

c) Ele pegou num saco cheio de courgettes, foi a casa dela, deixou as courgettes aos sogros e levou-a a ela e às malas dela, passaram o dia a limpar e a arrumar, à noite sentaram-se exaustos no sofá, brindaram com um cálice de licor e viveram felizes para sempre?


Acertaram, é a resposta c)

É verdade que há casamentos que começam de formas mais românticas e cheias de glamour, mas o nosso sonho não era o casamento, a festa, o marco da relação. O nosso sonho éramos nós, a nossa casa, o brinde com licor de amora e de pijamas vestidos, o beijo de boas noites e de bons dias na manhã seguinte. Todas as manhãs seguintes, ao longo dos últimos seis anos. E assim continuamos a viver o nosso sonho, um ano de cada vez! Parabéns a nós!




quinta-feira, 8 de junho de 2017

Eu e as unhas!

Há meses que comecei a pintar as unhas com verniz gel em casa. Passaram meses e, ainda assim, conseguem acreditar que parece que foi ontem? Como agora não tenho de tratar das unhas todas as semanas - tento sempre arranjá-las de duas em duas semanas, mas o verniz dura-me três semanas sem problema nenhum! - quase que a noção do tempo fica distorcida. E a verdade é que, apesar de ainda andar de vez em quando a bater com a cabeça nas paredes por causa da remoção, a aplicação está mais fácil, mais rápida e eu continuo a ficar apaixonada de cada vez que as pinto. 


Tom 300 da coleção A Portuguesa da Andreia Professional.

Tons 232 e H03 da Andreia Professional.

Tom Silk lilás da coleção NAIL-EON da nded.


Tom HB2 da Andreia Professional.

Tons HB3 e 250 da Andreia Professional.

Esta última imagem é já a pensar nas férias da próxima semana, a puxar ao azul pensando em praia e piscina e com um toque de diversão no polegar e no anelar com o que parecem confettis brancos, pretos e amarelos. Digam lá se não está mesmo a pedir brincadeira e descanso? É mesmo o que estou a precisar!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Redefinir-me. Reinventar-me.

Está na hora. Está na altura de pensar seriamente sobre quem sou, como cheguei aqui e para onde quero ir. Este é o momento de parar, pensar, redefinir prioridades. Redefinir-me a mim. Sou feliz, sim. Mas como posso ser ainda mais feliz? Como posso reinventar-me, lançar em mim as sementes do futuro, lançar-me no desconhecido e ansiar? Adoro ter raízes, a segurança que isso me dá, a calma que a rotina me transmite. Mas não quero que as minhas raízes me impeçam de ganhar asas e voar. Não quero estagnar. Mas estagnei e isso macula a minha felicidade. Digo muitas vezes que sou feliz na generalidade e que devo relativizar as áreas em que não sou tão feliz. Mas na verdade, não devo relativizá-las, devo fazer tudo ao meu alcance para transformá-las, para mudá-las, para me mudar a mim de forma a que todos os ângulos do espelho que é a minha alma sejam igualmente luminosos (vá, permito-me ter ali uma pequena sombra que a flacidez do meu corpo destreinado provoca, mas que não me tapa o sol!). 
Está na hora. De parar com as desculpas, de parar com a falta de tempo, de investir mais. De investir melhor. E de parar de duvidar de mim, de criar inseguranças falsas que só servem para me abrandar. Sei que o futuro será risonho, mas tenho de ser eu a fazê-lo sorrir. Não preciso de ir a correr, mas sei que também não posso parar. Um dia hei de lá chegar!





segunda-feira, 5 de junho de 2017

domingo, 4 de junho de 2017

Ao domingo, publicidade! #170

Para aqueles velhos do Restelo que acham que o fado do coitadinho nos cai bem, estamos cada vez mais afoitos, mais confiantes, mais convencidos, mais capazes. Somos bons. Portugal é bom. E ninguém nos para! :)

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O novo vício

Demorou, mas finalmente o Tiago rendeu-se ao encanto dos desenhos animados, mais concretamente à mais famosa trupe canina da televisão: a Patrulha Pata. A primeira vez que falou nisso foi num dia em que estávamos a fazer zapping, passámos no Panda e estava a dar a série. Ele parou, exclamou "Patulha Pata! O Tiago gota!" e seguiu caminho, sem ligar mais. Sabendo que ele não via os ditos desenhos animados em casa, nem na escola, ficámos a perguntar-nos de onde vinha aquilo, talvez de algum amiguinho que lhe tivesse mostrado...
Algum tempo depois, no seu aniversário, um amigo nosso ofereceu-lhe um livro da Patrulha Pata, com uma lanterna toda engraçada, que gerou muita animação e um falatório crescente. Daí a pedir-nos para ver os mimimados na televisão, foi um pulo. E, se antes não aguentava mais de dez minutos em frente do ecrã - mais ou menos o tempo de um episódio da Ovelha Choné - agora reparo que já fica atento durante todo o episódio da Patrulha Pata, tentando acompanhar a história. 
Ontem à noite pediu desenhos animados. Expliquei-lhe que, depois do Vitinho, todos os desenhos animados iam fazer óó para as casas deles e que podia ver desenhos animados na manhã seguinte (rico filho que ainda não tem 1) noção das horas; 2) noção que o Canal Panda nunca para a emissão!). Lá aceitou e foi dormir normalmente, apenas para hoje de manhã acordar a pedir para ver os "bonecos". O pai lá lhe fez a vontade e fui encontrá-los aos dois a verem o quê? A Patrulha Pata, claro está! Parece que o vício veio para ficar :)