Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Já saíram os nomeados para os Óscares

E eu chego à conclusão de que não vi um único dos nomeados para melhor filme. Mais, não tenho qualquer vontade de ver nenhum dos nomeados para melhor filme. Quão fundo batemos quando o cinema que me apetece ver é mesmo aquele dos super-heróis, do fantástico, da comédia, da aventura (sim, os únicos nomeados em TODAS as categorias que eu vi foram Star Wars, A Bela e o Monstro e Os Guardiões da Galáxia vol. 2)? Não é por mal, não é que não goste de um bom filme, com uma boa história, mas dou por mim a pensar que os filmes estão cada vez mais longos e a minha paciência cada vez mais curta, não apetece pagar balúrdios para ir ao cinema (além de toda a logística que implica com uma criança pequena), ao fim do dia em casa o cansaço acaba por vencer e as séries são tão mais apetecíveis, fica ali tudo resolvido no espaço de uma horinha... É preguiça, sim. É cansaço, também. Vamos lá ver se ainda consigo ver algum dos nomeados até à entrega dos prémios. Pelo menos, alguns de animação queria muito ver (Coco!!), mas a animação é sempre o meu ponto fraco!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Mighty Thor salutes you!

Que eu sou um bocadinho geek já vocês sabem! Que tenho uma ligeira pancada pelo Thor, também! Então agora que ando a ver os filmes da MCU (Marvel Cinematic Universe) todos por ordem cronológica, ando um bocadinho obcecada com isto, com as personagens, com a sua ligação, com as suas histórias... Alguém por aí igualmente geek que queira perder algumas horas a conversar comigo sobre isto?! É que deste lado os meus companheiros de aventuras cinematográficas (e que já estão "reservados" para ir ver o Thor Ragnarok comigo ao cinema) até gostam, mas não ao ponto de andarem a reparar em minudências ou easter eggs em cada filme. Enfim...
Bem, isto tudo para dizer que, juntando a minha pequena obsessão com a Marvel e o meu lado mais geek do momento, mandei vir um porta-chaves do Thor em miniatura do Aliexpress. E estou deliciada com o que me chegou a casa. É o Mighty Thor em versão mini. É só a coisa mais fofa! Digam lá se não... 


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Always

Eu, Alexx M., aqui me assumo: sou um bocadinho geek. Principalmente no que às minhas histórias favoritas diz respeito (e falo em histórias porque tanto podem ser livros, como filmes ou séries). Sou a miúda que teve por amigos imaginários as Tartarugas Ninja, saltava de um sofá para o outro a fingir que era a Rogue do X-Men, tem uma tatuagem da Disney no pulso, pediu à avó a edição de colecionador d'O Senhor dos Anéis como prenda de anos, escreveu uma fanfiction sobre o Final Fantasy X... enfim, e isto é apenas uma pequena amostra do rol de momentos que influenciam a pessoa que sou.
Tenho a sorte, ou não, de ter crescido numa altura em que ainda não havia montanhas de merchandising à venda e nunca fui nenhuma die hard fan de coisa alguma. No entanto, quando saiu o primeiro filme do Harry Potter, exultei de entusiasmo e entrei em delírio com as prendas de Natal desse ano: uma Snitch e uma Hedwig em peluche! Para além dos livros (e dos filmes, que adquiri mais tarde), a Hedwig é a única coisa que ainda tenho do Harry Potter. Até me ter deparado com este fio lindíssimo a que não resisti. 


Todos os fãs de Harry Potter sabem reconhecer neste fio 1) o símbolo dos Talismãs da Morte e 2) o momento em que todos deixámos de odiar o Snape para o passar a adorar (vá, eu não consigo adorá-lo, acho que um momento não apaga sete anos - SETE ANOS! - de feitiozinho horrível, mas admito que esta frase, esta palavrinha, é um dos marcos mais importantes para a comunidade de fãs). E fica ali tão linda! 
Não me parece que vá agora abrir uma caixa de Pandora e começar a adquirir tudo o que é material referente a filmes e livros e afins (vamos fazer de conta que não mandei vir também um mini porta-chaves do Thor), mas acho que posso abrir algumas exceções de vez em quando. Por exemplo, se me deparar com três ovos de dragão ou com uma lâmina valiriana!

terça-feira, 14 de março de 2017

Em contagem decrescente!!

Esta semana estou em contagem decrescente para isto:


Durante anos e anos este foi o meu filme preferido da Disney (na verdade, hoje em dia não consigo escolher um só filme preferido, mas este continua no topo!). Eu sempre admirei a Bela, sempre quis ser um bocadinho como ela; na verdade, até sou um bocadinho como ela, como escrevi aqui
Por todos este motivos, pelos últimos 26 anos a adorar a Bela e o Monstro, não podia deixar de estar ansiosa para ver a nova versão real deste conto de fadas. Estreia esta sexta-feira nos cinemas e por mim ia ver logo, logo!
Enquanto não isso não acontece, ando com a banda sonora do filme em repeat na minha cabeça e no meu carro (cortesia da maninha que me ofereceu um CD lindo). Adoro todas as músicas, sei-as quase todas de cor - em português do Brasil, que quando o filme saiu em 1991 ainda não havia versões em PT-PT, e em inglês. Mas admito que esta canção, ai esta é de uma delicadeza e de uma sensibilidade incríveis, tudo graças à fantástica Angela Lansbury (a voz da querida Mrs. Potts). E pensar que ela nem queria cantar, só aceitou fazer um take por graça, mas que o mesmo ficou tão bom que foi o que foi utilizado na versão final do filme. Uma interpretação tão boa que, para mim, é muito melhor do que as da Celine Dion ou da Ariana Grande. Uma canção que ainda hoje me deixa toda arrepiada :)


segunda-feira, 6 de março de 2017

Já vi o La La Land

O sururu era demasiado, as vozes da exaltação de que este é dos melhores filmes de sempre versus as vozes de quem achou o filme banal, fraquinho e sem ponta por onde se lhe pegue. A controvérsia entre os sonhadores e os cínicos desta vida. A polémica em torno do gigantesco lapso dos Óscares. 
Enfim, estava muitíssimo curiosa, cheia de vontade de ficar a conhecer aquilo de que todo o mundo fala. Sábado à noite, eu e o marido, balde de pipocas, manta, sofá e toca a pôr o filme a andar.
Juro-vos que não ia com expectativas. Antes pelo contrário, estava mesmo a tentar não ser influenciada pelas críticas que já tinha ouvido, estava a tentar focar-me no bom mas sem esperar o fantástico para não correr o risco de ficar desiludida. Mas a verdade é que o raio do filme não ajuda, pá! Estão a ver todas aquelas estrelas ali na fotografia? Não sei mesmo porque é que lá estão. Incrível é como o filme teve tantas nomeações; gloriosa foi a soneca que fiz a partir da meia horita de filme (talvez mais, não tenho bem noção).
Sem querer criticar, mas achei o filme chato, descoordenado, pouco fluído. E nem cheguei à parte em que eles sonham no planetário. Mesmo as cenas musicais, que poderiam ser interessantes se bem contextualizadas dentro do filme, parecem-me coladas a cuspo na sequência da história. Enfim...
Quero mesmo dar outra oportunidade a este filme e tentar vê-lo todo, tentar vê-lo com os olhos de quem gostou dele. Mas não sei se a primeira opinião vai mudar... E eu que verto lágrimas a cada episódio da Anatomia de Grey, que vibrei com Mamma Mias e Greases e Fantasmas da Ópera e Os Miseráveis desta vida no que a musicais diz respeito, que me considero uma sonhadora e uma crente nas histórias de amor... eu senti-me mesmo desiludida com isto...


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Hoje só se fala disto, certo?



E eu tenho de admitir que não vi ainda nenhum dos filmes nomeados... Ai, espera, espera! Vi o Zootrópolis. Já é bom, certo? 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

You will soon learn that mummy is a nerd


E sobre tantos outros, alguns que ainda não conheço mas que vou conhecer e vou partilhar contigo. Pegando-te, ou não, este bichinho que é viajar para outros mundos nas páginas de um livro ou nos frames de um filme. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Regressar ao universo do Harry Potter

Cresci com os livros do Harry Potter. Continuei a crescer com os filmes do Harry Potter. Tenho uma Hedwig lá em casa e já tive uma Snitch (que de tão velhinha teve de ir para a reforma). Já comi feijões de todos os sabores, sapos de chocolate e varinhas de alcaçuz (bendito merchandising e malditas varinhas que sabiam mal - descobri naquela altura que não gosto de alcaçuz). Enfim, parte da minha vida foi influenciada e moldada por este universo mágico criado por J. K. Rowling.
Este ano, regressei a ele, primeiro com a leitura do livro Harry Potter and the cursed child e agora com a ida ao cinema para ver o filme Monstros fantásticos e onde encontrá-los, que simplesmente adorei!
Fica aqui a minha opinião, alojada no sítio do costume:

Novembro foi mês de regressar ao universo mágico criado pela autora J. K. Rowling (...) com o filme Monstros Fantásticos e onde encontrá-los, uma espécie de prequela à saga Harry Potter, que parte de um pequeno livro homónimo do filme. (...)A história começa no ano de 1926, com a chegada de Newt Scamander e da sua mala cheia de criaturas mágicas a uma Nova Iorque onde as tensões entre os feiticeiros e os SemMage (pessoas sem magia, o equivalente dos Muggles na América) estão ao rubro. E quando uma série de ataques começa a acontecer ao mesmo tempo que Newt perde a sua mala, a aventura está lançada.O filme tem um ritmo interessante, o ambiente oscilando entre a euforia dos loucos anos 20 e as sombras de um mundo em constante tensão, com uma história que é um importante preâmbulo para abrir caminho aos filmes que se seguem (vão ser cinco no total). Para mim, o melhor do filme foram as personagens, humanas acima de tudo, que nos cativam com as suas personalidades e com o caminho que trilham – heróis que cometem erros e que os tentam corrigir, vilões que o são por medo e desconhecimento, personagens que não são bem o que aparentam e um Muggle que mostra que é melhor do que muitos feiticeiros. Jacob é, aliás, uma das personagens mais queridas do público e deixa-nos todos a torcer por ele até ao final.Tudo isto intercalado com muita magia (...).
Para lerem a opinião completa é só clicarem em cima do texto ou então aqui. Espero que gostem tanto quanto eu gostei do filme ;)




Sigam-me no Facebook aqui

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Ir ao cinema só porque sim!

Quando era mais nova, ia muitas vezes ao cinema. Gosto de quase todo o tipo de filmes e tanto ia ver o Senhor dos Anéis ou o Avatar como ia ver O Lago ou o Amor Acontece. Filmes pesados, leves, romances, de ação. Marchava tudo.
Mas depois o preço dos bilhetes começou a aumentar significativamente. E o meu tempo começou a reduzir drasticamente. Fui ver um ou outro filme que não achei que valesse assim tanto a pena gastar dinheiro e comecei a ser mais ponderada nas minhas escolhas. Afinal, em menos de nada eles estão disponíveis para alugar numa box perto de si, ou estão a passar em canais como os TVcine. 
Deixou de compensar ir (tantas vezes) ao cinema. Depois do Tiago nascer, ainda mais, por causa de toda a logística que envolve - com quem deixamos a criança, a que sessão é que conseguimos de modo a causar o menor transtorno possível, etc.
Esta semana, sem filho, decidimos que queríamos ir ao cinema. Ver o que, não interessava muito, apetecia-nos era ir ao cinema só porque sim. Relembrar o gostinho da liberdade de quando podíamos decidir na hora o que queríamos fazer. Optámos pela comédia francesa "Mas que família é esta?" e valeu tanto a pena. Cada vez me rendo mais ao cinema francês, ao humor fino e divertido que eles têm, à pressa com que falam que nem me deixa perceber, com os meus rudimentares conhecimentos de francês, o que eles dizem. 
Saí da sala de cinema de sorriso nos lábios e, ao mesmo tempo, a pensar no que o filme nos transmitia, na lição de moral que dava tão subtilmente que até nos podia ter passado despercebida. Um filme que vale a pena ver, rir, gargalhar e também pensar um bocadinho, de tão atual que é. Foi um verdadeiro prazer (o filme e o programa a dois!).

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Não ser indiferente aos Óscares é...

...não ter paciência nem capacidade para ficar acordada a ver a cerimónia. Mas no dia seguinte, ainda mesmo antes de sair de casa, já saber quem foram os vencedores das estatuetas douradas e da passadeira vermelha. E que lindos vestidos desfilaram naquela passadeira na noite de ontem!

PS: Acho que é o primeiro ano em que não vi ainda um único dos filmes nomeados... Mas vi o Deadpool. Conta?

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O futuro chegou!

A sério que já passaram trinta anos?
E a sério que eu já vi estes filmes incontáveis vezes e que ainda fico a ver quando os apanho na televisão? Ai, estou a sentir-me velha... 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Que o marido não me oiça dizer isto, mas...

...está a dar o Thor na televisão e eu estou só a babar um bocadinho para cima do teclado. E se me perguntarem o que me faz babar, responderei, senhores: é a voz, é aquela voz rouca!
(aliada àqueles olhinhos e sorriso tentador)



Digam-me lá, sou só eu?

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Para ir ao cinema


Quando é que este filme estreia mesmo?
Fiquei curiosíssima quando li a notícia no Observador e depois de ver o trailer percebi: tenho de ver este filme. Agora é só esperar que chegue cá a Portugal.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Cinema: A Culpa é das Estrelas

Um filme muito esperado, que finalmente tive a oportunidade de ver. Baseado no romance homónimo de John Green, as expectativas eram muito altas, alimentadas por meses de espera e por um burburinho cada vez maior entre os fãs desta obra. E o filme cumpriu na íntegra.
Foram 256 páginas transformadas em 126 minutos de filme. Mas "alguns infinitos são maiores que outros" e, nestas duas horas e pouco, coube tudo. Couberam gargalhadas e lágrimas, sorrisos e suspiros. Couberam as frases do livro e os sentimentos que transcendem as palavras. Coube a vida e coube a morte.
Mantendo-se muito fiel à narrativa de John Green, o realizador Josh Boone conseguiu manter um equilíbrio delicado ao longo de toda a história, permitindo que os momentos mais tristes e intensos fossem genialmente contrabalançados com o poder terapêutico do riso. Para isso contribuíram as prestações muito bem conseguidas de Shailene Woodley e Ansel Elgort, na pele de dois adolescentes vítimas de cancro que se apaixonam e vivem, do alto dos seus verdes anos, um amor intemporal, ameaçado pela presença constante da doença. A química entre os dois é notória e cria uma dinâmica muito interessante, muito real. Aliás, toda a história é imbuída de um realismo que nos cativa e envolve: podia ser um amigo nosso, um vizinho, um familiar... podíamos ser nós.
E é ao criar esta proximidade com o público que, quer o livro, quer o filme, ganham a sua maior vantagem. Já não somos meros espetadores, antes vivemos a tragédia das personagens com elas, rindo e sofrendo com e por elas (é nesta altura que aconselho a que se veja o filme acompanhado de um pacote de lenços - na sala de cinema, ontem, várias pessoas fungavam e soluçavam audivelmente).
Mas se o filme retrata uma realidade tão dura como o cancro, com todas as suas facetas mais negras, a verdade é que, acima de tudo, retrata a esperança, a fé e a vontade de viver. E de amar. E de aproveitar esta que é a única vida que temos. 
Assim, ao contrário de Augustus Waters, cujo maior receio era o oblívio, não me parece que este filme vá ter esse problema. Eu, pelo menos, não o irei esquecer.


“I fell in love like you would fall asleep: slowly and then all at once.” 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Maleficent


Mais importante do que o filme, foi o programa: um serão de manas, daqueles bons com muitas gargalhadas e conversas sem fim. Mas o facto de o filme ser muito giro, com uma produção brutal e uma atriz que continua a ser uma das minhas preferidas, claro que ajuda! Acho que a Angelina fez com que eu simpatizasse e até gostasse um bocadinho da Maléfica. Acho que daqui em diante vou-me ficar por esta versão da história ;)

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Hoje é noite de cinema!


Hoje é noite de cinema com a mana! 
Vamos ver o filme Maleficent, o conto da bruxa má que amaldiçoa a princesa Aurora e a condena a dormir um sono eterno. Lembro-me de ser pequena e de ver o filme de animação da Disney, A Bela Adormecida, e de temer esta personagem. Tanto que acho que nem nunca revi o filme - ao contrário de outros clássicos cujas fitas das cassetes já estavam gastas de tanto rodar dentro do leitor de VHS.
Mas agora a Disney reinventou o clássico, deu-lhe como roupagem uma das minhas atrizes favoritas e promete-me que a Maléfica tem mais que se lhe diga do que ser apenas muito má. Deixa-me curiosa e, por isso, vamos lá dar uma segunda oportunidade a esta história e a esta vilã que, ainda hoje, me faz alguns arrepios ;) 

Uma bruxa que detesto!

Uma atriz que adoro!

Qual será o resultado final? Ainda não sei, mas as expectativas estão altas!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Frases nos filmes #2

Laws change. Social systems crumble. Universal truths are constant. It is a fact, it is a plain fact that what is true and right is true and right for all. White and black alike.
in 12 anos escravo



Vencedor do Óscar de Melhor Filme, 12 anos escravo é uma poderosa história sobre a escravatura, a liberdade e a fragilidade dos direitos humanos quando não há ninguém que os defenda. Um filme contemplativo e introspetivo, do qual esperava mais, mais história, mais entrega, mais personagem. A valer claramente por Michael Fassbender e pela fantástica Lupita Nyong'o, no papel de Patsey, que lhe rendeu o Óscar de Melhor Atriz Secundária, e cujas histórias eu gostaria de ter visto mais aprofundadas e (spoiler alert) terminadas. Um filme bom, sem dúvida, mas que não ficou na lista dos inesquecíveis...

segunda-feira, 3 de março de 2014

Frozen!



Ontem foi noite de estatuetas douradas. E Frozen arrecadou duas (Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original), provando que a Disney voltou ao caminho certo e a fazer o que sempre fez melhor: cantar, encantar e fazer as delícias de miúdos e graúdos.




terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Frases nos filmes #1

If you destroy an entire generation of people’s culture, it’s as if they never existed.
in The Monuments Men




Um filme que já consta da minha wishlist para 2014.