terça-feira, 31 de maio de 2016

Não é para fazer inveja...

Na noite passada, o Tiago foi dormir a casa dos avós. Os pais para a semana vão de viagem sem o catraio e andamos em experiências - há um mês ficou com os avós maternos, agora foi a vez dos avós paternos. A minha sogra foi buscá-lo ao colégio, levou-o para casa, brincaram, jantaram, brincaram mais. O drama veio a seguir, quando chegou a hora de dormir e ele se viu num espaço estranho (os meus sogros têm uma casa de dois andares, sendo que o Tiago nunca tinha estado no primeiro andar, onde deveria ter dormido ontem). Custou um bocadinho a adormecer e, tirando o desconto ao relato amenizador da avó, deve ter-lhes furado um tímpano ou dois com tanto choro. Mas lá acabou por adormecer, no parque do piso de baixo, e foi a noitinha toda, tendo hoje acordado super bem disposto, como se nada se tivesse passado.
Já os pais, esses tiveram uma noite santa. Foram jantar fora, sem pressas e sem horários, ainda viram A Guerra dos Tronos, dormiram a noite toda e hoje acordaram frescos, fofos e repousados (ou então não que, quando o despertador tocou tive vontade de o atirar contra a parece e virar-me para o lado). 
Uau, sortudos!, estão já vocês a pensar. Mas a verdadeira sorte, essa reside no facto de, nas noites com o Tiago, a rotina ser mais ou menos a mesma. Fora o passeio e o jantar fora, com papa e banho e biberão à mistura, mas, depois de o Tiago estar na cama, o nosso serão é livre para nós, adultos, fazermos o que nos apetecer. E as noites, para dormir de seguida até de manhã. 
A verdadeira sorte está no filho que temos e não nos dias em que ficamos sem ele. Embora esses também saibam muito bem!


segunda-feira, 30 de maio de 2016

Pausa a seguir ao almoço

Gerações

Desde sempre que me lembro de ver a minha mãe trazer para casa para lavar e passar a ferro a sua bata branca, daquelas de quem trabalha na área da saúde. Nunca pensei que, tantos anos depois, também eu iria todas as semanas fazer o mesmo, desta feita com o bibe do meu filho, verde alface da cor do seu colégio. 

domingo, 29 de maio de 2016

Ao domingo, publicidade! #117

Esta semana, a McDonald's fez 25 anos em Portugal. Foi no dia 23 de maio de 1991 que abriu, pela primeira vez, um restaurante desta cadeia no CascaiShopping. 
E para celebrar estas bodas de prata com o nosso país, nada como lançar uma nova campanha, sob o mote "Há 25 anos a fazer de cada refeição uma happy meal", num claro apelo às boas memórias que todos nós temos (ou não) com esta marca.
Sou do tempo em que o McDonald's era assim uma coisa nova, estranha, pouco usual. No início da adolescência, comecei a frequentar, mas, como não sou fã de hambúrgueres, só me tornei frequentadora regular desta cadeia depois de terem introduzido os nuggets de frango, esses, sim, a minha perdição! Acompanhados sempre de molho barbecue, batatas fritas e Coca-Cola, claro! No entanto, para a sobremesa já não sou esquisita e venha de lá qualquer coisa desde a tarte de maçã aos gelados. De preferência um que me dê beijos com sabor a caramelo, como diz o cartaz!



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Que tempo é este, minha gente?!

Na minha hora de almoço, saí para ir comprar o lanche ao Lidl (não digam a ninguém que comprei um palmier, está bem? Estou a tentar manter a linha... pois, sim, claro!). Olhei pela janela e achei que era melhor levar o casaco. Devia era ter levado o casaco, o cachecol, as botas... Que raio de tempo é este, minha gente?! Um vento frio e desagradável a puxar a chuva... Dizem que amanhã vai chover a sério.
Será preciso recordar o nosso querido S. Pedro que estamos a 29 de maio? 29 DE MAIO???? Há um ano já andávamos todos prontos para a praia, este ano ainda vejo pessoas vestidas para o inverno.
E, sinceramente, dá-me cada vez mais saudades dos dias quentes e cheios de sol do verão...



quinta-feira, 26 de maio de 2016

Há quatro anos

O Facebook lembrou-me hoje de que, há quatro anos, eu estava em Aveiro, no meu primeiro TEDx. E que lá ouvi estas palavras: "Para as pessoas sem deficiências, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiências, a tecnologia torna as coisas possíveis!" (Luís de Matos)
Ainda bem que hoje pude recordar estas palavras e que as mesmas ainda ecoam em mim da mesma forma. Com esperança num mundo melhor. Com vontade de fazer parte dessa melhoria no mundo.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Conselho de amiga

Lembram-se da massagem que fui levar no sábado? Aquela que teve direito a piscina e tudo? 
Pois, já andava aqui para vos dizer há uns dias... Quando forem fazer uma massagem dessas, que implique que fiquem de cabeça para baixo durante uns consideráveis minutos (meia hora, para aí), aqui fica um conselho de amiga: não vão numa altura em que andem constipados/com alergias/nariz entupido/etc. 
É que assim que botei a cabecinha lá naquele buraco, fiquei imediatamente tapadinha e sem conseguir respirar. Armada em elegante, não dei parte de fraca e lá fui respirando pela boca. E achei que ninguém tinha percebido nada, até que, quando me virei para cima e o nariz desentupiu um bocado, a senhora massagista me colocou discretamente um lenço de papel na mão, como quem diz: "Vá, podes assoar-te!" Lá se foi a elegância toda pelo cano abaixo. Mas ainda assim fiquei quietinha no meu canto, que é como quem diz, segurei o lenço e fingi que não era nada comigo, continuando a respirar pela boca até a massagem acabar e a massagista sair da sala. Afinal, pior do que estar entupida naquele cenário todo zen, era perder a compostura, ter de me sentar na marquesa (sabem que estamos praticamente nuas debaixo da toalha, certo?) e assoar-me tipo trombone - e garanto-vos que, com o nariz entupido como ando, assoar-me como uma senhora equivale a ficar na mesma!
Por isso já sabem, conselho de amiga, se tiverem uma massagem marcada mas o nariz não ajudar, marquem para outra data. Não que o nariz me tenha impedido de saborear ao máximo a massagem relaxante que quase me pôs a dormir! Mas podia ter sido melhor, lá isso podia!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Segunda-feira

Segunda-feira é aquele dia em que, depois de no domingo teres ficado a passar a ferro quase até à meia-noite, pensas sempre: hoje vou deitar-me cedo. E uma milésima de segundo depois lembras-te: é dia de Guerra dos Tronos.
E nunca te deitas cedo.
Pois, é assim a vida!

domingo, 22 de maio de 2016

Ao domingo, publicidade! #116

Ando a ver a telenovela Os dez mandamentos na TVRecord - nem eu sei há quantos anos não acompanhava uma telenovela, mas a verdade é que aquilo é giro, é levezinho, está bem feito e dá para distrair e por isso lá vamos vendo. E todos os dias, no intervalo da novela, eis que surge este anúncio. E todos os dias eu penso: tenho de partilhar isto. A forma descontraída, gira, engraçada como todo o anúncio é conduzido e, principalmente, a menina que é genial ("Mobiliário?!?!"). Vale mesmo a pena ver :)

sábado, 21 de maio de 2016

Paraíso

Às vezes, esta é a definição de paraíso! Que é como quem diz, uma manhã no spa do hotel Tryp Aeroporto, com direito a piscina, jacuzzi e uma massagem daquelas boas para valer. E as minhas costas sabem que eu bem preciso de uma dessas de vez em quando.
Acho que devia ser instituído: todos os meses deviam ter um dia assim! Eu cá não me importava nadinha!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Uma foto sua por dia...

...nem sabe o bem que lhe fazia!
Ou a felicidade em forma de vaidade - ainda que não seja uma blogger da moda, de vez em quando apetece partilhar esta forma de felicidade que é a roupa, os conjuntos do dia, a confiança mascarada de linho e algodão e poliéster que mesmo gira continuo pobre! O amor próprio que vive, não só mas também, da aparência (chamem-me fútil, mas quem de nós nunca se sentiu influenciado pela roupa que veste?).
Enfim... De tudo e tudo e tudo, aqui fica um gostinho do que tenho vivido. E do quão bem me sinto. Acho que o sorriso diz tudo, certo?

terça-feira, 17 de maio de 2016

Mãe mete-nojo!

Este fim de semana, num almoço de aniversário onde conheci uma grávida e um casal com uma filha de dez meses, descobri que sou uma daquelas mães mete-nojo! Daquelas que teve uma gravidez santa, um parto mágico, um pós-parto tranquilo, um filho que come tudo, que dorme a noite toda, que fica bem com os avós e que se adaptou tranquilamente ao colégio... Enfim, tudo um mar de rosas! Tão bom, bonito e perfeito que quase soa a falso, como naquelas revistas cor de rosa em que todos aparecem a sorrir e depois vai-se a ver e há casos de violência doméstica e de abuso de drogas... Bem, a verdade é que lá por casa não há violência doméstica nem drogas mais fortes do que Brufens e Nolotils da vida. Mas também não é tudo assim tão cor de rosa. Vocês sabem, porque me acompanham por aqui. Conhecem os meus dramas, de grávida e de mãe, vão sabendo mais ou menos dos meus devaneios, dos meus receios, das noites menos boas, das birras, do que vai acontecendo no geral. Ainda assim, o pouco que veem, continua a ser bom e bonito. Porque é assim que eu vejo a minha vida.
Podia vir para aqui lamuriar-me dos incómodos da gravidez, das dores e das lágrimas fáceis do pós-parto, das dificuldades da amamentação que nos levaram quase ao desespero. Das dúvidas, das incertezas, das regras que mudam a cada dia porque cada etapa de crescimento pede rotinas diferentes, ritmos diferentes, paciências diferentes. 
Podia contar as inúmeras birras que o Tiago faz quando é contrariado, que se joga para o chão a chorar, que teve uma fase de nos levantar a mão e que agora está a passar a fase de atirar as coisas ao chão quando está irritado. Podia falar das vezes em que não quer comer, fecha a boca, vira a cara para o lado, cospe a carne e o peixe e atira a comida fora. No outro dia, deu um pontapé no prato da sopa que se virou todo por cima dele. Ontem chorou durante todo o santo jantar. E nesses dias, nalguns dos quais a minha paciência também é pouca, tenho de ir buscar reservas de paciência extra nem sei bem onde, tenho de respirar fundo e repetir para mim própria que atirá-lo pela janela não é solução - e depois ir trocar-lhe a roupa toda ou esperar que a crise de choro passe para lhe dar mais uma colher de sopa até terminarmos a refeição. 
Podia falar das dificuldades que, de vez em quando, há para dormir. Os horários, a duração e existência das sestas já mudaram muito ao longo dos meses. De três sestas diárias, agora passámos a uma, que no infantário dura quase três horas mas que em casa temos sorte se chegar a uma hora e meia. Muitas vezes, durante o dia, com ele cheio de sono, ponho-o na cama duas ou três vezes antes de ele se render. À noite, que costuma ser tranquila e rotineira, também já houve dias em que ficou a chorar até adormecer de cansaço, de birra, daquelas em que chora na cama, chora no colo, chora no chão. Um dia disse-lhe, em desespero de causa, depois de ele estar uma manhã inteira a berrar: "Filho, já fiz tudo o que podia, não sei o que mais fazer. Chora, chora tudo o que tens para chorar e eu fico aqui." E deixei-o no chão da cozinha, até que, minutos depois, lhe peguei e ele aninhou-se e acalmou. 
Podia falar-vos do quão chato é ter de perder uma manhã ou uma tarde inteiras a fazer sopas e segundos pratos e desfiar carne e cozer fruta e depois arrumar a cozinha toda. Da montanha de roupa que há sempre para lavar e para passar (no sábado foram SÓ duas horas ao ferro e no domingo o açafate da roupa já estava novamente cheio). Das migalhas no chão, das manchas no sofá... Das limpezas de ranhos e de vomitados e de cocós que não são mais fáceis por serem do nosso filho - continuam a ser nojentos, ponto!
Podia contar-vos das dificuldades que papá e mamã tiveram para encontrar o equilíbrio e ser papá e mamã e marido e mulher. Dos equilíbrios entre a vida profissional e social e familiar e ter tempo para ver avós e tios, mas também amigos. Das idas às compras e dos jantares fora e dos cinemas e dos concertos que agora têm de ser muitooo bem pensados e planeados. Da vida que já não é igual e da qual às vezes sinto saudades.
Podia falar-vos de tudo isso. E então não era uma mãe mete-nojo! Era apenas uma mãe, a lidar com todas as coisas que lhe vão acontecendo à medida que vão acontecendo. Porque é mesmo isso que sou. Mas também sei a sorte que tenho! A rede de apoio de amigos e família que está sempre lá, o marido fantástico que é parceiro de tudo nesta vida, o filho cinco estrelas que come tudo e dorme a noite toda e adora dar beijinhos aos pais e que se ri muito, por tudo e por nada. Eles são, todos eles, fenomenais!
E é por esse prisma que prefiro ver (e partilhar) a minha vida! Pelo lado bom. Ou, se preferirem, pelo lado mete-nojo!

Bom dia, pessoas bonitas!

Por aqui estamos de volta às meias opacas, por questões de saúde, e eu estou cheia de pena. Quero os dias quentes de verão para andar de perna ao léu!!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Today's details

Estou perdidamente apaixonada pela minha nova camisa de ganga!

Saber perder

Este domingo, o Benfica sagrou-se campeão nacional e o meu Sporting, que lutou até ao fim e que cumpriu o que tinha de cumprir, ficou a ver navios. Eu, que nem sou das adeptas mais fervorosas, acreditei até ao fim numa reviravolta do resultado e que o meu clube ainda conseguiria roubar o título ao rival da 2.ª Circular. Mas, para isso, não dependíamos só de nós e o Benfica não se deixou intimidar. Ele sim, dependia só de si e fez-se valer disso. 
Ficámos a dois pontos. Dois míseros pontos, depois de uma época incrível, em que o Sporting quase que renasceu das cinzas e deixou de se contentar com um segundo ou terceiros lugares. Foi à luta, não hesitou, não se deixou desmoralizar, combateu até ao fim e portou-se muito bem em campo! Os jogos foram jogados como há muito tempo eu não via. Criámos pernas para andar, para correr e para vencer. Demos tudo por tudo. Não foi suficiente para ganharmos o título, mas foi o melhor possível. 
O melhor possível dentro do campo. Um campeonato fantástico dentro das quatro linhas. Já fora delas, não foi tão bonito. Muitas palavras, muitas acusações, muitas distrações do essencial - confesso que não suporto nem o Bruno de Carvalho, nem o Jorge Jesus, e se dou a mão à palmatória no que diz respeito ao puxão para cima que eles deram ao Sporting, também aponto o dedo à falta de humildade e às intrigas que ambos gostam de alimentar na comunicação social. No final de contas, tanta coisa tanta coisa e ficaram de mãos a abanar. Que lhes sirva de lição, pensei. Mas não serviu, claro, ou não se teriam armado em meninos amuados e feito as declarações que fizeram. Eles e alguns outros adeptos deste meu clube, que, em vez de aceitarem que perderam, ficam a gastar o tempo a dizer que o Benfica isto e o Benfica aquilo. 
O Benfica, minha gente, terminou o campeonato com mais pontos do que o Sporting. Ganhou mais jogos. Lutou um bocadinho mais do que nós. E ganhou. O Sporting ficou a dois pontos, lutou muito e lutou bem, mas não ganhou. É assim a vida. 
Depois do campeonato que fizemos, devíamos terminar de cabeça erguida. Com orgulho nisto de sermos Sportinguistas, de termos o leão ao peito e a fé de que para o ano, para o ano podemos fazer mais e melhor e seremos nós os campeões (mesmo que depois não sejamos!). Devíamos estender a mão a quem ganhou (esqueçam lá os colinhos e os árbitros e tudo, que isto são muitos jogos, muitos minutos a correr e a bola é redonda em todos eles - se hoje pende para aqui, amanhã pende para ali e todos somos prejudicados numas vezes e beneficiados noutras!) e festejar esta paixão que é o futebol.
Claro que todos gostávamos de ganhar. Mas pior do que não ganhar é mesmo não saber perder. Por isso, parabéns aos encarnados, parabéns ao Benfica e aos seus adeptos.
Felizmente, o Sporting é mais do que o seu presidente e do que o seu treinador. E para o ano há mais! Espero mesmo que seja o nosso ano!

No Facebook do Sporting: Lutámos até ao fim e os nossos adeptos apoiaram-nos para lá do fim. Vocês são únicos, obrigado!

sábado, 14 de maio de 2016

O truque da cebola

O antiquíssimo truque da cebola cortada no quarto do bebé/criança para aliviar a tosse, meus senhores e senhoras, é uma grande treta!
Depois de ter lido vários testemunhos de que esta mezinha era muito boa (incluindo nos blogues A mãe é que sabe e Quadripolaridades, em que em ambas as situações a cebola funcionou às mil maravilhas), e com um Tiago com uma tosse horrorosa que o acorda várias vezes de noite, rendi-me e lá deixei, em cima da mesa de cabeceira, não uma mas três metades de cebola na esperança de que pudesse aliviar o pequeno e deixá-lo descansar.
Esperança vã, descobri. A tosse continuou, o acordar durante a noite também e, da cebola, o único resultado foi o cheiro insuportável no quarto todo...
Claramente das duas uma: ou toda a gente anda iludida e o truque da cebola não funciona mesmo, ou então o Tiago é a exceção que confirma a regra. E se for este último caso eu só pergunto porquê? Porque é que havia de ser logo ele a exceção?? Pobre pequenino!
Com isto tudo, e ansiando uma noite em que ele consiga descansar bem, sugestões de mezinhas caseiras (de preferência sem envolverem cebola!) aceitam-se!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Pensamento de sexta-feira 13

Masterchef de trazer por casa

Esta semana ando armada em Masterchef de trazer por casa. Ando com vontade de inovar e de fazer coisas diferentes na cozinha. Na terça, o jantar foi filetes ao vapor com óregãos, acompanhado de chutney de manga e legumes salteados. Anteontem fiz as fatias douradas de banana para o Tiago. E ontem pus em curso uma receita que já andava a namorar há algum tempo: salmão caramelizado com esmagada de batata.


Não tenho tanto jeito como o marido para empratar, mas o que falta em beleza no prato compensa em sabor. Estava divinal. Simplesmente delicioso. De comer e babar por mais. Modéstia à parte, claro!
A receita original tirei-a daqui, mas adaptei-a, como sempre faço, às minhas necessidades. O que no meu caso quer dizer que não pus pimenta (sou a típica pessoa que, independentemente de quão moída está a pimenta, eu hei de sempre trincar um pedaço, por isso dispenso bem este ingrediente nos meus pratos). E alterei o acompanhamento para uma esmagada de batata simples - por mais que queira, não sou pessoa para ficar satisfeita com uma mera saladinha.
Bem, como já vos disse fiquei fã. Do prato e da preparação que é super fácil e rápida. Estou certa que, de tal forma fiquei fã, esta vai ser uma receita para repetir. 
E repetir. E repetir. E repetir. 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Às 23h de ontem...

...ainda andava eu de volta do fogão a fazer o pequeno-almoço para o catraio. Uma espécie de fatias douradas mas com polme de banana e canela*. Até que ficou bom e é um pequeno-almoço ou lanche doce e saudável para os bebés (embora quentinhas sejam melhores do que frias, sem dúvida!).


Ando nesta saga de procurar novas coisas para dar a experimentar ao Tiago. Embora lá por casa os nossos pequenos-almoços e lanches não variem muito (a mãe é adepta dos cereais, alternando com torradas de vez em quando; o pai é o homem das torradas, alternando com papas de aveia. E para o lanche é iogurte para toda a gente!), a verdade é que quero alargar-lhe os horizontes, para que ele possa provar e experimentar e saborear coisas diferentes. Já bem basta o pobre coitado comer sopa todos os dias (mesmo que sejam sopas diferentes - às vezes chegamos a fazer quatro sopas diferentes por semana para que ele repita o menos possível).
Assim, dediquei-me a procurar inspiração no Pinterest e lá fui encontrando coisas muito interessantes para fazer. Agora é pôr em prática! Esta foi a primeira experiência e, apesar de visualmente não estar tão bonito como a fotografia original, posso dizer-vos que ficou bastante saboroso. Agora resta saber se o pequeno gosta!

*Receita original, aqui.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Dramas na vida de uma mãe #19

O Tiago tem um novo brinquedo preferido! Depois das molas e das caixas de plástico, a nova diversão favorita do meu filho é... tchan tchan tchan tchan... a pá e a vassoura pequena. Lá anda ele pela casa, com os seus instrumentos de limpeza atrás, a limpar chão, paredes, cortinados, a nossa roupa, os seus e os nossos pés, os seus cabelos... Sim, leram bem, volta e meia lá vira a vassoura para cima e toca de a passar nos seus próprios cabelos. Eu bem o tento impedir, bem passo a vida a dizer-lhe para não meter o cabo da vassoura na boca, para ir arrumar aquilo e ir brincar com outra coisa qualquer, mas ele lá me dá ouvidos?! Ele quer limpar e limpar e rir-se muito enquanto faz coisas de gente crescida - nem sei muito bem de onde vem este conceito do varrer, uma vez que nós somos mais adeptos do aspirador, mas seguramente ter-nos-á visto uma vez ou outra a apanhar-lhe as migalhas do chão com a pá e a vassoura.
Bem, a coisa está a ficar tão importante que já me rendi ao facto de ter de lhe ir comprar uma vassoura e uma pá de brincar, para que ele possa continuar a sua saga de varredor. E de caminho, se calhar, compro-lhe logo o balde e a esfregona e o pano do pó e começo já a instruí-lo nas artes do lar, para dar descanso aos papás. A única coisa que terá de ficar de fora é o aspirador, uma vez que ele ainda tem um medo de morte dele. Mas olha, filho, enquanto não aspiras, podes continuar a varrer. A mamã não se importa!

Cleaning set do website constructiveplaythings.com

terça-feira, 10 de maio de 2016

Mood do dia



Colégio novo, vida nova!

Ou não tão nova assim, que a rotina é praticamente a mesma, com hora de almoço e da sesta e do lanche e muita brincadeira ao longo do dia. O local é que é diferente. As pessoas. Os brinquedos, os cheiros, a luz... Tive algum receio da mudança, que ele pudesse ressentir-se de alguma forma, ter dificuldade na adaptação. Esqueci-me que o Tiago é filho de sua mãe e que é muito adaptável. No segundo dia, quando o fui buscar, recebeu-me com um sorriso e, ainda antes de correr para os meus braços, parou para ir apanhar um brinquedo que me queria mostrar. A rir e a falar lá na sua língua, muito compenetrado. Feliz.
Se tem estado assim todos os dias? Pois que certamente tem tido momentos em que estranha. Num dos dias em que foram os avós buscá-lo, disseram-me que tinha choramingado um bocadinho. É normal, a sua vida mudou e ele está a aprender a viver no novo espaço. 
Hoje fui lá deixá-lo. Não me queria deixar vir embora, com a mãozinha a agarrar a minha saia enquanto me mostrava os legos e os carrinhos. Lá me consegui escapulir enquanto a educadora o distraía com um carrinho na direção oposta. Não sei qual terá sido a sua reação quando deu pela minha falta, mas estou segura de que, seja qual for, não durou muito tempo até ele se sentir novamente encantado com os brinquedos e as diversões da salinha.
E isso faz-me perceber que ele se está a dar bem, a adaptar-se bem, a crescer bem. Sinto-o no menino que ele continua a ser, risonho, divertido, expansivo. No menino que, de manhã, quando lhe digo que vamos para a escolinha, me estende a mão e me leva até à porta de casa, prontíssimo para sair. No menino que me recebe sempre com grandes sorrisos no final do dia. Se ele continua assim, só pode estar bem! E nós, pais, também!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A melhor decisão

Pois que na semana passada andava indecisa com leituras... acabei por pousar o livro Miúda Online, que não me estava a cativar de todo, e dediquei-me a 100% ao outro livro que tinha em mãos: Para a minha irmã, da Jodie Picoult. E não podia ter feito melhor! 
Já vos tinha dito que esta estava a ser uma leitura daquelas difíceis de parar, daquelas em que somos sugados para dentro das páginas e só queremos saber o que acontece a seguir, simpatizamos com as personagens mesmo quando estamos contra as suas ações, escolhemos lados, torcemos para que haja finais felizes, sentimos aquelas pessoas quase como nossas... E as folhas vão voando, a história vai correndo para o seu final e nós pensamos "Não pode ser, ainda falta tanta coisa acontecer...", e estamos mesmo quase no fim e, de repente, enquanto vamos sentados numa tranquila viagem de comboio, o mundo desaba dentro das páginas daquele livro, ficamos em choque, aturdidos, a reler várias vezes a mesma passagem para perceber se lemos bem. Mas sim, lemos mesmo aquilo e agora resta-nos continuar a ler para perceber o que vem depois e, quase sem darmos conta, chegamos à última página. E fechamos o livro (ou, neste caso, desligamos o Kindle) com aquela sensação agridoce que nos preenche ao percebermos que era assim que tinha de ser. E que não podia ser melhor. E que acabámos de ler um grande livro que ficará para sempre connosco.
E são essas as leituras que valem verdadeiramente a pena!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Tu sabias que ia chover, Alexx Maria!

Então porquê, PORQUÊ, saíres de casa com um par de sabrinas cor de rosa??

Em minha defesa, alego que saí de casa meio à pressa, para fugir ao meu filho que queria novamente atirar-se para o meu colo, e que me esqueci que a primavera estava de folga hoje. Amanhã já estarei condignamente preparada com as condições meterológicas que se anteveem.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Indecisões

Estou a ler dois livros em simultâneo. Não é algo que faça, mas de vez em quando lá tento para ver como corre. Já li mais de cem páginas de cada um... mas, enquanto num deles me custa a largar a história, quero saber o que acontece a seguir, já estou cativada pelas personagens e enredada nos seus destinos, no outro nem por isso. É uma leitura leve, mas tão leve, tão leve que a um terço do livro ainda não aconteceu nada significativo, as personagens são tão estereotipadas que me custa encontrar-lhes alguma tridimensionalidade, a história está pejada de momentos tão típicos dos filmes americanos de adolescentes que parece que não tem personalidade própria... Enfim, já deu para perceber. É um livro que se lê muito bem, a questão é que o conteúdo em falta me faz muita falta! 
E agora surge-me a grande dúvida: continuo a ler na esperança de que melhore ou passo para outras leituras, daquelas que valem efetivamente a pena? Não gosto de deixar livros inacabados, mas a idade mostrou-me que às vezes não vale a pena insistir em leituras morosas só porque sim. Afinal tenho tantos livros por ler e tão pouco tempo para o fazer!!
Que fariam vocês no meu lugar? 
Bem, seja qual for a decisão, hoje a minha companhia no comboio é mesmo a do livro  em questão. Por isso, pelo menos mais umas páginas serão lidas. Vamos lá ver se não serão as últimas...


O que fazer?

O que fazer quando o teu filho de um ano, ao ver-te calçar os sapatos para ir trabalhar, se começa a agarrar a ti e a pedir colo? E quando te baixas para lhe dar um beijo e um abraço e dizer que tens de ir, ele agarra-se com mais força e desata a refilar, lá na língua dele. O pai pega-lhe e tenta distraí-lo com a ideia de pequeno-almoço, mas ele, persistente, volta a lançar os braços na tua direção, num abraço apertado, mas fugaz, porque já estás atrasada e tens mesmo, mesmo de ir. E ele fica a chorar no colo do pai e tu sabes que daí a dez minutos ele já nem se lembra e que vai ficar bem. Mas sais a correr, de coração apertado e uma vontade louca de mandar tudo para o galheto e de ficar em casa com ele. De nunca te separares dele enquanto ele pedir o teu colo e o teu mimo.
Já vou a caminho do trabalho, mas ainda a pensar no meu bebé e a desejar muito poder ter ficado com ele!

terça-feira, 3 de maio de 2016

Estão 30 ºC na rua...

...e eu estou enrolada numa manta de lã, a tremer de frio, sentada ao computador. Estou a trabalhar a meio gás, com a dor de cabeça a impedir-me de raciocinar à velocidade normal, os tremores e as dores nas costas a lembrarem-me o quão chato é estar doente!
E, porque ainda não passaram oito horas desde que enfiei um Brufen 600 pela goela abaixo, bem que me posso queixar que não há nada a fazer a não ser esperar. Enquanto vejo a febre a subir devagarinho para ficar ali nos 37 ºC (demasiado baixa para me preocupar, alta o suficiente para que eu não me sinta bem), enquanto sinto o corpo todo a dar de si e aconchego mais a manta aos ombros e sonho com o meu pijama e o meu casaquinho polar e a minha caminha...
Já vos disse que detesto estar doente??

domingo, 1 de maio de 2016

Ser mãe. A tua mãe.

De tudo o que sou, ser mãe, a tua mãe, é sem dúvida o melhor de tudo!

Ao domingo, publicidade! #113

Os pequenos momentos que partilhamos no dia a dia são já as suas melhores memórias!
Feliz dia da mãe, a todas nós!