quarta-feira, 20 de julho de 2016

E vivam os transportes públicos!

Aproveitar a hora de almoço para ir ao hospital levantar uma receita. Chegar à paragem e ver que faltam 17 minutos até passar o autocarro que para no hospital. E para todos os outros ainda faltam entre dez a vinte minutos.
E é assim que a Câmara quer incentivar as pessoas a deixarem o carro em casa/ está certo!
Resta-me pegar no livro e aproveitar o tempo (perdido) para avançar na leitura. E vivam os transportes públicos!

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Ressaca

Sabem aqueles fins de semana tão bons, mas tão bons que vocês não querem que acabem nunca? Pois, foi mais ou menos isso... E hoje é segunda-feira e o fim de semana acabou e eu estou de ressaca de todas as coisas boas. Quando estiver mais recuperada (que é como quem diz, mais convencida da realidade da semana), volto cá para vos contar tudo!

domingo, 17 de julho de 2016

Ao domingo, publicidade! #124

Esta semana que passou foi de loucos, entre a euforia lusitana (confesso que não houve nenhum dia da semana em que não visse um vídeo ou não lesse uma notícia sobre o Europeu e a nossa vitória!) e a tristeza e também o muito mau perder que os franceses demonstraram ter.
Então não é que lançaram uma petição para que o jogo da final fosse repetido, uma vez que "a fraude portuguesa não merece o troféu"?
O que vale é que para além de sermos um povo que é campeão europeu de futebol, também temos um sentido de humor inabalável e, para além de lançarmos imediatamente o evento para a repetição da final do Euro 2004 contra a Grécia (se eles se podem indignar, então nós também), a RTP teve um espírito fantástico e respondeu desta forma:



quinta-feira, 14 de julho de 2016

Hoje devia ser sexta-feira

Ontem acordei com a sensação de que já era quinta-feira e essa sensação não me largou ao longo do dia. Claro que hoje acordei com vontade de que fosse já sexta. Pois, quem dera, não é?
Mas depois percebo como sou fácil de agradar (ou como tenho um espírito pouco exigente) quando o meu pensamento seguinte é: bem, mas ao menos está sol e calor!
Desde que haja bom tempo e que Portugal seja campeão europeu, o nosso povo contenta-se com muito pouco, não é verdade? :)

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Amor é

Amor é o marido ir comprar frutas e legumes e, lá pelo meio, lembrar-se que eu já não tinha cereais e comprar também. Para eu hoje ter pequeno-almoço.
O amor está mesmo nas coisas mais pequenas!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Que domingo glorioso para as cores nacionais!

O dia 10 de julho de 2016 tão cedo não será esquecido! Que domingo glorioso para as cores nacionais, com medalhas de ouro e de bronze e uma taça toda catita, gravada com o nome da nossa nação. Não me vou aqui alongar com a descrição dos feitos dos atletas portugueses, esses que (e)levam o nosso nome mais alto lá fora, porque para isso há as notícias por esses jornais fora. E nem vale a pena falar do sofrimento coletivo, da emoção única com que milhões (10, 11, 16, os que vocês quiserem) de portugueses ontem vibraram, gritaram, saltaram e, por fim, festejaram. Começou de manhã, foi pela tarde fora e terminou já quase no dia seguinte e em beleza. Fãs de todas as modalidades ficaram ontem em êxtase com as prestações portuguesas.
Eu sou suspeita. Gosto de atletismo, mas adoro futebol. Pelas circunstâncias da vida, afastei-me deste desporto e agora raras são as vezes em que vejo um jogo do princípio ao fim. Os últimos de Portugal, só consegui ver as segundas partes, porque o meu filho de um ano não se compadece com estas coisas e exige a sua comida em primeiro lugar. Mas ontem não podia perder a final! E é incrível como isto mexe connosco, como nos faz vibrar de nervoso miudinho, levar as mãos à cabeça e sentir na pele as lágrimas do capitão, quase saltar da cadeira com as bolas na trave (e na barra) e ir ao céu com um golaço que ninguém antevia. De quem ninguém esperava. Que nos levou a ter fé, ainda mais fé, e a agonizar durante dez longoooos minutos para que o árbitro fizesse soar o apito final. 
E, de repente, a taça é nossa. Somos campeões europeus e parece um sonho. Irreal. Surreal. E tão, mas tão bom! Não fizemos os jogos mais bonitos de sempre, mas como alguém me disse num destes dias: "em 2004 fomos brilhantes e não ganhámos nada; se em 2016 não formos brilhantes mas formos eficazes, então valeu a pena". E se valeu!
Veio com 12 anos de atraso, mas ela cá chegou. E se, em 2004, ensinámos ao mundo como saber perder, com todo o fair play e respeito que a seleção grega nos mereceu (ainda que por entre dentes rosnássemos de frustração), então que em 2016 ensinemos ao mundo como também sabemos ganhar. Com justiça, com eficácia, com toda a fé de uma nação.
Parabéns, Portugal! E obrigada!

(Nota-se que ainda estou um bocadinho emocionada da noite de ontem, não nota?)
Foto roubada à Rádio Comercial.

domingo, 10 de julho de 2016

Ao domingo, publicidade! #123

Gosto tanto de anúncios que dizem tanto sem dizer nada. Gosto tanto de anúncios que contam histórias. Gosto tanto de anúncios que me fazem sorrir :)

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Desmotivação

Esta semana, decidi que ia começar a comer melhor. Deixar-me de doces e chocolates e coisas que só engordam e estragam a linha - não que ande muito preocupada com a linha nos últimos tempos, mas andar constantemente a oscilar entre os 61 kg e os 64 kg e não fazer nada para estabilizar a coisa não está a ser muito produtivo. E deu-me uma daquelas forças de vontade: "Estamos no verão, está calor, dá para substituir as bolachas pelas frutas, beber mais água, evitar os hidratos de carbono em excesso..." Enfim, só boas ideias que eu quero mesmo pôr em prática.
Na segunda-feira, início da semana, portei-me muito bem. Mas depois surgiram nuvens no horizonte, motivos completamente alheios à alimentação atiraram a minha motivação e a minha boa disposição ao tapete e é assim que estamos nesta quarta-feira de nevoeiro: sem vontade para nada. Aliás, tenho vontade, de duas coisas apenas: o Euromilhões e férias (exatamente por esta ordem).
Só que ainda não me saiu o Euromilhões e férias só daqui a umas semanas. Se calhar é melhor esquecer a dieta por uns tempos, pelo menos enquanto o espírito for este...


terça-feira, 5 de julho de 2016

Anda comigo ver os aviões

O Tiago anda numa fase giríssima, em que as primeiras palavras se começam a perceber por entre o dialeto que é só dele. Começou com a "papa", passou para a "mamã" e o "pai" (nada de papás que é para não confundir com a comidinha), entretanto chegou aos animais e lá vem o "cão", o "miau", o "quá-quá"... Cada dia diz uma palavra nova. Quando lhe dizemos para repetir a seguir a nós, se for uma palavra que ele ainda não consegue dizer, ri-se muito mas percebe-se pelo seus olhinhos que aquele cérebro está a fazer girar todas as engrenagens para aprender. 
No outro dia, chamou-me à varanda e começou a apontar para cima e a dizer "iaum", "iaum". E eu, a quem aquilo parecia claramente um "miau", lá lhe dizia que os gatinhos estavam lá em baixo, que lá em cima era o céu e o telhado e as nuvens... E ele lá continuava na dele "iaum", "iaum". De repente, cala-se, olha para mim e vai buscar o caderno onde ele e o pai tinham estado a fazer desenhos momentos antes. Muito senhor de si, aponta para a folha e diz "ião". E eu olho e vejo ali um avião desenhado (um desenho muito tosco, já agora, marido; mas claramente o desenho de um avião). 
"Ahhhh! Avião!" E ele acena convictamente, voltando a apontar para cima e a dizer "ião", com ar de quem pensa "Oh, mãe, és mesmo totó! Então não percebeste logo?!".
Agora já percebi, filho. E percebi também que os aviões vieram para se juntar à loucura com os carros e as motas. Este meu filho é muito pouco radical, está visto!



domingo, 3 de julho de 2016

Ao domingo, publicidade! #122

Admito que não vigio as minhas costas como deveria. Mas vigio as do marido e as do meu pai, que têm sinais que nunca mais acabam, alguns dos quais que requerem a minha preciosa atenção - e também deveriam requerer a deles, mas eles não veem as suas próprias costas, como diz esta campanha lançada pela Liga Portuguesa contra o Cancro.
Os sinais, que parecem tão inócuos, nem sempre o são. E devem ser vigiados. E analisados, quando caso disso. Falem com o vosso médico. Peçam a alguém para olhar pelas vossas costas, já que vocês não conseguem... O mais importante é não ignorar. Não "deixar andar". Porque um dia pode ser tarde de mais! 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Já vi! Já vi!

Foi ontem. Finalmente, já vi os episódios finais da sexta temporada da Guerra dos Tronos e só vos posso dizer isto: foram explosivos (eheheheheheheh)!
Já vi. Já não sou uma infoexcluída. Já não preciso de me esconder da Internet e dos spoilers que por aí andam. Já não preciso de suplicar aos colegas que não me contem o que aconteceu, nem fugir de salas onde possam estar pessoas a conversar sobre o assunto (ok, também não cheguei a este ponto, mas mais uns dias e não sei se não o faria!).

Já vi! Já vi! 

E agora tenho de esperar um ano até ver os próximos... Oh, não!!


terça-feira, 28 de junho de 2016

O meu amor de longe

Estive uma semana sem marido, que foi para fora a trabalho. Não sou saudosista, não morro de saudades e vivo bem sozinha comigo. Sinto-lhe a falta, claro, dos beijinhos de bom dia e de boa noite, mas aproveito a cama só para mim enquanto posso, o controlo absoluto do comando para pôr em dia as minhas séries, a falta de horários, nestes dias em que também estive sem filho, para fazer tudo e nada, ao sabor da espontaneidade e das vontades.
É agora, que a hora do regresso se aproxima, que a ansiedade começa a surgir, matreira, devagarinho, a fazer-me querer que o dia passe depressa e que a noite me traga o meu amor de volta para os meus braços. Porque eu vivo bem sozinha comigo, mas vivo muito melhor com os meus homens a meu lado. O filho já chegou, venha também o marido, para poder matar todas as saudades que não senti nestes dias, mas que se acumulam à chegada, como sabiamente diz a Maria.
E hoje, dia do retorno, calhou ouvir esta música e sorrir. Porque "o meu amor de longe está prestes a chegar"!


Talhado para mim
Mal o conheci, eu achei-o desse modo
Logo pude perceber o fado que ia ter
Por ver nele o fado todo
Chega de tragédias e desgraças
Tudo a tempo passa, não há nada a perder
Meu amor de longe voltou
Só para me ver

O que uma mãe não faz por um filho!

Eram onze da noite de ontem e andava eu, alegremente (ou não tanto assim que o sono já pesava um bocadinho), a arranjar cerejas para sua excelência, o príncipe Tiago.
Realmente, o que uma mãe não faz por um filho. O mais difícil foi mesmo não comer as cerejas, de tão deliciosas que eram!