domingo, 27 de dezembro de 2015

O Pai Natal existe mesmo!

Há muitos anos, pedi ao Pai Natal, com muita força e vontade, uma mana. No sapatinho, na noite de Natal, não havia bebé nenhum, mas, nove meses mais tarde, eis que chegou a mana tão esperada e desejada!
Este Natal, só pedi uma coisa ao Pai Natal: sol no dia 25. E depois de uma semana inteira de intenso nevoeiro e humidade, a manhã de Natal amanheceu solarenga e bem disposta. O dia perfeito para sair e ir gozar as prendas que se haviam recebido na noite anterior, o dia mais que perfeito para trocar as voltas à tradição e rumar a um restaurante em Moscavide para um almoço especial em família, com a avó, os tios e a prima, os pais, a mana, o marido e o filhote. Este lado da família não é muito grande (do lado do pai somos muitos mais, entre sete irmãos e quinze primos, mais mulheres e maridos, filhos e filhas), mas é o suficiente para fazer a minha avó ficar de coração cheio, de olhos brilhantes e de sorriso nos lábios. Pudéssemos nós tê-la sempre assim! Mas as pernas ainda fraquejam e a saúde ainda está precária, por isso um almoço e muito amor foi tudo o que lhe pudemos dar por agora. E muitos mimos e umas prendinhas e a foto da praxe com as netas e agora com um pimpolho pequenino lá no meio!
Soube a pouco. Mas soube a tanto!
E eu só tenho de agradecer ao Pai Natal que, nas prendas verdadeiramente importantes, nunca me falha!
Obrigada!

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