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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Tiago, o madrugador

Desde que regressámos à rotina normal do dia a dia (depois de quase três meses em que o Tiago andou de férias em férias - com os avós, com os pais, com os avós...), que temos tentado voltar a acertar horários. E se é verdade que tenho um filho que desde sempre que dorme a noite toda, também é verdade que, nos últimos tempos, tem sido bastante madrugador! Entre as seis e as sete da manhã, o Tiago chora, chama, acorda e já não quer dormir mais. Uma vez levantado, fica super bem disposto e pronto para começar o dia, mas ainda assim parece-me que nove horas de sono noturno é muito pouco para uma criança de dois anos e meio.
Pensámos: isto é cansaço e ele não está a descansar tão bem de noite. Nessa noite foi para a cama mais cedo e na manhã seguinte acordou ainda era noite cerrada, seis da manhã certinhas, sem birras e sorridente. Pensámos: se calhar vamos tentar atrasar um bocadinho a hora de deitar para ver como ele reage. Nessa noite, foi para a cama eram quase dez e meia e no dia seguinte às sete da manhã estava pronto para começar o dia.
A verdade é que temos assistido a uns nasceres do sol lindos, mas não faz sentido uma criança tão pequena dormir tão poucas horas de noite. E as olheiras por baixo dos seus olhos comprovam-no, ainda que o seu sorriso desminta o sono. 
Perguntámos na escola quantas horas dormia de sesta e a resposta não nos surpreendeu. Duas horas e meia de sono profundo, em casa estava a fazer igual. Num total de 11 horas e meia de sono diário, perfeitamente normal e adequado à sua idade, não podíamos pedir muito mais. Ainda assim, e com base no nosso instinto de pais e também em estudos que comprovam a necessidade do sono noturno (por exemplo, a National Sleep Foundation, dos Estados Unidos da América, recomenda que todas as crianças em idade pré-escolar devem dormir um sono noturno ininterrupto de pelo menos 10 a 11 horas), andamos a arranjar estratégias para equilibrar a coisa de outra forma: reduzir um pouco a sesta para aumentar as horas de sono à noite.
Para ter uma opinião profissional, consultei a Filipa Sommerfeldt Fernandes, especialista do sono infantil, a quem sigo atentamente no Facebook. A resposta pronta dela (que além de ser uma excelente profissional é super simpática) foi no mesmo sentido que a nossa e, por isso, esta semana estamos em fase de testes, com o Tiago a dormir menos tempo na escola, mas ainda a não dormir mais tempo em casa. Vá, hoje foi uma vitória, só acordou eram 7:15! Foram 9 horas e meia seguidinhas!
Quaisquer ajustes que se queiram fazer levam sempre tempo e sabemos isso. Acima de tudo, estamos a fazer isto pelo bem estar do nosso filho, acreditando mesmo ser o melhor para ele e, consequentemente, para o resto da família. Aos poucos isto vai lá!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Estado civil: cansada!

Há mais de uma semana a deitar-me tarde e a levantar-me cedo. Em algumas noites/madrugadas, com o filhote a acordar aos gritos e a chamar por nós. Seja dentes, pesadelos, fome ou apenas cansaço dos dias que não o deixa descansar tão bem à noite, quem acaba por também não descansar são estes pais. E andamos cansados. Uma espécie de arrastar dos dias a ver se as férias chegam depressa, como se fossem milagrosamente repor as energias todas em falta e fazer-nos recuperar e regressar à estaca zero. Nunca é bem assim, mas a gente mantém a ilusão e continua a sonhar alto com os dias em que não vamos trabalhar, mas que se calhar vão ser tão ou mais agitados do que a rotina do dia a dia. 
Mas não faz mal. O que importa é viver e sonhar e ir gerindo o cansaço e a paciência que a maternidade requer. Um dia de cada vez. Com os olhos postos no descanso. Desta noite (espero eu), do fim de semana, dos dias que a criança vai passar de férias com os avós... Tudo isso antes ainda das minhas férias. Pode ser que consiga descansar tudo até lá, para depois as poder aproveitar a 100%. Neste momento, o estado é este: cansada!


terça-feira, 18 de abril de 2017

Em que é que estavas a pensar, Alexx Maria?!

Em que é que estavas a pensar quando, às seis da manhã, o teu filho acordou a chorar e pediu para ir para a cama dos pais? Em que é que estavas a pensar quando, num repente de loucura momentânea ou numa ideia peregrina, decidiste aceder ao pedido da criança? Onde é que estava o teu cérebro quando achaste que podia resultar levar o teu filho para a tua cama???
Há uma razão para o Tiago sempre ter dormido na sua própria cama e, desde as cinco semanas de vida, no seu próprio quarto. E essa razão continua a ser válida mesmo dois anos depois! Até podemos gostar de, ao fim de semana, já todos acordados, ficar um bocadinho na ronha na cama dos pais, a ver os desenhos animados ou assim. Mas façam por favor atenção ao "já todos acordados". É que o Tiago pode parecer um anjinho a dormir, mas ao fim de cinco minutos de voltas e reviravoltas e pontapés e empurrões, enfim, não há quem consiga dormir com tal criatura! E se há coisa que esta família preserva é a qualidade do sono, de todos nós. 
Por isso, não sei mesmo onde estava com a cabeça quando o Tiago pediu para ir para a cama dos pais, meio a chorar, meio a pedinchar, e eu assenti. Devia estar ainda meio a dormir só pode... Arrependi-me imediatamente da ideia: já nenhum dos pais conseguiu descansar, mesmo o Tiago demorou a voltar a adormecer e, num quarto às escuras, foi uma aventura para estes pais se arranjarem para o dia de trabalho. 
Enfim, nem se pode dizer que foi uma ideia boa que correu mal, porque eu já sei do que a casa gasta e foi mesmo uma ideia má desde o início. A não repetir, definitivamente!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Quando tens um fim de semana tão bom, mas tão bom...

... que precisavas de mais um dia para conseguires preparar-te para a semana de trabalho. 
Como diz o marido, este fim de semana fomos dormir a casa. O resto do tempo foi passado em rambóia, em festas de aniversário e refeições de família, em passeios e muita diversão. Aproveitar o bom tempo, os dias que já se espraiam por mais umas horas, a família que esteve reunida para o aniversário da minha sobrinha linda (como é que já passaram três anos?!?!) e para visitar a priminha mais nova, que fez ontem dois meses. 
As sestas do Tiago foram, maioritariamente, no carro; as refeições foram uma mistura de sopa (quando conseguimos) com papas, bolos de aniversário, pipocas - e não é que ele é doido por pipocas? - e dois douradinhos que comeu à mão, como quem come um chocolate ou uma bolacha. Um dia não são dias e, embora sejamos muito rigorosos com a alimentação, as regras também foram feitas para serem quebradas de vez em quando. Pelo menos é o que digo à minha consciência quando me lembro das quantidades gigantes de açúcar e de doces que consumi este fim de semana. Estou certa de que engordei para aí cinco quilos só nestes dias. 
Agora é regressar à vida normal, à rotina, tentar acalmar e entrar no ritmo dos dias de semana. Mas que dava muito jeito que o fim de semana tivesse mais um dia, ai isso dava! 

Imagem retirada do Pinterest.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

São vidas

No outro dia, combinei com uma amiga telefonar-lhe ao fim do dia. Esqueci-me. Muitas vezes, a minha mãe e eu dizemos que falamos melhor à noite. Quase nunca acontece. Andei a ver umas formações online para fazer, depois do Tiago adormecer. Ainda só fiz as primeiras duas lições. 
Depois de ir buscar o Tiago ao fim do dia parece que é só um piscar de olhos até já ser hora de ir deitar: chegar a casa, dar jantar ao filhote, jantarmos nós adultos, brincar durante quinze minutos/meia hora, dar banho, ler a história e deitar o pequeno, arrumar as coisas para o dia seguinte e dedicar um bocadinho para conversar e namorar com o marido. Quando dou conta já passa das onze, já não são horas de ligar a ninguém, já não tenho cabeça para ir ligar o computador.
Há vidas piores. Há pessoas com mais força de vontade e menos necessidade de dormir. Há quem tenha agendas muito mais preenchidas que a minha. São vidas e não me queixo da minha, mas há semanas em que o sono e o cansaço vencem e quando o Tiago adormece só me apetece sentar no sofá e olhar sem ver a televisão ou o telemóvel ou aninhar-me no abraço quente do marido e ficar ali a gozar a estupidificação do cérebro que já não está a funcionar. 
Hoje é um daqueles dias em que até vou com vontade de fazer mais uma lição do curso, fazer umas pipocas e ver uma série, fazer os telefonemas em falta. Mas digo isso agora. Daqui a três horas vamos lá ver se o sentimento se mantém!





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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Noite santa

Depois do desabafo de ontem, acho que é mais do que justo dizer que esta noite tive uma noite santa! Deitei o Tiago bem cedinho (como fomos ao médico a meio da tarde, ele não fez a sesta toda e estava a morrer de sono), fiz um jantar levezinho e antes das dez e meia estava prontinha para dormir - a noite toda! Seguidinha! Sem despertares noturnos, sem filho a choramingar por estar entupido, sem pesadelos, sem nada!! Uma noite santa! 
Ainda não voltou tudo ao normal e o Tiago teve praticamente de ser adormecido ao colo (preguiça minha que preferi adormecê-lo sentada no sofá com ele ao colo do que toda curvada sobre as grades para que ele pudesse adormecer na sua própria cama), mas pode ser que aos poucos isto vá lá. Do mal o menos, já dou graças por ter tido uma noite inteira de sono, que tanto estava a precisar (e que ainda assim não me livrou da dor de cabeça provocada pela constipação que também me apanhou a mim). Já é um começo!

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Hoje sinto-me assim...

Tem sido uma semana particularmente difícil com o Tiago doente, poucas horas de sono, cansaço acumulado... Sinto-me mesmooooo cansada. Sabem aquelas alturas em que sentem que começam a perder o controlo, em que os horários vos submergem e vocês se veem incapazes de dar resposta? Não? Ainda bem para vocês, porque é exatamente assim que me sinto neste momento. Começo a manhã a correr para chegar a horas ao trabalho, saio do trabalho a correr para ir buscar o Tiago, chego a casa a correr entre jantar e coisas para fazer e banho para dar e Tiago para deitar - e ele está a passar uma fase tãooooo chata para adormecer! - e quando finalmente o filhote adormece, o cérebro desta mãe desliga e já não me sinto capaz de fazer mais nada. Sei que isto acontece porque as noites têm sido curtas e com vários despertares e que havemos de voltar a ter noites descansadas assim que o Tiago ficar melhor, mas bolas, isto custa! Não sei mesmo como é que há pais que conseguem não dormir noites inteiras durante anos a fio. Eu dava em doida! Estou mesmo a precisar que chegue o fim de semana, para ver se consigo repor energias... ou então não, vamos lá ver! Vá, isto é só um desabafo, eu sei que vai melhorar. Podia era ser já, que aqui a je agradecia!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Para acordar fresca e fofa quando toca o despertador...

Para acordar fresca e fofa quando toca o despertador às 6:50, deveria mesmo ter evitado deitar-me perto da uma da manhã... Resultado: ainda agora comecei a trabalhar e já perdi a conta a todos os bocejos que já me abriram a boca.
O que vale é que já é quinta-feira (estou em contagem decrescente, lembram-se?)!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dramas na vida de uma mãe #18

Dois dramas seguidinhos? Ah, pois é, bebé!
Lembram-se de, no outro dia, vos ter dito aqui que o Tiago estava prestes a ir passar a sua primeira noite fora? O meu bebé pequenino já passa noites fora....
Bem, na verdade são os pais que vão para a vadiagem hoje à noite (isto dito assim até soa mal, na verdade vamos apenas a um concerto) e o pequeno fica com os avós. Só que, da última vez que fizemos algo semelhante, sentimos que fomos um pouco injustos para o Tiago - quando o fomos buscar, ele dormia profundamente, acordou para ir para o carro, adormeceu na viagem, acordou para ir para casa... enfim, sem ter culpa nenhuma das decisões dos pais, o pobre coitado fartou-se de adormecer, acordar, adormecer, sem descanso apropriado. Decidimos então, desta vez, que ele fica a noite toda com os avós e nós vamos lá buscá-lo no dia seguinte. E enquanto a cabeça desta mãe está muito tranquila com a sua decisão, este coração de mãe pensa: "Eu hoje não vou estar com o meu menino!!" Mas sei que é mesmo o melhor para ele, o melhor para nós, que não vamos estar preocupados com horas, e o melhor para os meus pais, que não vão ter de estar dependentes da nossa vida. E é ótimo para a relação entre avós e neto, é ótimo para ele se habituar àquilo que vai ser o conceito de normalidade no futuro (ficar com os avós nas férias, em fins de semana, quando for preciso, como se estivesse na sua própria casa!). Porque nós queremos muito que essa seja a normalidade. Porque é bom, é saudável, é ótimo para a construção de afetos.
Mas que a primeira vez custa um bocadinho, disso não tenho quaisquer dúvidas! Pode ser que uma noite inteira a dormir como um anjo (que bem ando a precisar) sirva para pôr de lado estes sentimentos e começar já a pensar na próxima vez que deixaremos o Tiago em casa dos avós :)


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Sabes que precisas de férias quando...

...dizem na rádio "o Primeiro Ministo assegurou às famílias (...). Costa chamou (...)" e durante duas milésimas de segundo tu pensas "Oi? Costa? Então e o Passos Coelho?". E depois faz-se luz e percebes que estás mesmo a precisar de descanso!

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Dramas na vida de uma mãe #10

Sou, por princípio e convicção, contra o co-sleeping. Ponderando os pratos da balança, vejo mais pontos negativos do que positivos, além de que acredito mesmo que para uma pessoa dormir descansada precisa do seu espaço, sem andar ali às cotoveladas e pontapés ao próximo (não é por acaso que eu e o marido temos uma cama maior do que as camas comuns - é uma trabalheira encontrar lençóis bons e baratos que lhe sirvam, mas é um descanso dormirmos juntos sem estar no caminho um do outro).
Posto isto, eis o drama: o Tiago está doente, muito constipadinho, levou vacinas, tem os dentinhos a romper, fez febre... Além de estar tão entupido que mal consegue respirar. Na outra noite, que já adivinhávamos ir ser muito difícil, acordou de hora a hora, queixoso do mal-estar. A meio da noite, depois de nos termos levantado quinhentas mil vezes para ir ao quarto dele, peguei no pequeno e fomos os dois dormir para o sofá da sala. Recostei-o nuns almofadões para ele estar mais sentado do que deitado e fiquei deitada ao lado dele, a dar-lhe miminho e a acalmá-lo quando ele se queixava, mas sem grandes achegos por causa das febres.
Optei pela solução mais fácil, aquela que permitiu que pudéssemos, pais e filho, descansar melhor durante um par de horas: o pai, que tem o sono mais leve que uma pena, conseguiu enfim adormecer; o Tiago, exausto do esforço para respirar, descansou; e eu, não tendo de me levantar frequentemente e estando ali ao lado para o caso de ser preciso, também dormi.
Sei que esta não é nem pode ser uma opção frequente, até porque na manhã seguinte a única forma de aquecer e relaxar os músculos passou por um banho a escaldar, mas naquela altura pareceu-me a melhor forma de resolver o problema. Até porque acho que tinha eu mais necessidade de estar perto do meu filho do que ele de mim e as opções no quarto do Tiago eram ficar em pé e toda debruçada sobre o berço ou sentar-me no chão e pôr as mãos por entre as grades - nenhuma delas muito apelativa.
Não foi propriamente co-sleeping o que fizemos, até porque levá-lo para a nossa cama em nada ia resolver a situação, mas foi uma espécie de. Foi uma decisão ponderada, face às circunstâncias e foi o melhor para nós os três naquele momento. Na noite seguinte já não foi preciso, não houve febres, a constipação estava melhor e o petiz só acordou uma vez durante a noite. E pudemos todos voltar a dormir tranquilamente, cada qual em seu sítio. Mas ficou-me ainda mais vincada esta ideia, que tenho desde sempre: os pais fazem o melhor que podem, com o que têm. Mesmo que isso implique ser mais flexível e, quando necessário, agir contra os nossos princípios, para bem dos filhos. E dos pais.


PS: Se querem uma opinião fundamentada e muito interessante sobre o co-sleeping, e que vai exatamente ao encontro da minha, leiam aqui a Mum's the boss


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Lamúrias de quem não queria sair da cama

Estava tão quentinha, estava tão confortável, estava tão deliciosamente enroscada na preguiça de quem ainda está meio a dormir... Estava a sentir-me tão bem, a descansar o corpo e a mente, a repousar os pensamentos e a aproveitar o calor dos lençóis. Nem sequer tinha a bexiga cheia (razão mais do que suficiente para fazer até o mais preguiçoso levantar-se e correr para a casa de banho). A sério, estava tudo perfeito. 
Hoje teria sido o dia perfeito para ficar a preguiçar. Mas lá tive de me levantar e vir trabalhar. O dia está bem bonito, por sinal, mas eu só consigo pensar que ainda é quarta-feira e que nesta semana, não fossem questões pessoais e profissionais inadiáveis, eu devia estar de férias. Uma semana inteira de férias que desmarquei, atirei pela janela, virei as costas... E das quais tenho tantas saudades agora. Porque hoje teria mesmo sido o dia perfeito para estar de férias, pelo menos é o que me diz o meu cérebro meio adormecido...
Posso voltar para casa?


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Do cansaço...

Ahhhh, olha eu a dizer que estou muito cansada e tal e o Observador a ler-me os pensamentos, a ser um fofinho e a publicar umas dicas para ajudar a reduzir a sensação de fadiga. Dizem eles que "nem só da falta de sono vive o cansaço" e compilam um conjunto de práticas que as pessoas podem realizar no seu dia a dia, por forma a terem mais energia e menos cansaço.
Aqui ficam elas, para todos os que andam no mesmo estado que eu:

1. Faça exercício mesmo que se sinta cansado
Deixar de fazer uma corridinha, ir ao ginásio ou nadar umas braçadas porque se sente cansado pode não ser uma boa ideia. Um estudo da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, chegou à conclusão que o exercício regular, nem que seja por um curto período de tempo, contribui, a longo prazo, para diminuir a sensação de fadiga. Isto porque a atividade física melhora o funcionamento do sistema cardiovascular e a oxigenação dos tecidos.
2. Beba água
A desidratação faz com que o sangue se torne mais espesso, o que requer um esforço extra ao coração ao bombeá-lo para os músculos e os órgãos, que não respondem tão eficientemente às necessidades do corpo. Por isso, beber água para se manter sempre hidratado é fundamental.
3. Consuma ferro
Se não come uma quantidade suficiente de alimentos ricos em ferro, isso pode provocar-lhe irritabilidade, fraqueza, lentidão e dificuldades de concentração. Por isso, e também porque uma falta de ferro no organismo pode ser sinal de um problema médico mais grave, consumir alimentos ricos neste nutriente é de grande importância. Coma carnes magras, ovos, legumes de folha verde escura, feijão, nozes e frutos secos. Juntamente com eles, é importante também comer alimentos ricos em vitamina C, que ajudam à absorção do ferro pelo organismo.
4. Não queira ser perfeito
Os perfeccionistas trabalham mais e durante mais tempo do que as outras pessoas, uma vez que os objetivos que traçam para si mesmos são, geralmente, muito pouco realistas e, quando não são alcançados, deixam uma sensação de frustração. Os especialistas em saúde mental defendem que as pessoas devem definir limites temporais para o seu trabalho e devem esforçar-se por cumpri-los, uma vez que trabalhar mais horas não significa necessariamente fazer um melhor trabalho.
5. Não faça tempestades num copo de água
Não seja sempre pessimista nem assuma sempre que vai acontecer o pior, porque a ansiedade resultante desse tipo de pensamentos é mentalmente muito desgastante. Quando confrontado com situações potencialmente stressantes, o melhor é respirar fundo e, se possível, fazer algum exercício físico – nem que seja uma caminhada – para poder afastar pessimismos da cabeça.
6. Tome sempre o pequeno-almoço
O pequeno-almoço é considerado pelos médicos e especialistas, quase unanimemente, como a refeição mais importante do dia, uma vez que é ela que contribui para repor os níveis de energia que gastamos durante o sono. Os melhores pequenos-almoços são os mais variados, com frutas, laticínios e cereais.
7. Não abuse da comida de plástico
Comidas ricas em açúcar e gordura são as que têm índices glicémicos mais elevados. Isto significa que os níveis de açúcar no sangue aumentam exponencialmente quando consumimos este tipo de alimentos, o que não só exige ao pâncreas uma produção de insulina muito elevada como também leva a uma maior fadiga ao longo do dia. É por isso necessário optar por proteínas magras, como frango (desde que não seja frito), salmão e batata-doce.
8. Saiba dizer “não”
Aprenda a recusar alguns pedidos que lhe fazem, mesmo que isso possa melindrar os outros, porque comprometer-se com demasiadas coisas tem um impacto físico negativo em si, além de o poder transformar numa pessoa ressentida e irritada a longo prazo.
9. Arrume a sua secretária
Uma secretária desarrumada e confusa acaba por ter o mesmo impacto no cérebro, concluiu um estudo da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. As pessoas que não fazem uma arrumação frequente da sua secretária ou mesmo do seu escritório têm mais dificuldade em concentrar-se e em processar informação, pelo que, aconselham os autores do estudo, o melhor mesmo é nunca sair do emprego sem deixar a secretária em ordem.
10. Não trabalhe nas férias
Não vale nem sequer espreitar o e-mail, porque o corpo e a mente precisam de períodos de total repouso das atividades laborais habituais para poderem ter melhores resultados aquando do regresso ao trabalho.
11. Não beba álcool antes de dormir
Quando se consomem bebidas alcoólicas, a primeira sensação que estas provocam é o sono, mas isso é só até o álcool ser metabolizado pelo organismo. Assim, é mais recomendável beber entre três a quatro horas antes de ir dormir, e não imediatamente antes, porque, nesse caso, a probabilidade de acordar a meio da noite aumenta.
12. Não consulte os e-mails antes de adormecer
Num quarto completamente escuro, a luz azulada de um telemóvel, tablet ou computador pode ter efeitos negativos na secreção de melatonina, a hormona responsável pela regulação do sono. Por isso deve-se evitar recorrer a esses aparelhos tecnológicos pelo menos nas duas horas anteriores a ir para a cama.
13. Não abuse do café
Não é só mania de muitas pessoas: beber café nas seis horas imediatamente antes de dormir tem mesmo um efeito na qualidade do sono, defende um estudo americano. Os especialistas avisam que beber mais do que três cafés por dia tem consequências no ciclo de sono, pelo que a moderação é a palavra-chave.
14. Não se deite muito tarde aos fins de semana
É preferível dormir uma sesta no domingo à tarde do que ficar acordado até de madrugada no sábado e dormir até muito tarde no domingo, defendem os médicos. Isto porque, no domingo à noite, vai ser mais difícil adormecer, o que provoca uma segunda-feira mais sonolenta – e, quem sabe, toda a semana.

Finalmente já é sexta!

Finalmente é sexta-feira! Finalmente!
Depois de uma semana meio caótica, com uma agenda cheia no trabalho, muitos compromissos pessoais, muito poucas horas de sono e o cansaço acumulado de cinco dias muito longos, finalmente estamos quase a chegar a sexta-feira à noite. Foi uma semana muito boa, não me interpretem mal, mas estou mesmo contente por finalmente ter chegado ao fim. 
Sexta-feira. O momento alto da semana: para uns, significa a liberdade para irem sair, beber uns copos, dar um passo de dança, curtir a noite; para outros, como eu, significa a liberdade de chegar a casa e cair no sofá, onde já sei que vou, invariavelmente, adormecer durante parte do serão. Sou uma pessoa sem filhos tão animada, como podem ver, ah ah ah ah.  
Ah, mas espera, achavas que ias já para casa descansar? Querias. Afinal ainda tens mais um pequenino compromisso de que já nem te lembravas, pois é... E, por isso, lá vou eu a caminho do Vasco da Gama, ter com a amiga grávida, para participarmos num workshop para grávidas. Pode ser que nos ensinem a organizar os nossos cérebros de grávida (que toda a gente sabe que encolhem durante a gestação) para não esquecer os compromissos com as amigas. 


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Ir ou não ir, eis a questão

Há dias que são produtivos, enérgicos, cheios de vida. Há outros que não o são. Hoje é daqueles dias em que o cansaço pesa, as últimas noites mal dormidas cobram o seu preço e a energia esvai-se em meia dúzia de bocejos e de pálpebras teimosas.
Hoje queria ir ao ginásio. Preparei tudo ontem, com carinho e cuidado, as toalhas, a água, os ténis. Só que agora não me apetece. Vou a caminho e só penso: "e se hoje fosse para casa descansar?"
Sei que não devo ceder à preguiça e se fosse fazer alguma aula até me animava mais. Mas só vou fazer máquinas e já estou mesmo a ver o cenário: eu a arrastar-me na passadeira e a maldizer a hora em que decidi que ia treinar. E o treino, em vez de animado e produtivo, vai ser um martírio e um sacrifício, acabo por não me sentir melhor e não render nada. Mais vale arrumar o saco hoje e tirá-lo novamente amanhã. Pode ser que o espírito seja outro...

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mood do dia


Há segundas-feiras que são particularmente difíceis. Principalmente quando o fim de semana foi tão bom tão bom que em vez de dois dias pareceu ter duas horas... Partilhar e multiplicar felicidades é assim, faz o tempo ter reações estranhas, queremos que ele estique e que dure e dure e dure, mas depois apercebemo-nos que já foi e passou tão depressa que nem demos conta. E de repente já é segunda-feira, estamos com uma soneira descomunal e muito pouca vontade de trabalhar. E pensamos cá para connosco que precisamos mesmo de um dia entre sábado e domingo. 
Agora vou só ali trabalhar mais um bocadinho enquanto sonho com o próximo fim de semana, está bem?