quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Que saudades que eu tinha do metro! #NOT

Com a mudança de local de trabalho, tive de abandonar os maravilhosos comboios da CP (sempre atrasados mas sempre vazios, uma vez que eu andava contra a maré de pessoas em hora de ponta). Voltei ao metro, que já não usava numa base regular há sei lá quantos anos. Claro que, volta e meia, me deslocava de metro dentro de Lisboa, mas nunca no trajeto já de si stressante casa-trabalho-casa. E que saudades que eu tinha do metro em hora de ponta!! Dos minutos de espera em pé nas plataformas escuras, da enchente de pessoas que nos esmagam num calor humano e até algo violento na ânsia de caberem nas carruagens a abarrotar, das filas e filas de gente para passar os torniquetes... Ai, as saudades! #sóquenão
Mas... nada de queixas que agora a vida é esta! Valham-nos as coisas boas de estar de regresso ao centro da cidade! E os desejos de que em 2018 o metro retome o seu normal funcionamento de há uns anos e se torne melhor para todos nós. Ou será que isso já é pedir muito?

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Dos balanços e resoluções

Seja por verdadeira vontade ou pressão social, nesta altura toda a gente faz balanços do ano que passou e resoluções para o ano que está a entrar. Não fiz nem uns nem outras, devo confessar. Em 2017, pedi apenas duas coisas: uma realizou-se, a outra não e eu fico contente de qualquer forma, acredito que a vida sabe o que faz. Para 2018, não tenho planos delineados nem resoluções  marcadas. Apenas sonhos e desejos, mas esses não são para este ano em concreto mas sim para a vida. Por isso, nada de listas a pensar no que vou fazer em 2018. Apenas o que já tenho em concreto: começo hoje a trabalhar num sítio novo, o meu filho vai amanhã para um colégio novo, vão haver novas rotinas e ajustes a fazer. Hei de tentar incluir o ginásio nos planos assim que a poeira assentar. Quero estabelecer uma rotina e ir deitar-me cedo, mas já sei de antemão que a vou quebrar muitas vezes e dormir poucas horas ou perder a conta ao número de vezes que vou adormecer no sofá encostada ao marido. O mesmo com a dieta e a alimentação saudável, assim haja desejos de chocolate e afins disparates. Já me conheço e já não me engano: aceito que sou feita de momentos, de altos e baixos e de fluxos de energia em que uns dias me porto bem e noutros dias me porto mal. É a vantagem de ser adulta, não preciso de me desculpar pelas vezes em que me porto mal. Estou a uma semana dos 31 anos, estou a viver uma nova aventura, tenho a família mais maravilhosa, os amigos mais queridos, a saúde necessária  (fora a maldita tosse que persiste), uma vida feliz. Não preciso de mais em 2018, só mais do mesmo. Que a vida continue a ser gentil o suficiente para mim e que o seja também para todos vós! Este sim é o meu desejo para o ano que começa!

domingo, 31 de dezembro de 2017

Ao domingo, publicidade! #200

Que o ano que chega amanhã vos traga o vosso talismã, todas as sortes e todos os sonhos. E que vos traga também a sabedoria para reconhecerem as bênçãos que a vida vos dá e a mão que podem estender aos outros, trazendo bênçãos também às suas vidas.
Um excelente ano para todos vós!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Do amor

Almoço de mãe e filho, nos poucos dias de férias antes dos desafios do novo ano. Pequeno Tiago a comer uvas à sobremesa:
- Mãe, esta é do pai.
- Está bem, filho.
- Mas não comas, mãe. Esta uva é do pai, para eu lhe dar logo à noite (o pai está a trabalhar). Porque já não há mais uvas (mentira, mas se eu as ponho todas na mesa ele nunca mais para de as comer) e eu vou guardar esta para o pai.
- Está bem, meu amor. Vamos guardar essa uva para o pai.
- Sim, no ficofico.

Tenho neste momento uma taça com uma única uva lá dentro, guardada dentro do frigorífico, à espera que o pai chegue. Isto é amor.  

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

A vida a acontecer

Quando a vida acontece, volta e meia acontece tudo ao mesmo tempo, em modo frenético, aos saltos inesperados, atirando tudo o que tem de ser resolvido para cima dos nossos ombros de uma só vez. Nessas alturas, nada mais há a fazer do que socorrermo-nos de todas as ferramentas que temos para não nos deixarmos submergir, ao mesmo tempo que vamos riscando itens da lista da vida. Por estas bandas, as últimas semanas têm sido assim, tumultuosas, turbulentas, cheias de coisas boas e más ao mesmo tempo, cheias de mudanças. O final de 2017 trouxe-me um emprego novo, um colégio novo para o filho, uma família toda doente com as gripes normais da época, uma avó no hospital durante três dias para, nem uma semana depois, estar a ir passar o Natal a casa, mil pequenas coisinhas para fazer, para despachar, para deixar tratadas antes de o ano chegar ao fim. 
Quando o caos reina à minha volta, tenho sempre de parar, respirar e planear o que fazer a seguir. Retirar o que é acessório (daí a minha ausência destas bandas, eu hei de voltar em força assim que a vida estabilizar) e focar-me no essencial, definir prioridades, fazer uma coisa de cada vez. Têm sido semanas muito preenchidas, é verdade, mas é apenas a vida a acontecer. Às vezes, acontece tudo ao mesmo tempo, mas isso não é necessariamente mau, implica apenas uma maior capacidade de adaptação da nossa parte. Com calma e tempo, isto vai lá e nós vamos acontecendo com a vida. Que venha ela!

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Embrulhos de Natal

Há uns bons anos, trabalhei numa empresa de grande consumo e, nos dias que antecederam o Natal, para auxiliar os colegas das lojas, fomos "convidados" pela Administração a ir fazer voluntariado para as lojas. No primeiro dia, fui colocada a fazer embrulhos de Natal. Foi uma experiência desastrosa - eu não tenho o menor jeito e acho que as pessoas que vieram ter comigo para eu lhes embrulhar as prendas só não desistiram a meio do processo porque tiveram pena de mim e do meu esforço patético, mas estou certa de que, quando chegaram a casa, refizeram os embrulhos todos. Foi tão embaraçoso para mim que, no dia seguinte, pedi por tudo para que me pusessem noutra área qualquer, nem que fosse na peixaria!
Isto foi há sensivelmente nove anos. Entretanto casei, mudei de casa e, nos últimos dois a três anos, tenho sido a responsável por fazer os embrulhos de Natal cá de casa. O que faço com o maior gosto e prazer, ainda que admita que continuam a ter um aspeto bastante amador. Prendas quadradas ou retangulares (abençoados livros e caixas de bombons) são fáceis, até que ficam mesmo bem. Prendas com formatos mais estranhos, levam umas camadas de fita-cola a mais, para garantir que ficam minimamente aceitáveis. Mas também sei que, independemente do aspeto da prenda, o que importa é a alegria de quem a vai abrir, rasgando o papel com satisfação e propósito.
Hoje, dia 25 de dezembro, estou a embrulhar a última prenda de todas, nunca a menos importante, mas aquela que estava ali direitinha à espera que eu tratasse dela. Para mim o Natal é na consoada, como vocês sabem, mas quando há famílias pelas quais nos temos de dividir, o Natal passa a ter mais dias, todos aqueles que quisermos e precisarmos. E, por isso, hoje continua a ser Natal e ainda havia uma única prenda por embrulhar. Já está, embrulhada por mim com muito orgulho, amor e carinho. Porque mais do que um embrulho bonito, o que conta mesmo é um embrulho com amor.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Ao domingo, publicidade! #199

Porque gosto do Natal, porque gosto da época natalícia e tudo o que vem com ela. Porque gosto mesmo dos doces e das prendas e das canções e das luzes e, acima de tudo, da família, das tradições, dos momentos e das memórias que se criam!
Porque gosto do Natal, tenham um feliz, feliz Natal!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Ventos de mudança

Nos momentos de viragem das nossas vidas, naqueles momentos entre uma etapa e outra, há sempre espaço para a introspeção, para uma avaliação do que se viveu e do que se espera daí em diante. Há sempre um relembrar das coisas boas e das coisas más (esperemos que as primeiras ultrapassem em larga escala as segundas, ou que, se não for esse o caso, saibamos avançar sem a carga negativa do que aconteceu). Há sempre espaço para ir bebendo o presente, que está em vias de se tornar passado, e ir sonhando com o futuro, que será presente mais cedo do que esperamos. Há sempre nostalgia, seja pelos momentos, pelas pessoas, pelos lugares, pelas memórias. Há sempre ansiedade e excitação do que aí vem. Há sempre medo e receio, misturados com alegria e libertação. Acima de tudo, é desejável que haja paz, calma, serenidade. Que as mudanças surjam com a naturalidade com que a vida avança e que, sendo ou não procuradas, encaixem nas nossas almas como peças de puzzle (mesmo que por vezes haja arestas a limar, o quadro geral fica mais bonito quando as peças estão juntas). Que as lições do passado nos sirvam para crescer, para amadurecer, mas não para nos amargar, nem para nos impedir de ver o futuro de olhos brilhantes e coração aberto. A vida é assim, sempre em frente. E, nos momentos de viragem, resta-nos agradecer o que passou, tudo de bom e de mau que nos trouxe até aqui, respirar fundo, olhar em frente e dizer ao futuro: Estou preparada!


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Compras online - rendi-me


Sempre fui um bocadinho cética no que às compras online diz respeito. Acho que tinha receio da segurança da transação, receio de o produto não chegar em condições (bem sabemos como os CTT funcionam no nosso país), receio de não ter como receber a encomenda estando fora de casa todos os dias e sendo os horários dos Correios muito pouco compatíveis com quem trabalha... Enfim, pequenas inseguranças que me fazia sempre preferir comprar as coisas ao vivo.
Depois chegou a era dos websites de venda de experiências (Odisseias, Descontos, Lifecooler, etc.) e aos poucos comecei a comprar uma coisinha aqui, outra ali - afinal eram vouchers e vinham imediatamente por e-mail. Depois foi a Saída de Emergência e a Wook e as suas promoções maravilhosas e a facilidade de adquirir os livros sem ter de me descolar à livraria. A par de já não precisar de um cartão de crédito para efetuar essas compras, podendo optar pelas referências multibanco, e de estar a trabalhar num local que me permite receber encomendas pessoais.
Daí até começar a explorar a Internet e os sites de venda de produtos espalhados por esse mundo fora foi um pulinho. Ainda desconfio sempre que tenho de usar o cartão de crédito, prefiro sempre usar o Paypal, nunca compro por impulso, analiso sempre outras opiniões e tento ver fotografias reais dos produtos, mas de uma maneira geral as coisas têm corrido bem. E há sempre promoções fantásticas para aproveitar, no conforto do lar, sem o stress de andar a correr de loja em loja.
Por isso, este ano, despachei quase todas as prendas de Natal com compras online. Quase todas aproveitando os dias loucos da Black Friday, ali nos finais de novembro. Poupei dinheiro, poupei tempo, poupei paciência. Fiquei despachada. E rendida às compras online.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

New nails of the week

Já não é surpresa para ninguém que me rendi ao verniz gel. Mantém as minhas unhas fortes (ao contrário do que acontece a muita gente), mantém o brilho intenso durante duas ou três semanas, não lasca, não se estraga, não se parte por dá cá aquela palha. Enfim, uma miríade de coisas boas. Demorei a acertar com a remoção, mas até isso agora já é fácil (ainda não é rápido eheheh) e é um tempo que eu uso para mim, enquanto vejo séries ou filmes.
E se, na maior parte das vezes mantenho uma manicura simples e elegante, de vez em quando dá-me para aventuras e testes e, agora que se aproxima a época das festas, decidi sair da zona de conforto e arriscar um pouco mais. Ao início, estranhei, depois entranhei e agora gosto imenso do resultado final!

Verniz Gel 240 e Pó Pink Chrome da Andreia Professional.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Rotinas

Devia ser proibido a pessoa levantar-se dos lençóis polares quentinhos quando a noite ainda está cerrada lá fora e o frio gela-nos os ossos. Devia ser proibido a pessoa sair de casa com o céu escuro como breu e os carros cheios de gelo das temperaturas negativas das últimas noites. Devia ser proibido abandonar o conforto do lar enquanto a sua família dorme tranquila e feliz, sair sem trocar dois dedos de conversa com o marido, apenas um beijo suave e os desejos de um bom dia, daqui a pouco já falamos, sem ir ver se o pequeno está bem tapado e quentinho, sem lhe dar um beijinho de miminho de mãe, com medo de o acordar ainda tão cedo que é. Devia ser proibido tudo isto. Mas, nesta fase da vida, é a única forma que tenho de regressar ao ginásio e ao exercício físico. É a única forma que tenho de me mexer, de (re)ganhar músculo perdido em dois anos parada: fortalecer os braços para pegar no filho ao colo, fortalecer as pernas para poder caminhar depressa no regresso a casa, fortalecer o espírito para me sentir cada vez melhor comigo - por dentro e por fora.
Está frio lá fora, está de noite, dormi pouco e quero aninhar-me no marido. Sim, tudo é verdade. Mas também quero aproveitar esta onda de motivação que todos os dias me arranca da cama às seis da manhã para me plantar às sete à porta do ginásio. Treinos curtos e otimizados que às oito há um comboio para apanhar e às nove há trabalho para fazer. Não quero andar a correr, não quero andar a entrar em stress, por isso as coisas estão bem organizadas para não haver atrasos e, quer acreditem quer não, até é uma forma muito mais dinâmica de começar a manhã e deixar-me totalmente pronta, alerta e motivada para o que vou encontrar ao longo do dia. 
Mas não quero atirar os foguetes para já... ainda vamos no início do inverno e a chuva ainda não chegou a sério - e o que me desmotiva a chuva! - por isso ando a levar tudo com calma, um dia de cada vez, esta nova rotina que criei para mim.




*Imagens retiradas do Pinterest.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Rendi-me à moda

Admito, rendi-me à moda. Dos ténis. Das pérolas no vestuário. Das duas coisas em conjunto. Ora digam lá se não são tão giros?!


Ainda estive hesitante em comprá-los ou não, uma vez que ténis é um mundo que ainda me é um pouco desconhecido (vá, já uso os meus converse com vestidos, mas é uma coisa relativamente recente no meu estilo). No entanto, todos os dias passava por eles na montra, todos os dias os namorava mais um bocadinho e as pérolas, ai senhores, as pérolas foi o que me encantou à primeira vista. Acabei por comprá-los, fiz uma sondagem pelos amigos e família e a resposta foi um retumbante "Sim, fica com eles!". Pronto, já me andam a fazer companhia na rua, ainda em modo de teste para ver com que indumentárias é que mais se encaixam. Mas estou-lhes completamente rendida!

domingo, 3 de dezembro de 2017

Ao domingo, publicidade! #196

E chegamos a dezembro, mês que, em termos de publicidade aqui no estaminé, é todo ele dedicado ao Natal! E começamos bem, com publicidade nacional que me fez esboçar um sorriso. E ter pena daquele pobre pai que virou Pai Natal involuntariamente!