Não me vou queixar do tempo nem da chuva. Ainda não. Mas nos últimos dias tem sido assim: passo horas em frente do roupeiro a pensar na roupa que hei-de vestir, experimento três e quatro coisas e sinto que nada me fica bem, nada encaixa, nada serve... Entre vestidinhos de verão e túnicas de alças que são demasiado frescas para este tempo e camisolas de malha de manga comprida que são demasiado quentes para este tempo, sobram-me poucas opções. Nunca fui muito uma rapariga da meia estação, para mim ou é frio ou é quente, agora este meio termo não dá com nada. Estamos na época dos mal vestidos em que se veem lado a lado uns pezinhos em sandálias e outros em botins, ombro com ombro um casaco quente e um top colorido de alcinhas. Enfim, não está fácil. Por isso, e para ver se reduzo o número de experimentações de fatiotas, lá vou hoje às compras repor o stock de roupas de meia estação. Wish me luck ;)
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Opinião: A Voz, de Juliet Marillier
A Voz
Juliet Marillier (Planeta)
Sinopse:
A surpreendente conclusão da trilogia que começou com Shadowfell, cheia de romance, intriga e magia.
Há um ano, Neryn nada tinha a não ser um Dom Iluminado que mal compreendia e o sonho vago de que a mítica base rebelde de Shadowfell pudesse ser real. Agora, é a arma secreta dos Rebeldes e a sua grande esperança de fazerem vingar essa revolta secreta contra o rei Keldec, que terá lugar no dia do Solstício de Verão.
No entanto, para se preparar, Neryn terá de procurar primeiro o ensinamento de mais dois Guardiães. Entretanto, Flint, o homem por quem se apaixonou, está no limite das suas forças enquanto espião na corte do rei e acumulam-se as suspeitas da sua traição.
A confiança dissipa-se de dia para dia quando a notícia da existência de uma outra Voz chega aos ouvidos dos Rebeldes: uma Voz leal a Keldec. Nas vésperas da insurreição, Neryn terá de descobrir uma forma de reconhecer - e explorar - a fragilidade do seu adversário. Em jogo, está a liberdade do povo de Alban.
Opinião
Sinopse: A surpreendente conclusão da trilogia que começou com Shadowfell, cheia de romance, intriga e magia.
Há um ano, Neryn nada tinha a não ser um Dom Iluminado que mal compreendia e o sonho vago de que a mítica base rebelde de Shadowfell pudesse ser real. Agora, é a arma secreta dos Rebeldes e a sua grande esperança de fazerem vingar essa revolta secreta contra o rei Keldec, que terá lugar no dia do Solstício de Verão.
No entanto, para se preparar, Neryn terá de procurar primeiro o ensinamento de mais dois Guardiães. Entretanto, Flint, o homem por quem se apaixonou, está no limite das suas forças enquanto espião na corte do rei e acumulam-se as suspeitas da sua traição.
A confiança dissipa-se de dia para dia quando a notícia da existência de uma outra Voz chega aos ouvidos dos Rebeldes: uma Voz leal a Keldec. Nas vésperas da insurreição, Neryn terá de descobrir uma forma de reconhecer - e explorar - a fragilidade do seu adversário. Em jogo, está a liberdade do povo de Alban.
Opinião
Esta foi uma trilogia com um percurso ascendente. Se Shadowfell foi uma desgraça, com uma história estagnada, personagens que não me conquistaram minimamente, uma leitura que se arrastou sem grande interesse, a verdade é que Voo do Corvo, do qual já falei aqui, melhorou muito em termos de andamento, de conteúdo e de personagens, terminando agora em grande com este espetacular livro. Neryn evoluiu tanto ao longo dos livros que é difícil explicar por palavras a evolução dos meus sentimentos por esta personagem, de uma certa aversão para um crescente carinho e respeito. Sem dúvida uma volta vencedora que Juliet Marillier deu na história e que me fez sentir todas as coisas boas que sinto quando leio esta minha autora favorita. Serve até para lhe desculpar algumas obras menos conseguidas, pois sinto que ela voltou ao bom caminho. Enfim, não me apetece alongar muito sobre esta história, é quase uma vontade de a guardar para mim, com todas as memórias boas que me vai deixar. Sei apenas que, quando dei conta, já ia a mais de metade e não me apetecia que o livro acabasse nunca, o que serve para vos mostrar o quão boa foi esta experiência de leitura. Boas personagens, bom andamento, uma escrita muito fluida e muito suave e um final surpreendente, a fazer-nos lembrar A Filha da Profecia. Um livro que me deu muito prazer ler e que compensou toda a leitura da trilogia :)
terça-feira, 16 de setembro de 2014
The dancing traffic light
Confesso, não sou pessoa de ficar à espera nos sinais vermelhos. Principalmente quando não vêm carros de lado nenhum. Olhando para ambos os lados, sem correr que é para não cair (já me ensinava a minha avó), lá atravesso eu a estrada. Quem nunca o fez que atire a primeira pedra.
Mas também confesso que sou fã de campanhas pela segurança rodoviária. E esta está demais! Neste sinal, até eu parava ;)
Mas também confesso que sou fã de campanhas pela segurança rodoviária. E esta está demais! Neste sinal, até eu parava ;)
It's raining outside...
Ninguém diria que estamos em meados de setembro... antes se diria que o verão fugiu para outras paragens e que já não volta, de tal forma o céu cinzento e carregado pesa sobre nós. Não posso dizer que não gosto deste tempo. Não sou fã de chuva e vento, mas é a conjugação destes dois elementos com o frio que me deixa verdadeiramente chateada. Só que ainda não está frio. E embora o temporal que se faz sentir me dê vontade de tardes no sofá com bons livros ou bons filmes, enquanto vejo a chuva cair, também é verdade que ainda não estou totalmente com espírito de inverno. Por enquanto. Mais uns dias disto e sou bem capaz de me começar a queixar... Para já, limito-me a apreciar o som da chuva e a beleza da trovoada. segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Parabéns princesa!
Hoje, a minha irmã faz anos.
Ela foi a melhor prenda que os meus pais me ofereceram, foi o meu primeiro amor maior. Ao longo dos últimos 23 anos, ela foi parte integrante de mim. Podia dizer muitas coisas, mas a verdade é que é inexplicável o nosso laço, é mais do que sangue, é mais do que amizade, é mais profundo do que tudo isso. Tem um feitiozinho do caraças e irrita-me como ninguém, mas é também aquela que me ama incondicionalmente e que por mim faria tudo. E é recíproco.
É a minha maninha, tão desejada, sempre amada e muito mimada. Somos diferentes como o mar e a terra, mas partilhamos a linha da costa que nos une sempre e para sempre. É essa a magia de sermos irmãs!
Parabéns pucanina! Adoro-te infinitos*****
Ela foi a melhor prenda que os meus pais me ofereceram, foi o meu primeiro amor maior. Ao longo dos últimos 23 anos, ela foi parte integrante de mim. Podia dizer muitas coisas, mas a verdade é que é inexplicável o nosso laço, é mais do que sangue, é mais do que amizade, é mais profundo do que tudo isso. Tem um feitiozinho do caraças e irrita-me como ninguém, mas é também aquela que me ama incondicionalmente e que por mim faria tudo. E é recíproco.
É a minha maninha, tão desejada, sempre amada e muito mimada. Somos diferentes como o mar e a terra, mas partilhamos a linha da costa que nos une sempre e para sempre. É essa a magia de sermos irmãs!
Parabéns pucanina! Adoro-te infinitos*****
10 minutos por dia podem fazer a diferença!
Raramente temos tempo. Porque de manhã é sempre a correr, porque temos horários complicados no trabalho, porque apanhámos mais trânsito do que o normal, porque temos o jantar para fazer, a cozinha para arrumar, a roupa para estender.
Raramente temos tempo. Porque, quando finalmente nos sentamos, só pensamos em descansar o cérebro por cinco minutos. Olhar sem ver a televisão, navegar sem interesse pelas páginas da internet ou pelo mural do facebook. Fechar os olhos e não pensar em nada.
Raramente temos tempo. Porque, quando finalmente nos sentamos, só pensamos em descansar o cérebro por cinco minutos. Olhar sem ver a televisão, navegar sem interesse pelas páginas da internet ou pelo mural do facebook. Fechar os olhos e não pensar em nada.
Mas os filhos não percebem isto. Os filhos não têm horários complicados no trabalho e o trânsito não os enerva como a nós. Regem-se pelos seus próprios tempos e é quando veem os pais sentados que pensam: É agora que eles têm tempo para mim.
E nós, que raramente temos tempo e que só nos apetece fechar os olhos, resistimos mais um bocadinho, damos atenção, ouvimos, falamos, compreendemos. Lemos para eles. Em conjunto com eles. Para os educar melhor. Porque dez minutos por dia podem mesmo fazer a diferença!
domingo, 14 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Histórias de terror em 5 palavras
Porque as histórias mais terríveis podem ser contadas apenas em algumas palavras. Muito poucas. Cinco, por exemplo. E porque o terror pode ser uma miríade de coisas, do normal ao paranormal ao sobrenatural... Vocês escolhem!
A minha escolha de história de terror para hoje: a número 18 ;)
A minha escolha de história de terror para hoje: a número 18 ;)
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Bom dia, mundo!
I'm never gonna stop the rain by complaining
Because I'm free
Nothing's worrying me :)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Opinião: O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez
O Guarda da Praia
Maria Teresa Maia Gonzalez (Verbo)
Sinopse:
«Sentada no terraço, coloquei a folha na máquina de escrever e... fechei os olhos, inspirando a brisa salgada. De repente, uma sombra arrefeceu-me a cara e, quando abri os olhos, ali estava de novo o invasor de propriedade alheia, descontraído como sempre.
Que é que vais escrever ali? - perguntou - me, apontando para a máquina.
- A história de uma mulher que vivia sozinha num prédio alto de uma cidade escura.
Torceu o nariz em total desaprovação.
- Porque é que não escreves antes sobre o mar ou sobre uma viagem?»
E é sobre o mar, e sobre uma viagem, e sobre tudo sobre ele, o Dunas, que a escritora solitária, em férias na praia, escreveu este livro surpreendente.
Opinião
«Sentada no terraço, coloquei a folha na máquina de escrever e... fechei os olhos, inspirando a brisa salgada. De repente, uma sombra arrefeceu-me a cara e, quando abri os olhos, ali estava de novo o invasor de propriedade alheia, descontraído como sempre.
Que é que vais escrever ali? - perguntou - me, apontando para a máquina.
- A história de uma mulher que vivia sozinha num prédio alto de uma cidade escura.
Torceu o nariz em total desaprovação.
- Porque é que não escreves antes sobre o mar ou sobre uma viagem?»
E é sobre o mar, e sobre uma viagem, e sobre tudo sobre ele, o Dunas, que a escritora solitária, em férias na praia, escreveu este livro surpreendente.
Opinião
Esta foi uma leitura que me encantou na juventude. Não me lembro que idade tinha quando o li, mas sei que me deixou memórias boas, mas vagas. Repesquei-o agora, no contexto de uma maratona literária em que tinha de ler um livro que encaixasse em várias categorias (este encaixava e lá fui eu desenterrá-lo da prateleira mais alta, aquela para onde já raramente olho por já os ter lido a todos há muitos anos).
E a surpresa foi grande. Se, enquanto criança, a vida livre e desregrada do Dunas, as suas palavras sempre assertivas, a sua ousadia e atrevimento me pareciam um exemplo de coragem, a criação de uma personagem forte, intensa e muito interessante; agora enquanto adulta não podia ter uma opinião mais diferente. Embora tudo o que disse antes se continue a aplicar, a verdade é que aos olhos de um adulto o Dunas me parece menos um herói e mais um menino irreverente e até malcriado às vezes. E a relação dele com a narradora, forte, profunda e poderosa, pareceu-me agora demasiado irreal e até um pouco forçada. E acima de tudo, foi isto o mais interessante que tirei desta segunda leitura deste livro: a forma como o livro se transformou nas minhas mãos por os meus olhos já não verem o mundo da mesma maneira.
Ainda assim, continua a ser um excelente livro infanto-juvenil, abordando temas fulcrais como o respeito pela natureza, os laços familiares e a cumplicidade que nasce nas amizades mais bonitas. Tudo pela voz de uma escritora que passa a ver o mundo com outros olhos, os olhos de um menino cheio de perguntas e de sonhos para a praia que é o seu mundo!
E a surpresa foi grande. Se, enquanto criança, a vida livre e desregrada do Dunas, as suas palavras sempre assertivas, a sua ousadia e atrevimento me pareciam um exemplo de coragem, a criação de uma personagem forte, intensa e muito interessante; agora enquanto adulta não podia ter uma opinião mais diferente. Embora tudo o que disse antes se continue a aplicar, a verdade é que aos olhos de um adulto o Dunas me parece menos um herói e mais um menino irreverente e até malcriado às vezes. E a relação dele com a narradora, forte, profunda e poderosa, pareceu-me agora demasiado irreal e até um pouco forçada. E acima de tudo, foi isto o mais interessante que tirei desta segunda leitura deste livro: a forma como o livro se transformou nas minhas mãos por os meus olhos já não verem o mundo da mesma maneira.
Ainda assim, continua a ser um excelente livro infanto-juvenil, abordando temas fulcrais como o respeito pela natureza, os laços familiares e a cumplicidade que nasce nas amizades mais bonitas. Tudo pela voz de uma escritora que passa a ver o mundo com outros olhos, os olhos de um menino cheio de perguntas e de sonhos para a praia que é o seu mundo!
domingo, 7 de setembro de 2014
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Opinião: Wicked Lovely - Amores Rebeldes, de Melissa Marr
Wicked Lovely - Amores Rebeldes
Melissa Marr (Saída de Emergência)
Opinião
Sinopse:
REGRAS: Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas, poderosas e perigosas, que caminham ocultas entre os mortais.
Não falar com fadas invisíveis.
REGRAS: Não olhar para fadas invisíveis.
Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas, poderosas e perigosas, que caminham ocultas entre os mortais.
Não falar com fadas invisíveis.
Agora as fadas perseguem Aislinn. Keenan, o rei das fadas, tenta cativar e seduzir Aislinn, fazendo perguntas a que ela tem medo de responder.
Nunca chamar a atenção delas.
Agora é tarde demais... Keenan anda numa busca incansável há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas do século vinte e um.
Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas do século vinte e um.
Opinião
Um livro que demorou algum tempo a captar-me o interesse, mas que se revelou uma leitura muito agradável no final de contas. Uma realidade diferente da que geralmente encontramos neste género de histórias, um cenário mais pesado, uma juventude mais dura, uma cidade mais perigosa. Longe das típicas histórias de liceu, aqui encontramos uma linguagem cheia de calão, personagens cheias de piercings e tatuagens, passados obscuros e adolescentes cujas vidas são tudo menos cor de rosa. A personagem principal, Aislinn, é, no meio de todos os outros intervenientes, o protótipo de "boa menina", de uma beleza simples e natural, boa aluna e calma, tenta não chamar as atenções das fadas sobre si. Estas, criaturas extravagantes que só ela consegue ver, dificultam-lhe imenso a missão, intrometendo-se no seu caminho a cada passo. E agora é o Rei das Fadas que se interessou por ela, embora ela não consiga perceber porquê. No meio do turbilhão que é a sua vida, Ash encontra a paz nos braços de Seth, o seu melhor amigo que a ajuda seja qual for o problema ou a circunstância.
Seth e Keenan não podem ser mais diferentes um do outro - bem como o mundo dos mortais e o mundo das fadas, para onde Aislinn começa aos poucos a pender ainda que lute com todas as suas forças contra o seu destino. Mas será que uma rapariga inteligente como ela não consegue arranjar uma solução para o seu problema e ter o melhor dos dois mundos?
Ainda que o livro tenha uma aura escura e perigosa a cada página, é uma leitura rápida e divertida. É diferente dos restantes livros do género e, embora isso possa reduzir-lhe o número de fãs (não é a típica história feliz), permite chegar a outro público que prefere este tipo de leitura mais sombria em vez dos expectáveis romances cor de rosa. Não foi uma leitura que me tivesse apaixonado totalmente, mas foi o suficiente para me deixar curiosa com os volumes seguintes, que farei questão de ler também!
Seth e Keenan não podem ser mais diferentes um do outro - bem como o mundo dos mortais e o mundo das fadas, para onde Aislinn começa aos poucos a pender ainda que lute com todas as suas forças contra o seu destino. Mas será que uma rapariga inteligente como ela não consegue arranjar uma solução para o seu problema e ter o melhor dos dois mundos?
Ainda que o livro tenha uma aura escura e perigosa a cada página, é uma leitura rápida e divertida. É diferente dos restantes livros do género e, embora isso possa reduzir-lhe o número de fãs (não é a típica história feliz), permite chegar a outro público que prefere este tipo de leitura mais sombria em vez dos expectáveis romances cor de rosa. Não foi uma leitura que me tivesse apaixonado totalmente, mas foi o suficiente para me deixar curiosa com os volumes seguintes, que farei questão de ler também!
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Mood do dia
Há segundas-feiras que são particularmente difíceis. Principalmente quando o fim de semana foi tão bom tão bom que em vez de dois dias pareceu ter duas horas... Partilhar e multiplicar felicidades é assim, faz o tempo ter reações estranhas, queremos que ele estique e que dure e dure e dure, mas depois apercebemo-nos que já foi e passou tão depressa que nem demos conta. E de repente já é segunda-feira, estamos com uma soneira descomunal e muito pouca vontade de trabalhar. E pensamos cá para connosco que precisamos mesmo de um dia entre sábado e domingo.
Agora vou só ali trabalhar mais um bocadinho enquanto sonho com o próximo fim de semana, está bem?
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