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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Tempinho bom!

... NOT!
Com este tempinho que está, já não me enganam! Lá fomos nós buscar as botas ao armário...

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Vamos lá ver se atinamos!

Vamos lá ver se atinamos, S. Pedro! Isto é tempo que se apresente? Ora então na segunda-feira vou trabalhar sem meias e quase, quase a pedir uma sandalita no pé. Túnica fluída e quase, quase a não precisar de casaco. Espírito livre e feliz, este que acredita que maio é quase, quase sinónimo de verão.
E, de repente... Tu fazes-me isto?! Esta chuva, este frio?! O vento, senhores!, essa coisa do demo que me faz tremer e apertar o blusão junto ao peito arrependida já de não ter trazido uma écharpe a tapar o pescoço.
Voltam as meias, o casaco e a vontade de ter trazido botas em vez das singelas sabrinas, bonitas e adequadas à época - ou achava eu!!
Não quero isto! Não admito isto! Vamos lá ver se atinamos, S. Pedro, que o mês das chuvas já passou. Não o aproveitaste, é problema teu! Não venhas cá chatear e cortar os sonhos de quem tanto gosta de maio, o eterno prenúncio do meu verão.
Estamos entendidos?

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Tu sabias que ia chover, Alexx Maria!

Então porquê, PORQUÊ, saíres de casa com um par de sabrinas cor de rosa??

Em minha defesa, alego que saí de casa meio à pressa, para fugir ao meu filho que queria novamente atirar-se para o meu colo, e que me esqueci que a primavera estava de folga hoje. Amanhã já estarei condignamente preparada com as condições meterológicas que se anteveem.

segunda-feira, 7 de março de 2016

A sério, S. Pedro??

A sério, S. Pedro?? A serio?!
Então eu falo em meia estação, em dias mais longos, mais calor e mais sol e tu respondes-me assim? Com mais frio e mais chuva? A sério?
Opah, mete lá o teu amigo inverno na gaveta que a malta quer é primavera! Sê um querido e faz o que pedi, sim? Não quero ter de ir buscar novamente as mantas e as lãs que já arrumei...

terça-feira, 17 de março de 2015

O céu chora

Hoje acordei com o céu a chorar. Onde ontem estava azul, brilhante e sem nuvens, hoje é cinza e uniforme, sem rasgos de sol para nos alegrar. E as gotas caem continuamente, ininterruptamente, como se se tivessem acumulado durante dias a fio até não caberem mais e terem de ser libertadas sobre nós. É uma chuva insistente, mas tranquila, daquelas que dá prazer ouvir quando estamos enrolados em cobertores, daquelas que embala a preguiça. 
Hoje, com este tempo, não é dia de passeata nem de grandes incursões ao exterior. Mas é dia de tranquilidade, como têm sido todos os outros. O programa passa pelo ferro, que remédio, que ontem ficou esquecido, e depois por uma tarde de leituras e livros, com uma manta nos joelhos se for preciso e uma caneca de chá quente e a chuva a fazer de banda sonora. Até voltarem os dias de sol...

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

So many clothes, nothing to wear!



Não me vou queixar do tempo nem da chuva. Ainda não. Mas nos últimos dias tem sido assim: passo horas em frente do roupeiro a pensar na roupa que hei-de vestir, experimento três e quatro coisas e sinto que nada me fica bem, nada encaixa, nada serve... Entre vestidinhos de verão e túnicas de alças que são demasiado frescas para este tempo e camisolas de malha de manga comprida que são demasiado quentes para este tempo, sobram-me poucas opções. Nunca fui muito uma rapariga da meia estação, para mim ou é frio ou é quente, agora este meio termo não dá com nada. Estamos na época dos mal vestidos em que se veem lado a lado uns pezinhos em sandálias e outros em botins, ombro com ombro um casaco quente e um top colorido de alcinhas. Enfim, não está fácil. Por isso, e para ver se reduzo o número de experimentações de fatiotas, lá vou hoje às compras repor o stock de roupas de meia estação. Wish me luck ;)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

It's raining outside...

Ninguém diria que estamos em meados de setembro... antes se diria que o verão fugiu para outras paragens e que já não volta, de tal forma o céu cinzento e carregado pesa sobre nós. Não posso dizer que não gosto deste tempo. Não sou fã de chuva e vento, mas é a conjugação destes dois elementos com o frio que me deixa verdadeiramente chateada. Só que ainda não está frio. E embora o temporal que se faz sentir me dê vontade de tardes no sofá com bons livros ou bons filmes, enquanto vejo a chuva cair, também é verdade que ainda não estou totalmente com espírito de inverno. Por enquanto. Mais uns dias disto e sou bem capaz de me começar a queixar... Para já, limito-me a apreciar o som da chuva e a beleza da trovoada. 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Do calor e do frio...

...e da falta de sol em dias cinzentos.


Para uma rapariga que nasceu no pico do inverno, não me dou lá muito bem com o frio. Frieiras, lábios roxos, músculos tolhidos e uma vontade grande de hibernar e de me aconchegar em mantas e cobertores. Saltar da cama todas as manhãs é tortura e luvas, boinas e cachecóis são amigos imprescindíveis. 

Sonho com o calor da primavera e, principalmente, do verão - sonho com mangas curtas, vestidinhos frescos, pernas nuas e decotes, sandálias, chinelos e biquinis. Sonho com temperaturas quentes, dias quentes, noites quentes, de preferência sem vento (também não me dou lá muito bem com o vento...). 

E, enquanto o verão não chega, lá se usa mais uma camisola, mais um vestido de lã, por vezes dois pares de meias. Tudo para permanecer quentinha.

Mas do que tenho mesmo, mesmo saudades, com frio ou sem ele... é do sol! Dos dias longos, dos crepúsculos intermináveis, da energia e da alegria que o sol me traz! E todos os dias fico um bocadinho mais feliz por haver mais uns minutinhos de luz, a menos que a mesma seja encoberta por nuvens em dias tristes e cinzentos.

Nota-se que estou um bocadinho farta da chuva, não nota?

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

I'm tired of this day. I need a new one.

Há dias que magoam. Dias que nos atiram ao tapete e nos dão uma tareia. Daqueles em que chove lá fora e chove dentro de nós. E há uma tristeza que se acumula no peito e um nó na garganta que dificulta o respirar. Sem razões aparentes, sem motivos, o cansaço acumulado, o sono em falta, as contingências da vida e as lágrimas que, por tudo e por nada, teimam em chegar aos olhos sem chegarem a cair. 
Há dias assim e eu não gosto deles. Estou pronta para outro dia. Até amanhã!