Vamos lá ver se atinamos, S. Pedro! Isto é tempo que se apresente? Ora então na segunda-feira vou trabalhar sem meias e quase, quase a pedir uma sandalita no pé. Túnica fluída e quase, quase a não precisar de casaco. Espírito livre e feliz, este que acredita que maio é quase, quase sinónimo de verão.
E, de repente... Tu fazes-me isto?! Esta chuva, este frio?! O vento, senhores!, essa coisa do demo que me faz tremer e apertar o blusão junto ao peito arrependida já de não ter trazido uma écharpe a tapar o pescoço.
Voltam as meias, o casaco e a vontade de ter trazido botas em vez das singelas sabrinas, bonitas e adequadas à época - ou achava eu!!
Não quero isto! Não admito isto! Vamos lá ver se atinamos, S. Pedro, que o mês das chuvas já passou. Não o aproveitaste, é problema teu! Não venhas cá chatear e cortar os sonhos de quem tanto gosta de maio, o eterno prenúncio do meu verão.
Estamos entendidos?
E, de repente... Tu fazes-me isto?! Esta chuva, este frio?! O vento, senhores!, essa coisa do demo que me faz tremer e apertar o blusão junto ao peito arrependida já de não ter trazido uma écharpe a tapar o pescoço.
Voltam as meias, o casaco e a vontade de ter trazido botas em vez das singelas sabrinas, bonitas e adequadas à época - ou achava eu!!
Não quero isto! Não admito isto! Vamos lá ver se atinamos, S. Pedro, que o mês das chuvas já passou. Não o aproveitaste, é problema teu! Não venhas cá chatear e cortar os sonhos de quem tanto gosta de maio, o eterno prenúncio do meu verão.
Estamos entendidos?
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