Que haja um tempo no futuro, rezei, em que ele se ria com os seus filhos e em que brinque na praia com eles e em que passe todas as suas noites em braços carinhosos. Que tenhamos isso. A quem eu rezava, não havia como saber. O futuro estava nas nossas mãos. Se queríamos um mundo em que essas coisas eram possíveis, caber-nos-ia a nós construí-lo.
in O Voo do Corvo, de Juliet Marillier
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