Looking for Alaska
John Green (leitura no Kindle)Sinopse: "Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa." Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será o mesmo.
Opinião
Li o livro Looking for Alaska há cerca de dois meses e ainda não tenho uma opinião totalmente formada sobre ele. Creio que este é daqueles livros que leva o seu tempo a ser absorvido, que vai deixando restos de si, de forma a que, algum tempo depois, quando nos lembramos dele, lembramo-nos apenas daquilo que mais nos tocou.
Não foi de todo dos melhores livros que já li e o ritmo do livro, aliado ao facto de não me ter identificado em nada com as personagens, levou a que fosse mais difícil para mim entrar na história. Por outro lado, captei momentos de pura sensibilidade, momentos de nós, leitores, levarmos murros no estômago e momentos de realização em que nada volta a ser como foi. Um livro que lida de perto com a inconsciência e a parvoíce juvenis, a inocência da primeira amizade, do primeiro amor, a loucura e a invencibilidade aliada à dor do crescimento e às aprendizagens da vida.
Miles conta-nos a sua história: um jovem sem amigos e sem propósito que vai para um colégio interno onde estabelece uma estranha relação de amizade com o seu colega de quarto e com Alaska Young, por quem se apaixona perdidamente. Mas Alaska, linda, inteligente e muito perturbada, parece inalcançável e Miles tudo fará para a descobrir, para a compreender, para lhe sobreviver.
Para Miles, a história divide-se em Antes e Depois. Para mim, fica a mensagem essencial: há sempre um antes, há sempre um depois e há que aprender a viver com isso seja em que idade for. E é essa verdade, contada de forma brutal, contada de forma suave, que fica por entre as páginas do livro, que perdura meses depois de o ter lido. Há sempre um ponto de viragem nas nossas vidas. O que fazemos com isso é que determina quem nós somos e quem seremos no futuro, é que nos torna adultos.
Não foi de todo dos melhores livros que já li e o ritmo do livro, aliado ao facto de não me ter identificado em nada com as personagens, levou a que fosse mais difícil para mim entrar na história. Por outro lado, captei momentos de pura sensibilidade, momentos de nós, leitores, levarmos murros no estômago e momentos de realização em que nada volta a ser como foi. Um livro que lida de perto com a inconsciência e a parvoíce juvenis, a inocência da primeira amizade, do primeiro amor, a loucura e a invencibilidade aliada à dor do crescimento e às aprendizagens da vida.
Miles conta-nos a sua história: um jovem sem amigos e sem propósito que vai para um colégio interno onde estabelece uma estranha relação de amizade com o seu colega de quarto e com Alaska Young, por quem se apaixona perdidamente. Mas Alaska, linda, inteligente e muito perturbada, parece inalcançável e Miles tudo fará para a descobrir, para a compreender, para lhe sobreviver.Para Miles, a história divide-se em Antes e Depois. Para mim, fica a mensagem essencial: há sempre um antes, há sempre um depois e há que aprender a viver com isso seja em que idade for. E é essa verdade, contada de forma brutal, contada de forma suave, que fica por entre as páginas do livro, que perdura meses depois de o ter lido. Há sempre um ponto de viragem nas nossas vidas. O que fazemos com isso é que determina quem nós somos e quem seremos no futuro, é que nos torna adultos.

Já percebi :) Sem dúvida que tens razão na análise que fazes, a sensação ao longo da leitura é que é capaz de mudar de leitor para leitor consoante algumas experiências, digo eu.
ResponderEliminarBeijinho grande e boas leituras*
Sim, sem dúvida que tem muito a ver com experiências próprias e até com preconceitos que vamos criando ao longo da vida. Isso influencia muito as nossas leituras. O que eu continuo a achar é mesmo que a sensibilidade fantástica do John Green consegue criar histórias que não deixam ninguém indiferente :D
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