Nos últimos dias, tenho estado ausente daqui. Tão ausente que nem me dignei a desejar-vos um Feliz Natal, como é possível?? Não foi com intenção, nem tão pouco foi por esquecimento, mas entre não ter agendado publicações (porque estava convencida de que no dia 24 iria ter tempo para vos deixar uma imagem bonita e uma palavra simpática), não ter ligado o computador e, entre o dia 23 e o dia 26, não ter parado um bocadinho, alguma coisa teve de ficar para trás e acabou por ser aqui o estaminé.
Contudo, posso dizer-vos que desejo sinceramente que tenham tido um Natal tão cheio e rico como o meu. Com tanto amor, tanta animação, tantas coisas boas. O Natal que começou no dia 23, de roda da cozinha e dos preparativos para a festa propriamente dita; continuou pelo sábado fora, com direito a almoço, a lanche, a jantar e a troca de prendas em casa dos meus pais (com direito também a ter a minha avó por perto) e prosseguiu pelo 25 fora com mais almoço, lanche e jantar e troca de prendas em casa dos sogros.
Foi muito bom. Foram dois dias dedicados inteiramente à família. Ter a casa cheia, haver risos, brincadeiras, partilhas. E comida, comidinha da boa, desde as entradas à sobremesa. Sábado à noite tive a sensação de que não tinha parado de comer desde que nos sentámos para almoçar. E adivinhem lá? No domingo foi igual. Desde o bacon enrolado em tâmaras e dos rolinhos de salsicha, aos patés de delícias do mar e ao marisco, passando pelas carnes, pelos acompanhamentos e chegando por fim às sobremesas (as melhores farófias da sogra, a tarte de natas da mãe que já é tradição no Natal e o delicioso arroz doce da tia), não esquecendo as filhoses, as fatias douradas e as amêndoas, passas, bombons e os ovos moles de Aveiro que os pais compraram porque sabem o quanto eu adoro.
Ter o Tiago em excitação permanente, sem dormir a sesta mas a aguentar-se como gente crescida. A ser a alegria da casa e a fazer a festa (sozinho em casa dos meus pais e com a prima em casa dos sogros). A parte das prendas, que, confesso, também adoro, ganhou todo um novo significado com ele. A magia do Pai Natal que chegou e partiu sem ninguém o ver, mas que deixou um saco enorme de prendas no sapatinho que deixámos junto da chaminé momentos antes, foi o ponto alto da noite. O meu filho queria abrir todas as prendas, mas ao mesmo tempo, a cada uma que abria, queria logo brincar com ela. Para o fim, ficou a única que ele tinha mesmo pedido: uma mota do Homem Aranha. Delirou, claro! E no dia seguinte voltou a delirar com as prendas que os outros avós e os tios lhe deram (não é que o Pai Natal se enganou nas casas, o maroto?).
E num piscar de olhos já era dia 26, voltar à rotina, deixar o Tiago no colégio (onde ficou a chorar, a esticar os braços e a chamar por mim - aguenta, coração!) e tratar dos últimos afazeres para hoje regressar ao trabalho nesta que é a última semana de 2016. Hoje finalmente parei um bocadinho, está a ser um dia calmo no escritório, e regressei aqui à vida virtual. Embora a minha vontade fosse que o Natal, os dias em casa, de festa, de família, pudessem esticar-se um bocadinho mais. Parece que passa sempre a voar, não é? O que vale é que daqui a nada já vou para casa com o meu filho para brincarmos mais um bocadinho com os Playmobil que o Pai Natal lhe trouxe!
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<3 feliz por estares feliz!*
ResponderEliminarObrigada, minha linda! :D
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