quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Esqueci-me do telemóvel... e agora???

Saí de casa à pressa e só quando cheguei à estação dos comboios é que dei conta de que o telemóvel tinha ficado em casa. Logo hoje que precisava mesmo dele! Vou estar em formação e preciso de me organizar com o marido para ver quem vai buscar o miúdo. E se a minha mãe me liga e eu não atendo? Ela vai ficar preocupada... E se ligam da escola do Tiago porque aconteceu qualquer coisa? E tinha um vídeo tão giro do Tiago que tinha pensado em enviar hoje aos meus pais...
Enfim, estes foram logo os pensamentos que me assaltaram. Preciso do telemóvel. Já não sei viver sem o telemóvel. Ou saberei?
Informadas as pessoas que interessam que não estou tão facilmente contactável - lembro-me de em miúda ligar para o trabalho da minha mãe quando queria falar com ela; hoje em dia, duvido que a minha mãe tenha o meu número do trabalho -, sinto-me mais tranquila. Vai ser um dia sem espreitadelas no Facebook ou no Instagram, sem conversas de grupo no Whatsapp, sem um joguinho de Candy Crush à hora do almoço. Nada de grave. Preocupa-me mais a hora da saída, o stress dos transportes e a impossibilidade de contacto caso aconteça alguma coisa. Mas acho que é apenas porque estamos tão habituados a estar sempre em contacto que já estranhamos quando não estamos. E não precisamos de estar. Eu não preciso mesmo do telemóvel! Apesar de ele dar muito jeito, as coisas resolvem-se na mesma, há apenas que saber relativizar e organizar com antecedência. E, em caso de necessidade absoluta, depender do telemóvel alheio :)

2 comentários:

  1. quando estou na terrinha e não tenho rede nem internet, sinto uma liberdade brutal;)

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    1. É uma sensação entre a liberdade e o alheamento ehehehe. Hoje já o tenho comigo :D

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