Hoje acordei com o inverno. Acordei com um dia entre o branco e o cinzento - embora não neve na minha terra, o inverno tem sempre um tom mais branco, fruto das nuvens que cobrem o sol e da neblina que teima em se agarrar ao chão pela alvorada. Lá fora, tudo calmo, daquela calma que nos faz querer ficar dentro de casa, no conforto, no quentinho.
Quando cheguei à rua, confirmei: está frio, frio de inverno, frio para usar luvas e cachecol de lã, frio para beber chá quente e fazer fumo com a nossa respiração...
Já não dá para esconder; o outono está a despedir-se e o inverno está a chegar em toda a sua força. Dizem que vai ser inclemente. Esperemos que não.
Quando cheguei à rua, confirmei: está frio, frio de inverno, frio para usar luvas e cachecol de lã, frio para beber chá quente e fazer fumo com a nossa respiração...
Já não dá para esconder; o outono está a despedir-se e o inverno está a chegar em toda a sua força. Dizem que vai ser inclemente. Esperemos que não.
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