2018 não tem sido um ano especialmente fácil. E os últimos meses têm sido um constante rol de provações. Em novembro, então, parece que nos aconteceu de tudo: entre uma gastroenterite que mandou o marido ao hospital, uma alergia que me apareceu sem razão aparente, um carro avariado há três semanas à espera da peça certa... Andamos aos solavancos, encaixando a rotina tipo puzzle, enquanto a vida não se acerta. Valham-nos as coisas boas, a família e amigos, a boa disposição e a fé de que tudo se resolve no tempo certo. E que o tempo certo seja breve.
Chegamos ao último mês do ano. Que entrou com festejos, com risos, com amor e um cheirinho a Natal. Que tudo isto seja prenúncio de coisas ainda melhores, de um mês cheio de luz. De paz. E de peças a encaixarem-se sem esforço no puzzle da vida. Último mês do ano. Que seja o primeiro do resto das nossas vidas.

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